
Mauro Costa nascido em 1973, autodidata, residente na bucólica São Lourenço, sul de Minas Gerais, que começou a produzir seus primeiros trabalhos em 1996 com pinturas impressionistas de paisagens e cenas árabes.
No ano de 2006 inicioua nova fase no “Realismo” onde cria obras fantásticas de forte impacto visual.
Hiper-realismo é um gênero de pintura e escultura que tem um efeito semelhante ao da fotografia de alta resolução. O hiper-realismo é uma evolução do fotorrealismo, e o termo foi usado para designar um movimento artístico que nasceu nos Estados Unidos e na Europa em torno de 1968.Expandindo-se no início dos anos 70, tendo grande popularidade na Inglaterra, Estados Unidos e no Brasil.
A palavra hiper-realismo apareceu pela primeira vez como título de uma exposição organizada pela galerista belga Isy Brachot, em 1973. Na época, assumiu o mesmo significado que fotorrealismo
Mauro CostaDesde 1993 com trabalhos na Galeria Paiva Frade.
- Presente no “Catálogo das Artes Plásticas Brasil”,de Maria Alice e Julio Louzada.
- 2006 Exposição "Cor em Movimento" na Galeria Paiva Frade, com a ilustre presença dos artistas; Laerpe Motta, Amorelli, José Benigno, Simone Ribeiro e o leiloeiro e curador Alexandre Paiva Frade.
- 2008 Grande Leilão da Primavera da Rugendas Galeria de Arte com a obra;
“Tubo de Tinta” lote 118 ex.
- Salão de Artes - realizado em São Paulo,no Clube Hebraica em agosto de 2010, ao lado dos principais mestres da pinturabrasileira, de todos os tempos.
O famoso “Salão de Artes” realizadoem São Paulo, todos os anos, na região dos jardins no Clube Hebraica.
- 2011 Leilão de Artede 25 e 24 de agosto– James Lisboa, com a obra;
“Bel Air – 1959” lote 266.
- 2011 leilão da Galeria TNT no Riode Janeiro, com a obra;“Mercedes Bens 280 SL– 1969”
Destaque em duas páginas inteiras do catalogo.
- Em exposição permanente no Rio de Janeiro com a Galeria Dom Quixote e também com
Obras em São Paulo no Escritório de Arte– James Lisboa leiloeiro oficial.
MAURO COSTA (1973) "Querubins" Óleo sobre tela Assinado no c.i.d. e no verso Medidas: 60 x 60 cm. Emoldurado: 89 x 89 cm. Biografia: Nascido em 1973, autodidata, residente na bucólica São Lourenço, sul de Minas Gerais, começou a produzir seus primeiros trabalhos em 1996 com pinturas impressionistas de paisagens e cenas árabes. No ano de 2006 iniciou a nova fase no “Realismo” onde cria obras fantásticas de forte impacto visual. Hiper-realismo é um gênero de pintura e escultura que tem um efeito semelhante ao da fotografia de alta resolução. O hiper-realismo é uma evolução do fotorrealismo, e o termo foi usado para designar um movimento artístico que nasceu nos Estados Unidos e na Europa em torno de 1968, expandindo-se no início dos anos 70, tendo grande popularidade na Inglaterra, Estados Unidos e no Brasil. A palavra hiper-realismo apareceu pela primeira vez como título de uma exposição organizada pela galerista belga Isy Brachot, em 1973. Na época, assumiu o mesmo significado que fotorrealismo. Mauro Costa, desde 1993 com trabalhos na Galeria Paiva Frade.
MAURO COSTA (1973) Vinhos e Vinhedos Óleo sobre tela Assinado no c.i.d. Medidas: 70 x 100 cm. Emoldurado: 92,5 x 122,5 cm. Biografia: Nascido em 1973, autodidata, residente na bucólica São Lourenço, sul de Minas Gerais, começou a produzir seus primeiros trabalhos em 1996 com pinturas impressionistas de paisagens e cenas árabes. No ano de 2006 iniciou a nova fase no “Realismo” onde cria obras fantásticas de forte impacto visual. Hiper-realismo é um gênero de pintura e escultura que tem um efeito semelhante ao da fotografia de alta resolução. O hiper-realismo é uma evolução do fotorrealismo, e o termo foi usado para designar um movimento artístico que nasceu nos Estados Unidos e na Europa em torno de 1968, expandindo-se no início dos anos 70, tendo grande popularidade na Inglaterra, Estados Unidos e no Brasil. A palavra hiper-realismo apareceu pela primeira vez como título de uma exposição organizada pela galerista belga Isy Brachot, em 1973. Na época, assumiu o mesmo significado que fotorrealismo. Mauro Costa, desde 1993 com trabalhos na Galeria Paiva Frade.
D'après VICTOR FROND (1821-1881) - por MAURO COSTA - Panorama do Rio de Janeiro, Tomada da Ilha das Cobras, vendo-se ao centro a Igreja da Candelária sem a cúpula, Séc. XIX Óleo sobre tela, 57 x 76,5 cm. Na moldura: 92 x 111 cm. Mauro Costa, nascido em 1973 em São Lourenço, Minas Gerais, é um pintor brasileiro autodidata que se destaca por sua transição do impressionismo ao hiper-realismo. Iniciou sua trajetória artística em 1996 com pinturas impressionistas de paisagens e cenas árabes. No ano de 2006 inicia nova fase no Realismo onde cria obras fantásticas de forte impacto visual. Presente no Catálogo das Artes Plásticas Brasil de Louzada, desde 1993 com trabalhos na Galeria Paiva Frade, exposição Cor em Movimento 2006, Salão de Artes Clube Hebraica São Paulo 2010. A vista aqui recriada é a Tomada da Ilha das Cobras, com panorama do porto do Rio e Candelária a partir da Ilha das Cobras. O ponto de vista histórico documentado por Frond em 1859-1861. Ao centro, a Igreja de Nossa Senhora da Candelária ainda sem a cúpula, construção iniciada em 1775 e só finalizada no final do século XIX. À esquerda, o Mosteiro de São Bento dominando a parte norte, oferecendo perspectiva sobre o fundo da baía e a Ilha das Cobras. Ao fundo, Morro do Castelo, Santo Antônio e Pão de Açúcar. A imagem recupera a topografia do Rio imperial antes dos aterros. Victor Frond, Jean-Victor Frond, nascido em Montfaucon em 1821 e morto em 1881, fotógrafo e editor francês que viveu parte de sua vida em exílio no Brasil. Possuiu um estúdio no Rio de Janeiro entre os anos de 1858 e 1862. Exilado após o golpe de Louis Napoleon em 1851, ganhando o patrocínio da Corte Imperial, produziu registro monumental do Rio urbano e da vida rural. O Brasil Pitoresco foi a primeira obra de viajantes editada na América Latina com ilustrações obtidas a partir de fotografias. Raridade, releitura hiper-realista de panorama de Victor Frond com Candelária sem cúpula não possui recorrência em bibliotecas europeias e em acervo de museus. A fotografia original de 1858-1861 é rara, a versão pintada por Mauro Costa em 57 x 76,5 cm constitui documento pictórico de valor histórico para coleção de vistas do Rio de Janeiro imperial, com tiragem única.
MAURO COSTA (1973) "Roses rouge et blanches" O.S.T. Assinado no c.i.d. e no verso Medidas: 61 x 50 cm. Emoldurado: 72 x 61 cm. Biografia: Nascido em 1973, autodidata, residente na bucólica São Lourenço, sul de Minas Gerais, começou a produzir seus primeiros trabalhos em 1996 com pinturas impressionistas de paisagens e cenas árabes. No ano de 2006 iniciou a nova fase no “Realismo” onde cria obras fantásticas de forte impacto visual. Hiper-realismo é um gênero de pintura e escultura que tem um efeito semelhante ao da fotografia de alta resolução. O hiper-realismo é uma evolução do fotorrealismo, e o termo foi usado para designar um movimento artístico que nasceu nos Estados Unidos e na Europa em torno de 1968, expandindo-se no início dos anos 70, tendo grande popularidade na Inglaterra, Estados Unidos e no Brasil. A palavra hiper-realismo apareceu pela primeira vez como título de uma exposição organizada pela galerista belga Isy Brachot, em 1973. Na época, assumiu o mesmo significado que fotorrealismo. Mauro costa, desde 1993 com trabalhos na Galeria Paiva Frade.