
Inicia-se nas artes visuais na década de 1940, como pintor autodidata. Entre 1946 e 1947 participa do movimento de renovação das artes plásticas na Bahia, com Mario Cravo Júnior (1923), Carlos Bastos (1925) e outros artistas. Em 1953 forma-se em jornalismo pela Universidade da Bahia e publica artigos sobre arte. Reside no Rio de Janeiro entre 1957 e 1963, onde se torna professor assistente de Carlos Cavalcanti no curso de história da arte, no Instituto de Belas Artes. Reside em Roma entre 1963 e 1966, com o prêmio viagem ao exterior, obtido no Salão Nacional de Arte Moderna - SNAM. Em 1966 participa do Festival Mundial de Artes Negras em Dacar, Senegal.
Ao retornar ao Brasil, reside em Brasília e leciona pintura no Ateliê Livre do Instituto de Artes da Universidade de Brasília - UnB. Em 1972, faz um mural de mármore para o edifício-sede da Novacap em Brasília, considerado sua primeira obra pública. O crítico de arte Frederico Morais elabora em 1974 o audiovisual A Arte de Rubem Valentim. Em 1979, Valentim realiza escultura de concreto aparente, instalada na Praça da Sé, em São Paulo, definindo-a como o Marco Sincrético da Cultura Afro-Brasileira e, no mesmo ano e é designado, por uma comissão de críticos, para executar cinco medalhões de ouro, prata e bronze, para os quais recria símbolos afro-brasileiros para a Casa da Moeda do Brasil. Em 1998 oMuseu de Arte da Moderna da Bahia - MAM/BA inaugura a Sala Especial Rubem Valentim no Parque de Esculturas.
Acervos
Acervo Banco Itaú S.A. - São Paulo SP
Coleção Gilberto Chateaubriand - MAM/RJ - Rio de Janeiro RJ
Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo - MAC/USP - São Paulo SP
Museu de Arte Moderna da Bahia - MAM/BA - Salvador BA
Museu Nacional de Belas Artes - MNBA - Rio de Janeiro RJ
Pinacoteca do Estado de São Paulo - Pesp - São Paulo SP
Exposições Individuais
1954 - Salvador BA - Individual, na Galeria Oxumaré
1954 - Salvador BA - Indvidual, no Palácio Rio Branco
1961 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Petite Galerie
1961 - São Paulo SP - Individual, no MAM/SP
1962 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Relevo - prêmio da crítica como a melhor exposição do ano - ABCA
1965 - Roma (Itália) - Individual, na Galeria d'Arte della Casa do Brasil
1967 - Brasília DF - Individual, no Hotel Nacional
1967 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Bonino
1970 - Brasília DF - 31 Objetos Emblemáticos e Relevos-Emblemas de Rubem Valentim, na Fundação Cultural do Distrito Federal
1970 - Rio de Janeiro - 31 Objetos Emblemáticos e Relevos-Emblemas de Rubem Valentim, no MAM/RJ
1971 - São Paulo SP - Individual, na Documenta Galeria de Arte
1973 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria de Arte Ipanema
1974 - Brasília DF - Individual, na Galeria Porta do Sol
1975 - Brasília DF - Panorama de Arte de Rubem Valentim, na Fundação Cultural do Distrito Federal
1975 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Bolsa de Arte
1978 - Brasília DF - Mito e Magia na Arte de Rubem Valentim, na Fundação Cultural do Distrito Federal
1978 - Rio de Janeiro RJ - Mito e Magia na Arte de Rubem Valentim, na Galeria Bonino
1980 - Brasília DF - Variações Meta-Sígnicas Visuais de Rubem Valentim, na Fundação Cultural do Distrito Federal
1988 - Rio de Janeiro RJ - Rubem Valentim: pinturas emblemáticas, na Versailles Galeria de Arte
1990 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Letra Viva
1990 - São Paulo SP - Individual, na Miragem Escritório de Arte
1991 - Washington (Estados Unidos) - Individual, no Brazilian-American Cultural Institute
Exposições Coletivas
1949 - Salvador BA - 1º Salão Baiano de Belas Artes, no Hotel Bahia
1950 - Salvador BA - Novos Artistas Baianos, no Museu do Instituto Geográfico e Histórico
1955 - Salvador BA - 5º Salão Baiano de Belas Artes, no Belvedere da Sé - Prêmio Universidade da Bahia
1955 - São Paulo SP - 3ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão das Nações
1956 - Rio de Janeiro RJ - 5º Salão Nacional de Arte Moderna
1956 - Salvador BA - Artistas Modernos da Bahia, na Galeria Oxumaré
1957 - São Paulo SP - Artistas da Bahia, no MAM/SP
1958 - Rio de Janeiro RJ - Oito Artistas Contemporâneos, na Funarte. Galeria Macunaíma
1959 - São Paulo SP - 5ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho
1960 - Rio de Janeiro RJ - 9º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ - prêmio aquisição
1961 - Rio de Janeiro RJ - Salão de Arte da Petite Galerie, na Petite Galerie - 1º prêmio
1961 - São Paulo SP - 6ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho
1962 - Rio de Janeiro RJ - 11º Salão Nacional de Arte Moderna - prêmio de viagem ao exterior
1962 - São Paulo SP - 11º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia - medalha de ouro e prêmio de viagem ao exterior
1962 - Veneza (Itália) - 31ª Bienal de Veneza
1963 - São Paulo SP - 7ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1964 - Rio de Janeiro RJ - 2º O Rosto e a Obra, na Galeria Ibeu Copacabana
1965 - L'Aquila (Itália) - Alternative Attuali/2: ressegna di pittura, scultura, grafica
1966 - Dacar (Senegal) - Exposição de Arte Contemporânea: tendências e confrontações
1966 - Salvador BA - 1ª Bienal Nacional de Artes Plásticas - prêmio pela contribuição à pintura brasileira
1967 - Brasília DF - 4º Salão de Arte Moderna do Distrito Federal, no Teatro Nacional
1967 - Rio de Janeiro RJ - Artistas Abstratos Geométricos, na Funarte. Galeria Macunaíma
1967 - São Paulo SP - 9ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal - Prêmio Aquisição Itamaraty
1968 - Rio de Janeiro RJ - 6º Resumo de Arte JB
1969 - Nuremberg (Alemanha) - 1ª Bienal Internacional de Arte Construtiva de Nuremberg
1969 - São Paulo SP - 10ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1969 - São Paulo SP - 1º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP - artista convidado
1970 - Brasília DF - Artistas Plásticos de Brasília, no Conselho Britânico
1970 - Medellín (Colômbia) - 2ª Bienal de Arte de Medellín, no Museu de Antioquia
1971 - Rio de Janeiro RJ - 9º Resumo de Arte JB, no MAM/RJ
1971 - Rio de Janeiro RJ - Exposição de Múltiplos, na Petite Galeria
1972 - Santiago (Chile) - 1ª Exposição Internacional de Pintura Contemporânea, no Museo Nacional de Bellas Artes do Chile
1972 - São Paulo SP - Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois, na Galeria da Collectio
1973 - Brasília DF - 1º Salão Global da Primavera - prêmio de viagem ao exterior
1973 - São Paulo SP - 12ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal - Prêmio Aquisição Itamaraty
1975 - São Paulo SP - 2ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo
1975 - São Paulo SP - 7º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP - 1º prêmio
1976 - Campinas SP - 10º Salão de Arte Contemporânea de Campinas, no MACC
1976 - São Paulo SP - Bienal Nacional 76, na Fundação Bienal
1977 - Lagos (Nigéria) - 2º Festival Mundial da Arte Negra
1977 - Rio de Janeiro RJ - 2ª Arte Agora: visão da terra, no MAM/RJ
1977 - Rio de Janeiro RJ - Projeto Construtivo Brasileiro na Arte: 1950-1962, no MAM/RJ
1977 - Roma (Itália) - 14ª Quadrienal de Roma
1977 - São Paulo SP - 14ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1977 - São Paulo SP - Projeto Construtivo Brasileiro na Arte: 1950-1962, na Pinacoteca do Estado
1978 - Rio de Janeiro RJ - 3ª Arte Agora: América Latina, Geometria Sensível, no MAM/RJ
1978 - São Paulo SP - 10º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1978 - São Paulo SP - O Objeto na Arte: Brasil anos 60, no MAB/Faap
1979 - São Paulo SP - 11º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1979 - São Paulo SP - Coleção Theon Spanudis, no MAC/USP
1980 - Rio de Janeiro RJ - Homenagem a Mário Pedrosa, na Galeria Jean Boghici
1981 - São Paulo SP - 13º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1981 - São Paulo SP - Arte Transcendente, no MAM/SP
1983 - Rio de Janeiro RJ - 6º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1983 - São Paulo SP - 14º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1984 - Rio de Janeiro RJ - Madeira, Matéria de Arte, no MAM/RJ
1984 - Rio de Janeiro RJ - Pintura Brasileira Atuante, no Espaço Petrobras
1984 - São Paulo SP - Coleção Gilberto Chateaubriand: retrato e auto-retrato da arte brasileira, no MAM/SP
1984 - São Paulo SP - Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal
1985 - São Paulo SP - 16º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1985 - São Paulo SP - 7 Pintores da Arte Contemporânea Brasileira, na Galeria de Arte Portal
1986 - Brasília DF - Rubem Valentim e Athos Bulcão, na Performance Galeria de Arte
1986 - Havana (Cuba) - 2ª Bienal de Havana
1986 - Rio de Janeiro RJ - JK e os Anos 50: uma visão da cultura e do cotidiano, na Galeria Investiarte
1987 - Paris (França) - Modernidade: arte brasileira do século XX, no Musée d'Art Moderne de La Ville de Paris
1987 - São Paulo SP - Trabalhando com o Suporte: pintura, recorte e objeto, na Documenta Galeria de Arte
1988 - São Paulo SP - 15 Anos de Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, na Fundação Mokiti Okada
1988 - São Paulo SP - 19º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1988 - São Paulo SP - A Mão Afro-Brasileira, no MAM/SP
1988 - São Paulo SP - Arte Atual de Brasília, no MAB/Faap
1988 - São Paulo SP - Modernidade: arte brasileira do século XX, no MAM/SP
1988- Rio de Janeiro RJ - 2ª Abstração Geométrica, na Funarte
1989 - Los Angeles (Estados Unidos) - Introspectives: contemporary art by americans and brazilians of african descent, no The California Afro-American Museum
1989- São Paulo SP - A Estética do Candomblé, no MAC/USP
1990 - Chicago (Estados Unidos) - Expressões Singulares da Arte Brasileira, no Chicago Cultural Center
1990 - Chicago (Estados Unidos) - Brazil: crossroads of modern art, na Randolph Gallery
1990 - Nova York (Estados Unidos) - Introspectives: contemporary art by americans and brazilians of african descent, no The Bronx Museum
1991 - Belo Horizonte MG - Dois Retratos da Arte, no MAP
1991 - Brasília DF - Dois Retratos da Arte, no Museu Histórico e Diplomático - Palácio Itamaraty
1991 - Curitiba PR - Dois Retratos da Arte, na Fundação Cultural de Curitiba. Solar do Barão
1991 - Porto Alegre RS - Dois Retratos da Arte, no Margs
1991 - Recife PE - Dois Retratos da Arte, no Museu do Estado de Pernambuco
1991 - Rio de Janeiro RJ - Dois Retratos da Arte, no MAM/RJ
1991 - Salvador BA - Dois Retratos da Arte, no Museu de Arte da Bahia
1991 - São Paulo SP - Dois Retratos da Arte, no MAC/USP
Exposições Póstumas
1992 - Brasília DF - Forma e Cor Essencial, na Casa de Cultura da América Latina
1992 - Brasília DF - O Templo de Oxalá, no Palácio Itamaraty
1992 - Brasília DF - Os Guardadores de Símbolos e Axé na Praça da Sé, no MAB/DF
1992 - Brasília DF - Rubem Valentim: em memória, no Universidade Holística Internacional de Brasília. Espaço Cultural Rubem Valentim
1992 - Cidade do México (México) - Rubem Valentim: serigrafias, no Museo de La Estampa
1992 - Curitiba PR - 10ª Mostra da Gravura Cidade de Curitiba/Mostra América, no Museu da Gravura
1992 - Poços de Caldas MG - Arte Moderna Brasileira: acervo do MAC/USP, na Casa de Cultura de Poços de Caldas
1992 - Rio de Janeiro RJ - 1ª A Caminho de Niterói: Coleção João Sattamini, no Paço Imperial
1992 - Rio de Janeiro RJ - Eco Art, no MAM/RJ
1992 - São Paulo SP - A Sedução dos Volumes: os tridimensionais do MAC, no MAC/USP
1992 - São Paulo SP - Altares Emblemáticos de Rubem Valentim, na Pinacoteca do Estado
1992 - São Paulo SP - Bahia - Emblemas e Magia, no Memorial da América Latina
1992 - Zurique (Suíça) - Brasilien: entdeckung und selbstentdeckung, no Kunsthaus
1993 - Brasília DF - Athos Bulcão, Rubem Valentim, Tomie Ohtake, no Centro Cultural 508
1993 - Brasília DF - Triângulo, no Espaço Cultural 508 Sul
1993 - Fortaleza CE - Rubem Valentim: serigrafias, no Museu de Arte da UFCE
1993 - Rio de Janeiro RJ - Brasil 100 Anos de Arte Moderna, no MNBA
1994 - Rio de Janeiro RJ - Rubem Valentim: construção e símbolo, no CCBB
1994 - São Paulo SP - Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal
1995 - Belo Horizonte MG - Os Herdeiros da Noite: fragmentos do imaginário negro, no Centro de Cultura de Belo Horizonte
1995 - Belo Horizonte MG - Rubem Valentim, no Palácio das Artes
1995 - Frankfurt (Alemanha) - Feira do Livro de Frankfurt
1996 - Niterói RJ - Arte Contemporânea Brasileira na Coleção João Sattamini, no MAC/Niterói
1996 - Rio de Janeiro RJ - Tendências Construtivas no Acervo do MAC/USP: construção, medida e proporção, no CCBB
1996 - São Paulo SP - 23ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1996 - São Paulo SP - Arte Brasileira: 50 anos de história no acervo MAC/USP: 1920-1970, no MAC/USP
1997 - Goiânia GO - Brasilidade: coletânea de artistas brasileiros, na Galeria de Arte Marina Potrich
1997 - São Paulo SP - Escultura Brasileira: perfil de uma identidade, no Banco Safra
1997 - São Paulo SP - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, no Itaú Cultural
1997 - Washington (Estados Unidos) - Escultura Brasileira: perfil de uma identidade, no Centro Cultural do BID
1998 - Belo Horizonte MG - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, no Itaú Cultural
1998 - Brasília DF - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, na Galeria Itaú Cultural
1998 - Niterói RJ - Espelho da Bienal, no MAC/Niterói
1998 - Penápolis SP - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, na Galeria Itaú Cultural
1998 - São Paulo SP - Arte Construtiva no Brasil: Coleção Adolpho Leirner, no MAM/SP
1998 - São Paulo SP - Coleção MAM Bahia: pinturas, no MAM/SP
1998 - São Paulo SP - Fronteiras, no Itaú Cultural
1999 - Rio de Janeiro RJ - Arte Construtiva no Brasil: Coleção Adolpho Leirner, no MAM/RJ
1999 - Salvador BA - 100 Artistas Plásticos da Bahia, no Museu de Arte Sacra
2000 - Belo Horizonte MG - Ars Brasilis, na Galeria de Arte do Minas Tênis Clube
2000 - Brasília DF - Exposição Brasil Europa: encontros no século XX, no Conjunto Cultural da Caixa
2000 - Curitiba PR - 12ª Mostra da Gravura de Curitiba. Marcas do Corpo, Dobras da Alma
2000 - Lisboa (Portugal) - Século 20: arte do Brasil, na Fundação Calouste Gulbenkian. Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
2000 - São Paulo SP - Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento, na Fundação Bienal
2001 - Belo Horizonte MG - Rubem Valentim: artista da luz, no MAP
2001 - Brasília DF - Rubem Valentim: exposição retrospectiva, no Espaço Cultural Contemporâneo Venâncio
2001 - Nova York (Estados Unidos) - Brazil: body and soul, no Solomon R. Guggenheim Museum
2001 - São Paulo SP - Rubem Valentim: artista da luz, na Pinacoteca do Estado
2001 - São Paulo SP - Trajetória da Luz na Arte Brasileira, no Itaú Cultural
2002 - Brasília DF - Fragmentos a Seu Ímã, no Espaço Cultural Contemporâneo Venâncio
2002 - Brasília DF - JK - Uma Aventura Estética, no Conjunto Cultural da Caixa
2002 - Rio de Janeiro RJ - Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, no CCBB
2002 - Rio de Janeiro RJ - Caminhos do Contemporâneo 1952-2002, no Paço Imperial
2002 - Rio de Janeiro RJ - Paralelos: arte brasileira da segunda metade do século XX em contexto, Collección Cisneros, no MAM/RJ
2002 - São Paulo SP - Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, no CCBB
2002 - São Paulo SP - Modernismo: da Semana de 22 à seção de arte de Sérgio Milliet, no CCSP
2002 - São Paulo SP - Paralelos: arte brasileira da segunda metade do século XX em contexto, Colección Cisneros, no MAM/SP
2003 - Brasília DF - Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, no CCBB
2003 - São Paulo SP - Papel e Tridimensional, no Arvani Arte
2003 - São Paulo SP - Tomie Ohtake na Trama Espiritual da Arte Brasileira, no Instituto Tomie Ohtake
2004 - Rio de Janeiro RJ - Tomie Ohtake na Trama Espiritual da Arte Brasileira, no MNBA
2004 - São Paulo SP - Gabinete de Papel, no CCSP
2004 - São Paulo SP - Sala do Acervo, na Ricardo Camargo Galeria
Rubem Valentim - Torre Branca. Resina pintada a mão, 19x6x6 cm, sem data, assinada vista. Edição de 2500 exemplares.
RUBEM VALENTIM "Torre Azul II" Escultura em resina pintada a mão. Med 19x7x7 cm -Assinada na matriz - Sem data, sem numeração. Edição de 2.500 exemplares do Instituto R. Valentim. "TORRE AZUL II" Características Distintivas: Escultura em resina premium com pintura artesanal manual; Produto licenciado com autorização oficial do estate do artista; Aprofundamento do diálogo entre concretismo e espiritualidade ancestral; Complexificação sofisticada dos símbolos geométricos dos orixás; Variações tonais do azul evocando diferentes qualidades das águas divinas; Ritmo visual que ecoa os toques sagrados dos atabaques; Transformação em partitura visual dos sons do candomblé; Elevação de símbolos religiosos ao status de arte conceitual; Inspirado na obra evolutiva “Torre Azul II” de Rubem Valentim; Partitura Visual e Ritmos dos Atabaques Sagrados. Evolução da Síntese Entre Concretismo e Espiritualidade Afro-Brasileira: Quando um artista consegue evoluir uma linguagem visual já revolucionária, o resultado transcende a simples progressão para se tornar aprofundamento espiritual. Maturidade Artística e Legado Evolutivo: Esta recriação tridimensional conta com a aprovação oficial do estate de Rubem Valentim, garantindo não apenas a autenticidade da interpretação evolutiva, mas o reconhecimento da qualidade artística desta transposição dimensional. A obra representa a maturidade artística de um criador que conseguiu desenvolver e aprofundar sua linguagem visual mantendo absolute fidelidade aos princípios espirituais e culturais que a fundamentam. “Torre Azul II” de Rubem Valentim representa uma evolução natural da primeira torre, aprofundando o diálogo entre concretismo e espiritualidade afro-brasileira através de uma complexificação dos símbolos geométricos que transforma a obra em verdadeira partitura visual dos sons sagrados do candomblé. Complexificação Simbólica e Evolução Espiritual: A obra apresenta uma complexificação deliberada dos símbolos geométricos dos orixás, demonstrando como Rubem Valentim conseguiu aprofundar sua linguagem visual sem perder a conexão com as tradições ancestrais. Esta evolução não é meramente formal, mas representa um amadurecimento espiritual que permite ao artista expressar nuances mais sutis da cosmologia afro-brasileira através da geometria sagrada. Cada elemento adicional na composição funciona como camada de significado que enriquece a leitura simbólica da obra. A complexificação geométrica espelha a riqueza e profundidade da tradição religiosa afro-brasileira, onde cada símbolo carrega múltiplas interpretações e conexões com diferentes aspectos da experiência espiritual e cultural. Águas Divinas e Variações Tonais Sagradas: Nossa interpretação escultórica desta evolução artística nasceu do entendimento de que as possíveis variações tonais do azul sagrado evocam diferentes qualidades das águas divinas presentes na cosmologia afro-brasileira. Cada tonalidade conecta-se a aspectos específicos dos orixás aquáticos, criando uma experiência cromática que é simultaneamente visual e espiritual. O azul mantém sua centralidade sagrada while se expande em possibilidades expressivas que refletem a diversidade das manifestações divinas nas águas – desde as águas doces de Oxum até as águas salgadas de Iemanjá, passando pelas águas correntes que carregam mensagens ancestrais. Esta sofisticação cromática demonstra a maturidade artística alcançada por Valentim na exploração de sua linguagem concretista sagrada. A genialidade de “Torre Azul II” reside na capacidade de transformar elementos visuais em experiência sonora sinestésica. Com ritmo visual que ecoa os toques dos atabaques, esta torre funciona como partitura visual dos sons sagrados do candomblé, criando uma ponte entre diferentes linguagens artísticas que amplifica o impacto espiritual da obra. Esta dimensão rítmica visual não é metafórica, mas estrutural – os elementos geométricos se organizam seguindo padrões que espelham as cadências musicais dos rituais afro-brasileiros. A obra consegue assim capturar não apenas os símbolos visuais, mas também a musicalidade e temporalidade ritual, criando uma experiência artística total que honra múltiplas dimensões da tradição ancestral. Reafirmação Cultural e Sofisticação Conceitual: “Torre Azul II” reafirma de forma ainda mais enfática a presença da cultura afro-brasileira no circuito artístico contemporâneo, demonstrando como a evolução artística pode aprofundar rather than abandonar conexões culturais fundamentais. A obra eleva símbolos religiosos ao status de arte conceitual sofisticada através da força transformadora do Axé, provando que tradição e vanguarda podem coexistir e se potencializar mutuamente. Esta segunda torre representa não apenas continuidade, mas evolução consciente – uma demonstração de como artistas podem desenvolver linguagens visuais próprias sem perder suas raízes culturais. Possuir esta obra significa participar de um movimento artístico que reconhece a sofisticação intelectual e espiritual das tradições afro-brasileiras como fonte legítima de inovação estética contemporânea. Maturidade Artística e Legado Evolutivo: Esta recriação tridimensional conta com a aprovação oficial do estate de Rubem Valentim, garantindo não apenas a autenticidade da interpretação evolutiva, mas o reconhecimento da qualidade artística desta transposição dimensional. A obra representa a maturidade artística de um criador que conseguiu desenvolver e aprofundar sua linguagem visual mantendo absolute fidelidade aos princípios espirituais e culturais que a fundamentam. Para o colecionador de arte conceitual brasileira, “Torre Azul II” representa investimento em uma obra que demonstra como a evolução artística verdadeira aprofunda rather than abandona conexões fundamentais. É uma peça que celebra simultaneamente a inovação formal e a fidelidade cultural, consolidando-se como exemplo paradigmático de como artistas brasileiros podem contribuir para a vanguarda internacional while honrando e desenvolvendo tradições nacionais únicas).
Rubem Valentim - Torre Vermelha. Resina pintada a mão, 18,5x7,5x7,5 cm, sem data, assinada. Edição de 2500 exemplares.
Rubem Valentim - Emblema serigráfico - 33-100. Serigrafia, 38x28 cm, 1988, A.C.I.D a lápis. Sem moldura
Rubem Valentim - Torre Azul II. Resina pintada a mão, 19x9x10 cm, sem data, assinatura na matriz. Edição de 2500 exemplares.
Rubem Valentim - Emblema - 30-100. Serigrafia póstuma, 50x70 cm, sem data, A.C.I.D. (serigrafada). Sem moldura
Rubem Valentim - Emblema - 73-100. Serigrafia póstuma, 100x70 cm, sem data, A.C.I.D. (serigrafada) Sem moldura, com chancela do Projeto Cultural Rubem Valentim
Rubem Valentim - Emblema - 82-100. Serigrafia póstuma, 100x70 cm, sem data, A.C.I.D. (serigrafada). Sem moldura
Rubem Valentim - Torre Azul I. Resina pintada a mão, 18,5x7x7 cm, sem data, assinatura na matriz, sem numeração. Edição de 2500 exempleres
RUBEM VALENTIM "Torre Azul I" Escultura em resina pintada a mão. Med 19x7x7 cm -Assinada na matriz -Sem data, sem numeração. Edição de 2.500 exemplares do Instituto R. Valentim. "TORRE AZUL I" Características Distintivas: Escultura em resina premium com pintura artesanal manual; Estrutura totêmica que afirma a presença cultural afro-brasileira; Produto licenciado com autorização oficial do estate do artista; Síntese única entre concretismo e espiritualidade afro-brasileira; Geometria sagrada conectando dimensões terrena e espiritual; Cor azul sagrada associada aos orixás Ogum e Iemanjá; Incorporação de símbolos dos orixás através de formas concretistas; Celebração do Axé como força vital criadora; Concretismo Sagrado e Linguagem Visual Sofisticada; Inspirado na obra “Torre Azul I” de Rubem Valentim; Síntese Tridimensional Entre Concretismo e Espiritualidade Afro-Brasileira: Existe uma obra que consegue transformar símbolos sagrados ancestrais em linguagem visual contemporânea sem perder sua potência espiritual. Legado Revolucionário e Valor Cultural Permanente: Esta recriação tridimensional conta com a aprovação oficial do estate de Rubem Valentim, garantindo não apenas a autenticidade da interpretação cultural, mas o reconhecimento da qualidade artística desta transposição dimensional. A obra perpetua o legado revolucionário de um artista que conseguiu transformar símbolos marginalizados em elementos centrais da vanguarda brasileira. “Torre Azul I” de Rubem Valentim representa uma das mais importantes sínteses entre concretismo e espiritualidade afro-brasileira na arte nacional, agora reimaginada em uma experiência tridimensional pintada artesanalmente que permite tocar literalmente a conexão vertical entre mundo terreno e divino através da força criadora do Axé. O Totem Sagrado e a Geometria dos Orixás: A estrutura totêmica de “Torre Azul I” incorpora símbolos dos orixás através de formas concretistas, criando uma linguagem visual que transforma elementos religiosos afro-brasileiros em arte conceitual contemporânea. Esta abordagem revolucionária demonstra como Rubem Valentim conseguiu elevar a cultura afro-brasileira ao circuito artístico erudito sem descaracterizar sua essência espiritual. A utilização da geometria sagrada na composição vertical estabelece uma conexão direta entre mundo terreno e espiritual, funcionando como canal de comunicação com as forças ancestrais. Cada elemento geométrico carrega significado simbólico específico, criando um vocabulário visual que honra a tradição while dialoga com a vanguarda artística internacional. Azul Sagrado e Pintura Artesanal: Nossa interpretação escultórica desta obra icônica nasceu do entendimento de que a cor azul em Valentim não é meramente estética, mas carrega profundo significado espiritual associado aos orixás Ogum e Iemanjá. Esta cromática sagrada, aplicada através de pintura manual artesanal, confere à peça uma dimensão ritual que conecta o processo criativo com a tradição ancestral. Cada pincelada manual é aplicada com reverência, reconhecendo que estamos recriando não apenas uma obra de arte, mas um símbolo sagrado que celebra o Axé como força vital criadora. A textura e materialidade da pintura artesanal conferem à escultura uma presença que transcende a simples representação para se tornar objeto de poder espiritual e estético. A genialidade de “Torre Azul I” reside na capacidade de Rubem Valentim de criar uma linguagem visual sofisticada que é simultaneamente contemporânea e ancestral. Os elementos concretistas não negam a espiritualidade, mas a potencializam através de uma estética depurada que dialoga com movimentos artísticos internacionais sem perder sua identidade cultural. Esta abordagem representa uma revolução na arte brasileira: a transformação de símbolos religiosos marginalizados em elementos centrais da vanguarda artística nacional. A torre funciona como manifesto visual que afirma a legitimidade e sofisticação da cultura afro-brasileira no contexto da arte conceitual contemporânea. Afirmação Cultural e Potência Espiritual: “Torre Azul I” funciona como poderosa afirmação da presença da cultura afro-brasileira no circuito artístico, demonstrando como tradições ancestrais podem ser honradas e simultaneamente atualizadas através da linguagem visual contemporânea. A obra representa um marco na luta por reconhecimento e valorização da contribuição afro-brasileira para a identidade cultural nacional. Possuir esta recriação significa muito mais que adquirir uma peça decorativa – é participar de um movimento de afirmação cultural que reconhece a espiritualidade afro-brasileira como fonte legítima de criação artística. A obra transforma qualquer ambiente em espaço de celebração da diversidade cultural e potência criativa do Brasil contemporâneo. Legado Revolucionário e Valor Cultural Permanente: Esta recriação tridimensional conta com a aprovação oficial do estate de Rubem Valentim, garantindo não apenas a autenticidade da interpretação cultural, mas o reconhecimento da qualidade artística desta transposição dimensional. A obra perpetua o legado revolucionário de um artista que conseguiu transformar símbolos marginalizados em elementos centrais da vanguarda brasileira. Para o colecionador de arte brasileira contemporânea, “Torre Azul I” representa investimento em uma obra que funciona simultaneamente como arte conceitual sofisticada e objeto de poder espiritual. É uma peça que honra a tradição ancestral while contribui para a evolução da linguagem visual contemporânea, consolidando-se como símbolo da riqueza cultural que emerge quando diferentes tradições se encontram e se potencializam mutuamente).
RUBEM VALENTIM "Torre Vermelha" Escultura em resina pintada a mão. Med 19x7x7 cm -Assinada na matriz - Sem data, sem numeração. Edição de 2.500 exemplares do Instituto R. Valentim. "TORRE VERMELHA" Características Distintivas: Escultura em resina premium com pintura artesanal manual; Produto licenciado com autorização oficial do estate do artista; Vermelho sagrado dos orixás guerreiros Exu, Ogum e Iansã; Geometria dinâmica que abstrai ferramentas sagradas em formas concretistas; Campo de força visual que ativa e energiza espaços; Para colecionadores que reconhecem a afirmação revoluci ; Inspirado na obra “Torre Vermelha” de Rubem Valentim. Uma extraordinária canalização da força vital dos orixás guerreiros através do vermelho sagrado. A energia transformadora de Exu, Ogum e Iansã ganha vida através da geometria dinâmica que pulsa com resistência cultural. Para colecionadores que reconhecem a afirmação revolucionária da estética afro-brasileira na arte contemporânea. Maturidade Artística e Legado Evolutivo: Esta recriação tridimensional conta com a aprovação oficial do estate de Rubem Valentim, garantindo não apenas a autenticidade da interpretação evolutiva, mas o reconhecimento da qualidade artística desta transposição dimensional. A obra representa a maturidade artística de um criador que conseguiu desenvolver e aprofundar sua linguagem visual mantendo absolute fidelidade aos princípios espirituais e culturais que a fundamentam.
RUBEM VALENTIM "Torre Branca" Escultura em resina pintada a mão. Med 19x7x6 cm -Assinada na matriz - Sem data, sem numeração. Edição de 2.500 exemplares do Instituto R. Valentim. "TORRE BRANCA" Características Distintivas: Escultura em resina premium com pintura artesanal manual; Produto licenciado com autorização oficial do estate do artista; Utilização da cor sagrada de Oxalá explorando pureza e paz ancestral; Minimalismo espiritual que revela essência das formas geométricas sagradas; Interação dinâmica com luz e sombra expandindo limites físicos; Metáfora visual para a irradiação do Axé além das fronteiras materiais; Instrumento meditativo e canal de conexão ancestral; Diálogo entre tradição afro-brasileira e linguagem visual universal; Inspirado na obra contemplativa “Torre Branca” de Rubem Valentim; Minimalismo Contemplativo e Universalidade Cultural. Universalidade Espiritual e Legado Contemplativo: Esta recriação tridimensional conta com a aprovação oficial do estate de Rubem Valentim, garantindo não apenas a autenticidade da interpretação contemplativa, mas o reconhecimento da qualidade artística desta transposição dimensional. A obra representa a capacidade única de Valentim de criar arte que é simultaneamente profundamente enraizada na cultura afro-brasileira e universalmente acessível através da linguagem do minimalismo espiritual. TORRE BRANCA - Pureza, Paz e Ancestralidade Através do Minimalismo Espiritual Afro-Brasileiro. Existe uma cor que carrega em si toda a potência da pureza ancestral e da paz espiritual. “Torre Branca” de Rubem Valentim utiliza a cor sagrada de Oxalá para criar um totem concretista que transcende a simples representação para se tornar instrumento meditativo e canal de conexão ancestral, agora reimaginado em uma experiência tridimensional que permite tocar literalmente a essência das formas geométricas sagradas através do minimalismo espiritual mais refinado. A Sagrada Pureza de Oxalá em Forma Geométrica: O branco em “Torre Branca” não é ausência de cor, mas presença de todas as possibilidades – a cor sagrada de Oxalá que representa pureza, paz e sabedoria ancestral na cosmologia afro-brasileira. Rubem Valentim emprega esta cromática sagrada como veículo para revelar a essência das formas geométricas, criando um minimalismo espiritual que convida à contemplação profunda e à conexão com as raízes mais puras da tradição. Esta abordagem minimalista não representa simplificação, mas destilação – a busca pela essência que permanece quando todos os elementos supérfluos são removidos. O branco funciona como tela onde a geometria sagrada pode se manifestar em sua forma mais pura, criando uma experiência estética que é simultaneamente visual e espiritual, contemporânea e ancestral. A genialidade de “Torre Branca” reside na capacidade de estabelecer um diálogo entre tradição religiosa afro-brasileira e linguagem visual contemporânea universal. O minimalismo espiritual de Valentim demonstra como símbolos culturais específicos podem alcançar ressonância universal quando tratados com a reverência e sofisticação adequadas. Esta universalidade não dilui a especificidade cultural, mas a potencializa através de uma linguagem que fala diretamente à experiência contemplativa humana. O branco sagrado torna-se ponte entre diferentes tradições espirituais, permitindo que observadores de várias origens culturais encontrem pontos de conexão com a sabedoria ancestral afro-brasileira através da experiência estética pura. Instrumento Meditativo e Transformação Espacial: “Torre Branca” funciona como instrumento meditativo que transforma qualquer ambiente em espaço de contemplação e reflexão espiritual. A presença da obra altera a qualidade energética do espaço, irradiando a paz e pureza associadas a Oxalá através de sua geometria sagrada minimalista. Esta capacidade transformadora demonstra como a arte verdadeira funciona não apenas como decoração, mas como catalisador de experiências transcendentes. Possuir esta obra significa ter acesso a um canal permanente de conexão ancestral que honra a tradição afro-brasileira while oferece uma experiência estética que fala à sensibilidade contemporânea. A torre branca cria um espaço de silêncio visual que permite ao observador conectar-se com aspectos mais profundos da experiência espiritual através da contemplação das formas puras. Universalidade Espiritual e Legado Contemplativo: Esta recriação tridimensional conta com a aprovação oficial do estate de Rubem Valentim, garantindo não apenas a autenticidade da interpretação contemplativa, mas o reconhecimento da qualidade artística desta transposição dimensional. A obra representa a capacidade única de Valentim de criar arte que é simultaneamente profundamente enraizada na cultura afro-brasileira e universalmente acessível através da linguagem do minimalismo espiritual. Para o colecionador de arte contemplativa, “Torre Branca” representa investimento em uma obra que demonstra como tradições espirituais específicas podem contribuir para linguagens visuais universais sem perder sua especificidade cultural. É uma peça que funciona como ponte entre mundos – conectando tradição e contemporaneidade, especificidade cultural e universalidade humana, simplicidade aparente e profundidade espiritual infinita.
Rubem Valentim - Sem Título, Serigrafia, 100 x 70 cm, ass. impressa inferior direito, p.e, tiragem 5/20 pm,. Com marca d’água do Instituto Cultural Rubem Valentim. Edição póstuma autorizada