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Museu Dr. Callil Porto - Guia das Artes
Museu Dr. Callil Porto
Museus
Museu Dr. Callil Porto
Horários de funcionamento
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Local
Rua Virgílio de Mello Franco, 11/apto. 02. Centro
Conteúdo
"O Arquivo Histórico e Museu Dr. Calil Porto, departamento da FAEC – Fundação Araguarina de Educação e Cultura, foi implantado em agosto de 1994.


Desde então o setor tornou-se o pólo do resguardo da história do município. O amealhar de documentos sobre o passado e sua divulgação à comunidade são os pilares de sua concepção.

    Recuperando o passado local, o setor gradativamente estruturou um museu com bens materiais ofertados por particulares, composto de peças que fizeram parte da vida dos araguarinos em décadas passadas. A idéia nasceu em 1998 e atualmente conta com número significativo de objetos.
 
A iniciativa de resgatar objetos e expô-los aos visitantes, paralelamente ao expressivo acervo documental formado, propiciou oportunidade às novas gerações o conhecimento dos usos, costumes, valores e idéias que identificaram períodos da história local.
 
A mostra permanente de objetos, procurou ao longo dos anos,  despertar nos visitantes o interesse sobre a preservação de bens inerentes a coletividade.
 
    Os museus na concepção contemporânea é um espaço de fruição cultural, que possibilita encontros e discussões, constituindo vínculos com a sociedade. A valorização harmônica dos saberes e dos fazeres impulsiona o pensar social, integrando comunidades por intermédio de fatores comuns a cada indivíduo.
 
    O Arquivo Histórico e Museu Dr. Calil Porto, não guarda e expõe apenas o passado ele procura refletir  sobre o presente e levar o visitante ao encontro com suas lembranças.
 
    O museu,  desde o dia 28 de setembro de 2012, ocupa as instalações da antiga Cia. Prada (imóvel tombado pelo município), localizado à Rua Dr. Afrânio, 178,  estando aberto à população a partir do mês de março,  de segunda a sexta, no período matutino e vespertino.
 
     Provocando a curiosidade de crianças, aguçando a imaginação de adolescentes, despertando o saudosismo de adultos e criando parâmetros quanto ao desenvolvimento tecnológico,   na nova instalação foi conquistado o marco de 2.000 visitas.
 
    Museus e arquivos devem ser prioritariamente valorizados, pois estes são, o cartão de apresentação das cidades, sendo geradores e  propagadores de cultura.
 
    Considerando, portanto,  que os museus desempenham importante papel na formação da consciência e  na reflexão sobre o cotidiano e ainda, é decisivo na esfera da educação do cidadão, o congregar de objetos de grande valor histórico e social é imperativo.
 
    Nesta ótica de aglomeração de valores, o museu no ano de 2009 requereu junto ao departamento da Casa da Cultura Abdala Mameri, a transferência de materiais artísticos e culturais de valor histórico para o setor expositor. A justificativa disto pauta-se na especificidade do Arquivo Histórico e Museu em  trabalhar a memória e a valorização do ser, do saber e do fazer dos araguarinos.
 
    Com isto, o Arquivo Histórico e Museu Dr. Calil Porto, passou a curador de obras como o “Auto Retrato” do araguarino Farnese de Andrade e do “Anjo” de Jorlando Spotto. Esta iniciativa propiciou não só maior visibilidade às obras, como também propagou a disseminação da biografia de seus autores. Contribuindo como  certeza com sua perpetuação,  como patrimônio material da cidade de Araguari.
 
    É certo que, em todas as cidades onde há existência de museus, as peças de maior valor são ali agregadas, o que ocorreu em Araguari.
 
    Na época da transferência foi diagnosticado que algumas obras sob a guarda da Casa da Cultura estavam necessitando de restauro e também algumas haviam sido extraídas  do setor. Assim, os quadros em total de mais de cem itens foram, sob a supervisão do Arquivo Histórico e Patrimônio Histórico, encaminhadas para restauro.
    Os quadros após a conclusão das obras no prédio da Casa da Cultura voltaram ao setor de origem e os objetos de grande teor histórico e cultural ficaram sob guarda do Arquivo Histórico. Todos estes, passaram por processo de inventário e foram anexados ao acervo do Arquivo.
 
    O inventário das peças pertencentes ao museu é um trabalho detalhado que revela o máximo de dados sobre o objeto,  como se fosse sua digital, o que torna impossível seu empréstimo, sua desanexação ou  extravio  do museu.
 
    Todos os anos, para peças tombadas, são efetuados  novos laudos técnicos para diagnosticar o estado de conservação das peças. A importante peça do artista araguarino Farnese de Andrade, desde sua anexação ao museu, foi diagnosticada com a falta de uma lente em seu conjunto, uma perda inestimável para a obra.
 
    O Arquivo Histórico e Museu Dr. Calil Porto com quase 19 anos de funcionamento, é único a na região a agregar objetos museais. Por isto, é imperativo, o apoio da comunidade e órgãos municipais para o desenvolvimento contínuo do departamento.
 
    O marco de 2.000 visitas é comemorado pelo setor museal, pois o trabalho de conscientização sobre a importância da preservação de resquícios  históricos é um ato muitas vezes solitário e requer acima de tudo idealismo. Muitos obstáculos foram vencidos para hoje a população ter acesso a um museu, que apresentamos aos visitantes, como “MUSEU DA CIDADE DE ARAGUARI”.
 
    O Museu de Araguari, não é da FAEC, ou da Prefeitura, ou das pessoas que lá trabalham com afinco, são de todos os araguarinos. É daquele que ofertou o mais simples objeto ou uma coleção, é de todos os doadores,  de todos os visitantes e de todos simplesmente, mesmo os que ainda não o conhecem...
 
    O museu do cotidiano araguarino  é um serviço à comunidade e junto a ela, espera a obtenção de novas doações, que por sinal foram acrescidas significantemente após a instalação no novo endereço.
 
    A valorização do patrimônio local só pode ver conquistada com a sensibilização de sua importância junto ao cidadão comum. Nossos visitantes sempre comentam: “Nossa minha família tinha determinado objeto e hoje se perdeu, que pena poderia estar aqui”. O diferencial do museu e do arquivo para a coletividade é exatamente isto, “não deixar se perder”.
 
    Lembranças guardadas em baús podem ser dispensadas quando o guardador não mais está em condições de preservá-las e outros,  muitas vezes a própria família, não tem interesse por elas. Antes que isto ocorra, doe suas lembranças, para que elas façam parte das lembranças de muitos...
 

Obrigado aos araguarinos que acreditaram e doaram suas preciosidades ao museu. Obrigado mais uma vez, aos que simplesmente acreditam".

Contato
telefone: (34) 3690-3043

e-mail: arquivohistorico.faec@yahoo.com.br
* Os horários podem variar em função de férias e feriados. Recomendamos ligar antes para verificar.
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