
Rodolfo Weigel (1909 - 1987) foi um pintor, letreirista e fotógrafo Austriaco que se radicou no Brasil.
Nascido no antigo Império Austro-Hungaro, em Viena, passou a maior parte de sua vida profissional no Brasil, na cidade do Rio de Janeiro. Faleceu no dia 7 de fevereiro de 1989, também no Rio de Janeiro, aos seus 80 anos.
RUDOLF WEIGEL( Áustria, 1907 - Rio de Janeiro, 1987) "Chafariz colonial, Angra dos Reis", RJ. óleo sobre cartão. Medidas: 12,5 x 18 cm. Rodolfo Weigel: é conhecido como Pintor dos Tesouros Escondidos do Brasil Antigo! Nos recantos menos explorados do Brasil, Rodolfo Weigel encontrou sua musa. Um artista discreto, esquivo das luzes sociais e das agitações de vernissages, Weigel se dedicou incansavelmente a retratar as cidades históricas do país. De Olinda a Ouro Preto, de Salvador a Angra dos Reis, Weigel imortalizou as riquezas arquitetônicas e culturais do Brasil antigo em suas telas. Sua obra, como descreve o Dicionário Brasileiro de Artistas Plásticos de Walmir Ayala, é um testemunho de sua devoção à história e à essência do país. Apesar de sua aversão ao brilho dos eventos sociais, Weigel não escapou do reconhecimento nos círculos artísticos. Sua presença nos Salões Paulistas de Belas Artes de 1937 e 1938, assim como na Bienal de Arte Fotográfica Brasileira de 1974, testemunha sua influência duradoura no cenário artístico nacional. Rodolfo Weigel pode ter evitado os holofotes, mas sua obra brilha intensamente como um farol, iluminando os tesouros escondidos do Brasil antigo para as gerações futuras.
RUDOLF WEIGEL( Áustria, 1907 - Rio de Janeiro, 1987) Angra dos Reis óleo sobre cartão. Medidas: 12,5 x 18 cm. Rodolfo Weigel: é conhecido como Pintor dos Tesouros Escondidos do Brasil Antigo! Nos recantos menos explorados do Brasil, Rodolfo Weigel encontrou sua musa. Um artista discreto, esquivo das luzes sociais e das agitações de vernissages, Weigel se dedicou incansavelmente a retratar as cidades históricas do país. De Olinda a Ouro Preto, de Salvador a Angra dos Reis, Weigel imortalizou as riquezas arquitetônicas e culturais do Brasil antigo em suas telas. Sua obra, como descreve o Dicionário Brasileiro de Artistas Plásticos de Walmir Ayala, é um testemunho de sua devoção à história e à essência do país. Apesar de sua aversão ao brilho dos eventos sociais, Weigel não escapou do reconhecimento nos círculos artísticos. Sua presença nos Salões Paulistas de Belas Artes de 1937 e 1938, assim como na Bienal de Arte Fotográfica Brasileira de 1974, testemunha sua influência duradoura no cenário artístico nacional. Rodolfo Weigel pode ter evitado os holofotes, mas sua obra brilha intensamente como um farol, iluminando os tesouros escondidos do Brasil antigo para as gerações futuras.