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Coleção de arte é vendida por R$ 4,5 bilhões e vira a mais valiosa da história - Guia das Artes
Coleção de arte é vendida por R$ 4,5 bilhões e vira a mais valiosa da história
Coleção de arte é vendida por R$ 4,5 bilhões e vira a mais valiosa da história
inserido em 2022-05-19 19:03:56
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Amargo divórcio em 2018 entre Harry, um construtor imobiliário bilionário, e sua então esposa Linda, gerou a venda

Quanto pode valer uma coleção de arte particular? A do ex-casal de ricaços Harry e Linda Macklowe conseguiu arrecadar US$ 922,2 milhões em vendas, o equivalente a mais de R$ 4,5 bilhões.

Com o fim da saga de leilões iniciada pelo divórcio dos dois, a parcela final de obras de arte rendeu US$ 246,1 milhões. O montante foi somado US$ 676 milhões do primeiro lote da coleção em novembro do ano passado, fazendo com que a venda torne esse conjunto o mais caro do mundo.

A comercialização das peças começou a partir de um processo de separação iniciado em 2018. Os dois brigaram nos tribunais por joias, carros, prata e até mesmo livros. Eventualmente, ambos perceberam que a maior riqueza do casal estava nas peças de arte.

A coleção de arte é a propriedade conjugal mais valiosa das partes”, afirmou a juíza da Suprema Corte do Estado de Nova York, Laura Drager, na decisão tomada em 2018. “As partes detêm significativamente menos em ações ou outros investimentos em comparação com o valor da coleção de arte. O marido testemunhou com credibilidade que a arte permitia a diversificação e era uma forma alternativa de investimento.”

Conforme informações apuradas pelo Bloomberg, o lote mais caro foi o que tinha uma pintura de campo colorida de Mark Rothko de 1960. Estimado entre US$ 35 milhões e US$ 50 milhões, o leiloeiro Oliver Barker começou a licitar na noite de segunda-feira em US$ 30 milhões e bateu o martelo com a oferta de US$ 41,5 milhões. Com prêmios, chegou a US$ 48 milhões. 

“A logística é o futuro do Brasil”, aposta o CEO do Favela Brasil Xpress

O crescimento do e-commerce brasileiro no período pandêmico foi um dos propulsores do aquecimento do setor de logística. Giva Pereira, fundador e CEO do Favela Brasil Xpress, uma startup que realiza a etapa final de entrega de mercadorias em comunidades, aposta que a logística ainda tem muito a crescer é o futuro do Brasil. “Além dos produtos comprados pela internet, outros áreas, como a saúde, também dependem deste serviço”, afirma o executivo.

Fonte: Yahoo Finanças

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