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Pedro Bruno quadros do - Guia das Artes
Pedro Bruno
Informações
Nome:
Pedro Bruno
Nasceu:
Ilha de Paquetá, RJ (14/10/1888)
Faleceu:
Rio de Janeiro, RJ (02/02/1949)
Obras deste artista
Obra 1
Obra 2
Obra 3
Obra 4
Obra 5
Obra 6
Obra 7
Obra 8
Obra 9
Obra 10
Obra 11
Obra 12
Obra 13
Obra 14
Obra 15
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Obra 17
Obra 18
Obra 19
Obra 20
Obra 21
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Obra 24
Obra 25
Obra 26
Obra 27
Obra 28
Obra 29
Obra 30
Obra 31
Obra 32
Obra 33
Obra 34
Obra 35
Biografia

Viajou para a Itália, em 1905, estudou música em conservatórios de Roma e Nápoles, e obteve diploma de cantor lírico. Retornou ao Brasil em 1910. Bruno recebeu o prêmio viagem ao exterior da 26ª Exposição Geral de Belas Artes, em 1919, com a tela Pátria, e no ano seguinte foi para a Itália para aperfeiçoar-se em pintura na Accademia Brittanica, em Roma. Entre 1921 e 1922 dirigiu a Classe Geral de Nu dessa academia.

Conquistou medalha de ouro, em 1925, e de honra, em 1943 no Salaão Nacional. Foi responsável por diversos projetos paisagísticos e ornamentais em sua cidade natal e defensor entusiasmado da natureza local.

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02 de Março às 20:00

PEDRO BRUNO (1888-1944)
"PRIMEIRO ESTUDO PARA O QUADRO MÔEMA".
Coleção Benedicto Anselmo Pierotti, Junho 1960.
Segundo Cachet no verso.
Óleo sobre cedro.
MEDIDAS: 35 X 24 CM S MOLDURA E 48,5 X 39 CM C MOLDURA


Pedro Bruno, um prodígio da arte desde a tenra idade, iniciou sua jornada artística aos seis anos com Giovanni Battista Castagneto. Sua carreira meteórica levou a estudar música e arte em conservatórios renomados na Europa e no Brasil. Com talento excepcional, conquistou prêmios e reconhecimento em exposição de Belas Artes, destacando-se pela precocidade e maestria em suas obras. Seu legado artístico inclui obras icônicas como "Gonçalves Dias" e "Pátria", esta última imortalizada na nota de 200 cruzados novos. Pedro Bruno deixou sua marca não apenas no Brasil, mas também na Itália, com obras em museus renomados. Sua influência perdura, sendo homenageado com um busto em Paquetá e uma rua em São Paulo em sua memória.

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PEDRO BRUNO (1888 1949) "Leda e o cisne" Óleo sobre tela Med: 50 x 65 cm.Pedro Bruno, um prodígio da arte desde a tenra idade, iniciou sua jornada artística aos seis anos com Giovanni Battista Castagneto. Sua carreira meteórica levou a estudar música e arte em conservatórios renomados na Europa e no Brasil. Com talento excepcional, conquistou prêmios e reconhecimento em exposição de Belas Artes, destacando-se pela precocidade e maestria em suas obras. Seu legado artístico inclui obras icônicas como "Gonçalves Dias" e "Pátria", esta última imortalizada na nota de 200 cruzados novos. Pedro Bruno deixou sua marca não apenas no Brasil, mas também na Itália, com obras em museus renomados. Sua influência perdura, sendo homenageado com um busto em Paquetá e uma rua em São Paulo em sua memória.

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PEDRO BRUNO (Paquetá, 14 de outubro de 1888 Rio de Janeiro, 2 de fevereiro de 1949) - "Figura feminina". Óleo sobre tela, 50 x 38,5 cm. Assinado no C.I.E. Moldura de madeira e gesso dourado, 70,5 x 58 cm.Pedro Bruno, um prodígio da arte desde a tenra idade, iniciou sua jornada artística aos seis anos com Giovanni Battista Castagneto. Sua carreira meteórica levou a estudar música e arte em conservatórios renomados na Europa e no Brasil. Com talento excepcional, conquistou prêmios e reconhecimento em exposição de Belas Artes, destacando-se pela precocidade e maestria em suas obras. Seu legado artístico inclui obras icônicas como "Gonçalves Dias" e "Pátria", esta última imortalizada na nota de 200 cruzados novos. Pedro Bruno deixou sua marca não apenas no Brasil, mas também na Itália, com obras em museus renomados. Sua influência perdura, sendo homenageado com um busto em Paquetá e uma rua em São Paulo em sua memória. DA TEMÁTICA: Antonio Vieira (Lisboa, Sé, 6 de fevereiro de 1608 — Salvador, 18 de julho de 1697). Padre Antonio Vieira é o maior representante da prosa barroca no Brasil e o maior orador sacro do Brasil-Colônia. Nascido em Portugal, veio para o Brasil ainda criança e estudou no Colégio dos Jesuítas, em Salvador. O sermão foi proferido em São Luís do Maranhão em 13 de junho de 1654, dia de Santo Antônio e três dias antes da partida de Vieira para Portugal, onde pretendia interceder em favor dos índios diante das autoridades portuguesas. O sermão é construído em forma de alegoria, dirige-se aos peixes mas, na verdade, fala aos homens. Exalta as qualidades dos peixes, como a obediência, e repreende os vícios, como a soberba e o oportunismo. Deve-se destacar aí a citação de diversos tipos de peixes. As virtudes são descritas nos peixes de Tobias, Rémora, Torpedo e Quatro-Olhos. Já os defeitos estão nos seguintes peixes: Roncadores, Pegadores, Voadores e no Polvo. O principal defeito apontado é a voracidade, já que os peixes devoram uns aos outros, e, pior ainda, os maiores devoram os menores.