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Fechado há 14 anos, Museu de Arte de Brasília será reaberto este mês - Guia das Artes
Fechado há 14 anos, Museu de Arte de Brasília será reaberto este mês
Fechado há 14 anos, Museu de Arte de Brasília será reaberto este mês
Espaço cultural, localizado às margens do Lago Paranoá, exibirá acervo de pelo menos 1,3 mil peças de grandes artistas brasileiros
inserido em 2021-04-20 18:52:26
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Anúncio é do GDF; apesar do fim das obras, espaço permanece fechado para visitação do público por causa das medidas de prevenção à Covid-19. Reforma custou R$ 9 milhões aos cofres públicos.


Após permanecer 14 anos fechado, o Museu de Arte de Brasília (MAB) volta a receber obras de arte e será reinaugurado a partir de 21 de abril – no aniversário de 61 anos da capital federal – segundo anúncio do GDF. A reforma do espaço custou R$ 9 milhões aos cofres públicos (saiba mais abaixo).

A reinauguração, no entanto, não significa acesso livre aos visitantes. Isso porque o local permanece de portas fechadas para o público por causa das medidas de prevenção à Covid-19.

O museu fica às margens do Lago Paranoá, no Setor de Hotéis e Turismo Norte (relembre a história do local mais abaixo). Antes de ser fechado, o espaço reunia obras de arte moderna e contemporânea, que vão da década de 1950 ao ano de 2001. O acervo é de 1,3 mil peças.

 

Primeiras esculturas chegam ao Museu de Arte de Brasília — Foto: Joel Rodrigues / Agência Brasília

Nos últimos preparativos para a entrega do MAB, as mais de 1 mil peças do acervo estão sendo reunidas. As obras estavam na Residência Oficial de Águas Claras (Roac) e, na sexta-feira (9), 12 esculturas foram levadas para o jardim do museu. Dessas, 11 peças são de autoria de artistas brasilienses e são avaliadas, segundo o GDF, em R$ 1,5 milhão.

Reforma
O Museu de Arte de Brasília está fechado aos visitantes desde 2007 por causa de problemas estruturais. Ao longo dos anos, o espaço passou por diversos momentos de início e paralisação de reforma.

Em 2015, o custo da reforma estava estimado em R$ 3 milhões. Apesar de já ter o contrato firmado, as obras foram interrompidas pela falta de verba do governo do Distrito Federal. Na época, a Secretaria de Cultura informou que a crise financeira não permitiria que as obras continuassem.


Já em 2017, o então governador do DF, Rodrigo Rollemberg (PSB), anunciou a retomada da reforma, que teria o custo atualizado de R$7 milhões. A previsão era entregar o MAB em 2018. Mas, novamente as obras foram paralisadas.

Apenas em 2020, o espaço voltou a ouvir os barulhos da construção. Para revitalizar e modernizar o museu, foram gastos R$ 9 milhões. Com esse dinheiro, foram reformadas as estruturas já existentes e inseridas as seguintes novidades no espaço:

  • Novas paredes de cobogós na parte inferior do prédio
  • Dois elevadores para pessoas com mobilidade reduzida
  • Um laboratório para restauração de obras
  • Um espaço de 600 m² para servir de reserva técnica
  • Sistema de energia solar
  • Sistema de captação da água da chuva
  • Climatização
  • Iluminação nos jardins
  • Sala de triagem para receber e avaliar as obras
  • Passagem subterrânea para interligar os espaços do museu

Conheça o MAB
O prédio onde fica o museu foi inaugurado em 1961, logo após a construção de Brasília. O local ocupa uma área construída de 4,8 mil m², tendo térreo, pavimento superior e subsolo.

O projeto estrutural foi assinado pelo arquiteto Oscar Niemeyer e por Joaquim Cardozo. Já o projeto arquitetônico foi de um alagoano chamado Abel Carnauba Accioly, na época funcionário da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) como desenhista técnico.
Antes se tornar um espaço cultural em Brasília, o local abrigou, inicialmente, o Clube das Forças Armadas e, mais tarde, o Casarão do Samba. Cerca de 24 anos desde a criação, em 1985, o prédio se tornou um museu.

Ao todo, o local conta mais de 1,3 mil peças de arte, que foram levadas para diversos locais enquanto o espaço estava fechado. Entre os lugares, está o Museu Nacional da República e a Residência Oficial de Águas Claras. Segundo a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec), as obras do MAB vão passar por avaliação e restauração, caso seja necessário.

 

Fonte: G1

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