Carregando... aguarde
Sami Mattar telas - Guia das Artes
Sami Mattar
Informações
Nome:
Sami Mattar
Obras deste artista
Obra 1
Obra 2
Obra 3
Obra 4
Obra 5
Obra 6
Obra 7
Obra 8
Obra 9
Obra 10
Obra 11
Obra 12
Obra 13
Obra 14
Obra 15
Obra 16
Obra 17
Obra 18
Obra 19
Obra 20
Obra 21
Obra 22
Obra 23
Obra 24
Obra 25
Obra 26
Biografia

Chega com a família no Brasil em 1936. Filho de pais conservadores, que não aceitam sua atividade como artista plástico, desenha às escondidas, até que, em 1947, muda-se para o Rio de Janeiro, onde trabalha como pintor de paredes e lava carros. Autodidata, realiza sua primeira mostra individual em 1954, na Galeria Minarte, Belo Horizonte. Passa a fazer histórias em quadrinhos e chega a ser diretor de arte e criação em publicidade. Em 1969, participa do Manifesto Expansão, realizado no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ e, no ano seguinte, do lançamento do poster Barraca - Arte na Praia de Ipanema, no mesmo museu. Atua como colaborador das revistas Tico-Tico e O Malho, além de produzir capas para a revista Veja (1972) e Shell em Revista (1980). Em 1987, é membro do júri do Salão Novos Talentos e, em 1989, ilustra o livro O Menino mais Bonito do Mundo, de Ziraldo (1932).

Cronologia

Realizou diversas exposições individuais, entre as quais as seguintes:
1954 – Galeria Minarte, Belo Horizonte.
1962 – Galeria Santa Rosa, Rio de Janeiro.
1968 – Galeria Art-Art, São Paulo, SP.
1973 – Galeria Ipanema, Rio de Janeiro.
1974 – Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro.
1975 – Gallery Contemporaire, Beirute; Oscar Seraphico Galeria de Arte, Brasília, DF. 1976 – Galeria Graffiti, Rio de Janeiro.
1982 – Galeria Época, Salvador, BA.
1983 – Galeria A. M. Niemeyer, Rio de Janeiro.
1984 – Retrospectiva 30 Anos, Fundação Cultural, Brasília.
1994 – H. L. Art Galeria, Boca Raton, Estados Unidos.
1995 – Retrospectiva 40 Anos, Villa Riso, Rio de Janeiro.
1996 – Solar da Artes/Galeria Pinacoteca, Teresópolis, RJ.
1999 – Galeria Ana Terra, Vitória, ES.
2001 – Centro de Eventos da Bolsa do Rio de Janeiro.
2002 – Villa Riso, Rio de Janeiro.
2006 – Retrospectiva, 53 anos de arte. Centro de Eventos da Bolsa do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro.

Colabore conosco
Você tem informações sobre este artista ou acredita que algum dos tópicos do conteúdo estáerrado?
clique aqui e colabore conosco enviando sua sugestão, correção ou comentários.
Nome
Email
Mensagem
Enviar
Peças sendo leiloadas, compre agora
iArremate leilões
18 de Agosto às 20:00

SAMI MATTAR (Mejdlaia, Líbano, 1930-Rio de Janeiro, 2017) Vênus O.S.T. Med: 118 x 90 cm. Moldura 146 x 118 cm. ilho primogênito de libaneses, nasceu no Líbano em 1930 e veio morar em Minas Gerais em 1936. Seu pai, um grande atacadista de seda, queria quefosse médico ou comerciante, não admitia que se tornasse artista. Colocou-o no colégio interno Diocesano Dom Silvério e o proibiu de assistir aulas de desenho dizendo:“Você não vai comer pão com sua arte”. Revoltado, como em filmes, fez uma “Tereza” de cordas improvisadas com lençóis e pulou a janela e pegou um trem rumo ao Rio de Janeiro, onde trabalhou como pintor de paredes, lavador decarros e por meses dormiu no Aterro do Flamengo, exatamente onde viria a ser o Museu de Arte Moderna. Em 1949, começou a trabalhar na revista “Vida Doméstica”, e estampou revistas como: “Manchete”, “Veja”, “Latin Finance Magazine” e “Design Journal”. No Salão Mineiro de 1966 onde Tomie Othake recebeu o Prêmio Viagem, Sami foi agraciado com o prêmio aquisição. Em 1966, participou das discussões no MAM-RJ a respeito da produção de vanguarda, sua diferença das vanguardas de 1920 e a mercantilização desta arte contemporânea. Assim surgiram a Declaração de Princípios Básicos da Vanguarda e a mostra Nova Objetividade Brasileira. Junto com Simi Mattar em 1967, assinaram a Declaração de Princípios Básicos da Vanguarda artistas como: Antonio Dias, Vergara, Gerchman, Lygia Clark, Lygia Pape, Glauco Rodrigues, Sami, Raymundo Colares, Maurício Nogueira Lima, Hélio Oiticica, Pedrosa entre outros. Em março de 1967, no MAM-RJ participou do “Ato da Criação” do Grupo Rex. Em abril de 1967, fez parte da Nova Objetividade Brasileira, no MAM-RJ, onde Hélio Oiticica montou o ambiente “Tropicália” e na qual participaram artistas de várias tendências, dentes os quais: Leirner, o próprio Sami Mattar, Sérgio Ferro, Roberto Magalhães, Vergara,Gerchamn, Antonio Dias, Raimundo Collares, Waldemar Cordeiro, Lygia Clark, Hélio Oiticica, Glauco Rodrigues, Geraldo de Barros, Maurício Nogueira Lima, etc. Em 1967 no Apocalipopótese, último evento comandado por Helio Oiticica, Raimundo Amado ao produzir um vídeo acabou criando um documentário de ações, das quais participaram, Oiticica, Lygia Pape, Sami Mattar, Torquato Nelo, passistas da Mangueira, Pietrina Checacci e outros. A proposta tinha foco na democratização da arte, das potências criativas de todos os tipos de pessoas, sem necessariamente intenção artística. Em outubro 1967, junto com Rubem Ludolf, Lothar Charoux, Ana Maria Maiolino, Abelardo Zaluar, Ione Sladanha, Ubi Bava, Ascânio MMM, entre outros, Sami Mattar fez parte da 1ª JAC | JOVEM ARTE CONTEMPORÂNEA no MAC-USP de São Paulo. Ainda em São Paulo, participou da Mostra de Arte Fantástica do Auditório Itália. Em 1969, participou do Manifesto Expansão, realizado no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ Participou também do Salão da Bússola, realizado em novembro de 1969, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-Rio, Brasil) Em 1970, fez parte do lançamento do pôster Barraca - Arte na Praia de Ipanema, no MAM. Após literalmente sonhar com uma árvore, resolveu ir para a Serra dos Órgãos onde, um mês depois, comprou uma casa, casou-se com Sílvia e fundou a Sociedade dos Artistas de Teresópolis - Soarte. Em 1974, o Museu Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro realizou uma exposição de Sami Mattar. Em 1975 voltou ao Líbano, onde realizou uma exposição na Gallery Contemporaire de Beirute. Em 1983, a filha de Oscar Niemeyer organizou, com a presença de seu pai, uma exposição individual de Sami Mattar em sua Galeria, aA. M. Niemeyer no Shopping da Gávea no Rio de Janeiro. Em 1984 a então Fundação Cultural de Brasília realizou a primeira retrospectiva aos 30 anos de pintura de Sami Mattar. Em 1989, ilustrou o livro "O Menino mais Bonito do Mundo" do amigo e cartunista Ziraldo. Em 1995 a Villa Riso no Rio de Janeiro organizou uma retrospectiva de 40 anos de pintura de Sami Mattar. Em 2001 a Bolsa do Rio de Janeiro em seu Centro de Eventos realizou uma grande exposição individual. Em 2002, lançou o livro "Não Acredite Se Puder (O Menino Que Não Ficou Maluquinho)" pela Editora Lachâtre. Em 2006, novamente a Bolsa do Rio de Janeiro apresentou Sami Mattar no seu Centro de Eventos, agora numa grande retrospectiva aos 53 anos de arte. Sami Mattar faleceu aos 87 anos, em Teresópolis, RJ em 2016 Citar fonte: Centro de pesquisa Galeria Paiva Frade

iArremate leilões
18 de Agosto às 20:00

SAMI MATTAR (Mejdlaia, Líbano, 1930 - Teresópolis, RJ, 2016)
"Dois dados estão lançados"
óleo s/ tela, assinado no c.i.e. e datado (1978), localizado (Rio)
Medidas: 73 x 60 cm. Emoldurado: 92 x 79 cm.

ilho primogênito de libaneses, nasceu no Líbano em 1930 e veio morar em Minas Gerais em 1936.

Seu pai, um grande atacadista de seda, queria quefosse médico ou comerciante, não admitia que se tornasse artista. Colocou-o no colégio interno Diocesano Dom Silvério e o proibiu de assistir aulas de desenho dizendo:“Você não vai comer pão com sua arte”.

Revoltado, como em filmes, fez uma “Tereza” de cordas improvisadas com lençóis e pulou a janela e pegou um trem rumo ao Rio de Janeiro, onde trabalhou como pintor de paredes, lavador decarros e por meses dormiu no Aterro do Flamengo, exatamente onde viria a ser o Museu de Arte Moderna.

Em 1949, começou a trabalhar na revista “Vida Doméstica”, e estampou revistas como: “Manchete”, “Veja”, “Latin Finance Magazine” e “Design Journal”.

No Salão Mineiro de 1966 onde Tomie Othake recebeu o Prêmio Viagem, Sami foi agraciado com o prêmio aquisição.

Em 1966, participou das discussões no MAM-RJ a respeito da produção de vanguarda, sua diferença das vanguardas de 1920 e a mercantilização desta arte contemporânea. Assim surgiram a Declaração de Princípios Básicos da Vanguarda e a mostra Nova Objetividade Brasileira.

Junto com Simi Mattar em 1967, assinaram a Declaração de Princípios Básicos da Vanguarda artistas como: Antonio Dias, Vergara, Gerchman, Lygia Clark, Lygia Pape, Glauco Rodrigues, Sami, Raymundo Colares, Maurício Nogueira Lima, Hélio Oiticica, Pedrosa entre outros.

Em março de 1967, no MAM-RJ participou do “Ato da Criação” do Grupo Rex.

Em abril de 1967, fez parte da Nova Objetividade Brasileira, no MAM-RJ, onde Hélio Oiticica montou o ambiente “Tropicália” e na qual participaram artistas de várias tendências, dentes os quais: Leirner, o próprio Sami Mattar, Sérgio Ferro, Roberto Magalhães, Vergara,Gerchamn, Antonio Dias, Raimundo Collares, Waldemar Cordeiro, Lygia Clark, Hélio Oiticica, Glauco Rodrigues, Geraldo de Barros, Maurício Nogueira Lima, etc.

Em 1967 no Apocalipopótese, último evento comandado por Helio Oiticica, Raimundo Amado ao produzir um vídeo acabou criando um documentário de ações, das quais participaram, Oiticica, Lygia Pape, Sami Mattar, Torquato Nelo, passistas da Mangueira, Pietrina Checacci e outros. A proposta tinha foco na democratização da arte, das potências criativas de todos os tipos de pessoas, sem necessariamente intenção artística.

Em outubro 1967, junto com Rubem Ludolf, Lothar Charoux, Ana Maria Maiolino, Abelardo Zaluar, Ione Sladanha, Ubi Bava, Ascânio MMM, entre outros, Sami Mattar fez parte da 1ª JAC | JOVEM ARTE CONTEMPORÂNEA no MAC-USP de São Paulo.

Ainda em São Paulo, participou da Mostra de Arte Fantástica do Auditório Itália.

Em 1969, participou do Manifesto Expansão, realizado no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ

Participou também do Salão da Bússola, realizado em novembro de 1969, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-Rio, Brasil)

Em 1970, fez parte do lançamento do pôster Barraca - Arte na Praia de Ipanema, no MAM.

Após literalmente sonhar com uma árvore, resolveu ir para a Serra dos Órgãos onde, um mês depois, comprou uma casa, casou-se com Sílvia e fundou a Sociedade dos Artistas de Teresópolis - Soarte.

Em 1974, o Museu Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro realizou uma exposição de Sami Mattar.

Em 1975 voltou ao Líbano, onde realizou uma exposição na Gallery Contemporaire de Beirute.

Em 1983, a filha de Oscar Niemeyer organizou, com a presença de seu pai, uma exposição individual de Sami Mattar em sua Galeria, aA. M. Niemeyer no Shopping da Gávea no Rio de Janeiro.

Em 1984 a então Fundação Cultural de Brasília realizou a primeira retrospectiva aos 30 anos de pintura de Sami Mattar.

Em 1989, ilustrou o livro "O Menino mais Bonito do Mundo" do amigo e cartunista Ziraldo.

Em 1995 a Villa Riso no Rio de Janeiro organizou uma retrospectiva de 40 anos de pintura de Sami Mattar.

Em 2001 a Bolsa do Rio de Janeiro em seu Centro de Eventos realizou uma grande exposição individual.

Em 2002, lançou o livro "Não Acredite Se Puder (O Menino Que Não Ficou Maluquinho)" pela Editora Lachâtre.

Em 2006, novamente a Bolsa do Rio de Janeiro apresentou Sami Mattar no seu Centro de Eventos, agora numa grande retrospectiva aos 53 anos de arte.

Sami Mattar faleceu aos 87 anos, em Teresópolis, RJ em 2016

Citar fonte: Centro de pesquisa Galeria Paiva Frade