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Deco Adjiman bibliografia - Guia das Artes
Deco Adjiman
Informações
Nome:
Deco Adjiman
Sobre o artista


Biografia

Artista visual e poeta. 

Formado em Comunicação Social pela FAAP, desenvolve uma prática que investiga as relações entre a palavra e o deslocamento. 

Seu trabalho emerge da fricção entre o caminhar e o errar, compreendidos como formas de pesquisa subjetiva e de construção e invenção de uma nova paisagem. Possui profundo interesse na palavra e em suas possíveis visualidades. Trabalha com objetos, esculturas, livros de artista, textos e instalações, utilizando materiais brutos — frequentemente recolhidos em ruas, praias e matas — que são ressignificados em narrativas visuais de caráter simbólico e contemplativo. Sua produção propõe a transformação do ordinário em sagrado, ativando no espectador uma escuta sensível ao tempo, ao silêncio e ao gesto. 

Nas palavras de Ana Carolina Ralston, curadora de sua última mostra individual: “Voltar ao chão, ao peso do corpo, é voltar a si mesmo. Quando os pés tocam o solo, instauramos uma nova relação com o mundo: deixamos de pairar sobre a realidade e passamos a habitá-la. Ao caminhar, o corpo se torna medida do tempo e do espaço. Os pensamentos deslizam, circulam. O espírito não se fixa, ele, enfim, flutua – ou melhor, voa. Nessa travessia tudo transmuta: chão torna-se paisagem; horizonte, pauta; pensamento, palavra. É sobre esse exercício de coleta e deslocamento, seja do espaço ou da escrita, criando a partir disso distintas fabulações, que se estrutura a produção artística de Deco Adjiman.” 

Atualmente, dedica-se à costura poética entre o livro e a estrada, entre a palavra e o deslocamento, consolidando sua produção como uma travessia entre linguagens, sentidos e paisagens. 

De 2014 a 2024 foi representado pela Galeria Sé, desde 2025 é representado pela Galeria Luís Maluf.

Cronologia


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16 de Maio às 15:30

Na série “ferramentaria” eu utilizo uma única peça de madeira, neste caso uma peça que encontrei no costão da juréia trazida pelo mar, para dela extrair uma coleção de esculturas que reproduzem ferramentas, objetos, armas e símbolos de diversas culturas. Culturas em que estou inserido ou que apenas observo e que encontro seus signos em pesquisas por livros ou internet. A proposta é criar um quadro de ferramentas como o que o artesão tem para fazer o seu ofício. No processo de organizar os objetos criados no espaço da moldura, nesse caso pintado com terra branca, sinto criar uma espécie de escrita, que será lida/sentida/entendida pelo observador através de suas próprias referências, uma vez que reconhecerá alguns objetos e desconhecerá outros e essa combinação contará um mistério. aqui estão: colher cobra de Mali, plaina de mão, caderno de notas, gravata de marcenaria, amuleto viking do machado de thor, lhama inca, cachimbo do matita e de ossain, machado de xângo, contador de tempo, estátua de relicário kota (Gabão), meia lua poente, corcel negro da infância, cobra de duas cabeças maia, lança de durga (Deco Adjiman)