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Marie Louise Mattos quem e - Guia das Artes
Marie Louise Mattos
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Marie Louise Mattos
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Biografia
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MARIE LOUISE MATTOS (Paris, França, 1916) Salinas, Cabo Frio, RJ Óleo sobre eucatex Assinado no c.i.d. e no verso assinado e datado (1991) Medidas: 26,5 x 34,5 cm. Na Moldura: 53,5 x 45,5 cm. Marie Louise Bouscayrol Pinto de Mattos é uma das mais expressivas artistas. Foi admiradíssima na França, onde nasceu e esteve em varias ocasiões. Quirino Campofiorito escreveu a seu respeito: "Marie Louise nasceu na França, mas logo veio para o Brasil. Seu pai, Antonino Mattos, que se inscreve entre os maiores escultores brasileiros, encontrava-se na Europa fazendo estudos de sua arte. De sua autoria é o monumento à Retirada da Laguna, na Praia Vermelha e também um impressionante torso em bronze que pode ser visto no Museu Nacional de Belas-Artes. Sua obra toda, por vezes com influências de Rodin, destaca-se como uma das mais válidas plasticamente ... Marie Louise seguiu a tradição da família. Seus sucessos na pintura, foram pouco a pouco destacando-se muito além do ambiente conservadorista em que se conservara por longo tempo, até obter o Prêmio de Viagem ao Estrangeiro no Salão Nacional de Belas-Artes no ano de 1960. As audaciosas composições que expôs nos últimos anos naquele certame, demonstravam uma disposição para superar os estagnados moldes estéticos do ambiente em que exibia sua obra. O prêmio que lhe foi conferido para a Viagem à Europa surpreendeu, pelo inédito de que se constituía, pois Marie Louise não parecia acomodar-se nas medidas que moldavam as preferências dos júris do velho Salão. Foi um prêmio oportuníssimo. Marcou novas possibilidades nas premiações de júris que pareciam rebeldes a qualquer evolução artística.” Marie Louise iniciou-se na pintura com Armando Viana, em 1946. Em 1947, mereceu Menção Honrosa no Salão Nacional de Belas Artes do Rio Janeiro, Em 1948, recebeu Menção Honrosa no Salão da Prefeitura Rio Janeiro. Em 1950 Participa do Salão Nacional de Belas Artes do Rio Janeiro e dos Salões de São Paulo. Em 1951 conquista Medalhas Prata: no Salão Nacional de Belas-Artes, no Salão Prefeitura do Distrito Federal e, no Salão Curitibano de Artes. Em 1955 Marie Louise recebeu Medalha de Ouro da Academia Brasileira de Belas Artes e Medalha de Prata no Salão de Belas Artes do Rio Grande do Sul. Em 1956 recebeu medalha do Ouro do Salão Curitiba de Belas Artes, Estado Paraná. Em 1959, conquistou novamente o primeiro lugar. Em 1960, o Salão Nacional de Belas Artes outorgou-lhe o Prêmio Viagem ao Estrangeiro, laurel máximo do principal Salão do Brasil. Na Europa expos na Galeria Cimese, no famoso Salão dos "Artistas Independentes", no Salão de "Art Libre", e no "Grand Palais", em Paris. Em 1963 realizou exposição individual na Galeria no Rio de Janeiro merecendo referências na critica especializada. Em 1963, o Salão Nacional de Belas Artes, conferiu-lhe a Medalha de Ouro. Em 1964, foi membro do júri do Salão Nacional de Belas Artes. Voltou à Europa e realizou uma exposição individual em Paris. Em 1966, mereceu do Salão Nacional de Belas Artes o Prêmio de Viagem ao País. Em 1967, foi condecorada com a Medalha da Associação dos Artistas Brasileiros. Em 1968, 1969 e 1970 expôs, Isenção de júri, no Salão Nacional de Arte Moderna. Em 1972, participou da Bienal de São Paulo. Em 2003, aos 87 anos, quase 60 de carreira artística, despediu-se das galerias com a exposição "Para ninguém esquecer", na Pinacoteka.

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MARIE LOUISE MATTOS (Paris, França, 1916) Situado: Castelo - RJ. Nanquim aquarelado Assinado e datado (2002) no c.i.d. Medidas: 17 x 23 cm. Na moldura: 31 x 37 cm. Marie Louise Bouscayrol Pinto de Mattos, 1916, Paris, França; Marie Louise Mattos é uma das mais expressivas artistas. Foi admiradíssima na França, onde nasceu e esteve em varias ocasiões. Quirino Campofiorito escreveu a seu respeito: "Marie Louise nasceu na França, mas logo veio para o Brasil. Seu pai, Antonino Mattos, que se inscreve entre os maiores escultores brasileiros, encontrava-se na Europa fazendo estudos de sua arte. De sua autoria é o monumento à Retirada da Laguna, na Praia Vermelha e também um impressionante torso em bronze que pode ser visto no Museu Nacional de Belas-Artes. Sua obra toda, por vezes com influências de Rodin, destaca-se como uma das mais válidas plasticamente ... Marie Louise seguiu a tradição da família. Seus sucessos na pintura, foram pouco a pouco destacando-se muito além do ambiente conservadorista em que se conservara por longo tempo, até obter o Prêmio de Viagem ao Estrangeiro no Salão Nacional de Belas-Artes no ano de 1960. As audaciosas composições que expôs nos últimos anos naquele certame, demonstravam uma disposição para superar os estagnados moldes estéticos do ambiente em que exibia sua obra. O prêmio que lhe foi conferido para a Viagem à Europa surpreendeu, pelo inédito de que se constituía, pois Marie Louise não parecia acomodar-se nas medidas que moldavam as preferências dos júris do velho Salão. Foi um prêmio oportuníssimo. Marcou novas possibilidades nas premiações de júris que pareciam rebeldes a qualquer evolução artística.” Marie Louise iniciou-se na pintura com Armando Viana, em 1946. Em 1947, mereceu Menção Honrosa no Salão Nacional de Belas Artes do Rio Janeiro, Em 1948, recebeu Menção Honrosa no Salão da Prefeitura Rio Janeiro. Em 1950 Participa do Salão Nacional de Belas Artes do Rio Janeiro e dos Salões de São Paulo. Em 1951 conquista Medalhas Prata: no Salão Nacional de Belas-Artes, no Salão Prefeitura do Distrito Federal e, no Salão Curitibano de Artes. Em 1955 Marie Louise recebeu Medalha de Ouro da Academia Brasileira de Belas Artes e Medalha de Prata no Salão de Belas Artes do Rio Grande do Sul. Em 1956 recebeu medalha do Ouro do Salão Curitiba de Belas Artes, Estado Paraná. Em 1959, conquistou novamente o primeiro lugar. Em 1960, o Salão Nacional de Belas Artes outorgou-lhe o Prêmio Viagem ao Estrangeiro, laurel máximo do principal Salão do Brasil. Na Europa expos na Galeria Cimese, no famoso Salão dos "Artistas Independentes", no Salão de "Art Libre", e no "Grand Palais", em Paris. Em 1963 realizou exposição individual na Galeria no Rio de Janeiro merecendo referências na critica especializada. Em 1963, o Salão Nacional de Belas Artes, conferiu-lhe a Medalha de Ouro. Em 1964, foi membro do júri do Salão Nacional de Belas Artes. Voltou à Europa e realizou uma exposição individual em Paris. Em 1966, mereceu do Salão Nacional de Belas Artes o Prêmio de Viagem ao País. Em 1967, foi condecorada com a Medalha da Associação dos Artistas Brasileiros. Em 1968, 1969 e 1970 expôs, Isenção de júri, no Salão Nacional de Arte Moderna. Em 1972, participou da Bienal de São Paulo. Em 2003, aos 87 anos, quase 60 de carreira artística, despediu-se das galerias com a exposição "Para ninguém esquecer", na Pinacoteka.

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MARIE LOUISE MATTOS (Paris, França, 1916) Praia de nudismo Nanquim aquarelado Assinado e datado (2002) no c.i.e. Medidas: 17 x 23 cm. Emoldurado: 31 x 37 cm. Marie Louise Bouscayrol Pinto de Mattos é uma das mais expressivas artistas. Foi admiradíssima na França, onde nasceu e esteve em várias ocasiões. Quirino Campofiorito escreveu a seu respeito: "Marie Louise nasceu na França, mas logo veio para o Brasil. Seu pai, Antonino Mattos, que se inscreve entre os maiores escultores brasileiros, encontrava-se na Europa fazendo estudos de sua arte. De sua autoria é o monumento à Retirada da Laguna, na Praia Vermelha e também um impressionante torso em bronze que pode ser visto no Museu Nacional de Belas-Artes. Sua obra toda, por vezes com influências de Rodin, destaca-se como uma das mais válidas plasticamente ... Marie Louise seguiu a tradição da família. Seus sucessos na pintura, foram pouco a pouco destacando-se muito além do ambiente conservadorista em que se conservara por longo tempo, até obter o Prêmio de Viagem ao Estrangeiro no Salão Nacional de Belas-Artes no ano de 1960. As audaciosas composições que expôs nos últimos anos naquele certame, demonstravam uma disposição para superar os estagnados moldes estéticos do ambiente em que exibia sua obra. O prêmio que lhe foi conferido para a Viagem à Europa surpreendeu, pelo inédito de que se constituía, pois Marie Louise não parecia acomodar-se nas medidas que moldavam as preferências dos júris do velho Salão. Foi um prêmio oportuníssimo. Marcou novas possibilidades nas premiações de júris que pareciam rebeldes a qualquer evolução artística.” Marie Louise iniciou-se na pintura com Armando Viana, em 1946. Em 1947, mereceu Menção Honrosa no Salão Nacional de Belas Artes do Rio Janeiro, Em 1948, recebeu Menção Honrosa no Salão da Prefeitura Rio Janeiro. Em 1950 Participa do Salão Nacional de Belas Artes do Rio Janeiro e dos Salões de São Paulo. Em 1951 conquista Medalhas Prata: no Salão Nacional de Belas-Artes, no Salão Prefeitura do Distrito Federal e, no Salão Curitibano de Artes. Em 1955 Marie Louise recebeu Medalha de Ouro da Academia Brasileira de Belas Artes e Medalha de Prata no Salão de Belas Artes do Rio Grande do Sul. Em 1956 recebeu medalha do Ouro do Salão Curitiba de Belas Artes, Estado Paraná. Em 1959, conquistou novamente o primeiro lugar. Em 1960, o Salão Nacional de Belas Artes outorgou-lhe o Prêmio Viagem ao Estrangeiro, laurel máximo do principal Salão do Brasil. Na Europa expos na Galeria Cimese, no famoso Salão dos "Artistas Independentes", no Salão de "Art Libre", e no "Grand Palais", em Paris. Em 1963 realizou exposição individual na Galeria no Rio de Janeiro merecendo referências na critica especializada. Em 1963, o Salão Nacional de Belas Artes, conferiu-lhe a Medalha de Ouro. Em 1964, foi membro do júri do Salão Nacional de Belas Artes. Voltou à Europa e realizou uma exposição individual em Paris. Em 1966, mereceu do Salão Nacional de Belas Artes o Prêmio de Viagem ao País. Em 1967, foi condecorada com a Medalha da Associação dos Artistas Brasileiros. Em 1968, 1969 e 1970 expôs, Isenção de júri, no Salão Nacional de Arte Moderna. Em 1972, participou da Bienal de São Paulo. Em 2003, aos 87 anos, quase 60 de carreira artística, despediu-se das galerias com a exposição "Para ninguém esquecer", na Pinacoteka.

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MARIE LOUISE MATTOS (Paris, França, 1916) Paraty Aquarela Assinado e datado (1980) no c.i.e. Emoldurado: 42 x 33 cm. Marie Louise Bouscayrol Pinto de Mattos é uma das mais expressivas artistas. Foi admiradíssima na França, onde nasceu e esteve em várias ocasiões. Quirino Campofiorito escreveu a seu respeito: "Marie Louise nasceu na França, mas logo veio para o Brasil. Seu pai, Antonino Mattos, que se inscreve entre os maiores escultores brasileiros, encontrava-se na Europa fazendo estudos de sua arte. De sua autoria é o monumento à Retirada da Laguna, na Praia Vermelha e também um impressionante torso em bronze que pode ser visto no Museu Nacional de Belas-Artes. Sua obra toda, por vezes com influências de Rodin, destaca-se como uma das mais válidas plasticamente ... Marie Louise seguiu a tradição da família. Seus sucessos na pintura, foram pouco a pouco destacando-se muito além do ambiente conservadorista em que se conservara por longo tempo, até obter o Prêmio de Viagem ao Estrangeiro no Salão Nacional de Belas-Artes no ano de 1960. As audaciosas composições que expôs nos últimos anos naquele certame, demonstravam uma disposição para superar os estagnados moldes estéticos do ambiente em que exibia sua obra. O prêmio que lhe foi conferido para a Viagem à Europa surpreendeu, pelo inédito de que se constituía, pois Marie Louise não parecia acomodar-se nas medidas que moldavam as preferências dos júris do velho Salão. Foi um prêmio oportuníssimo. Marcou novas possibilidades nas premiações de júris que pareciam rebeldes a qualquer evolução artística.” Marie Louise iniciou-se na pintura com Armando Viana, em 1946. Em 1947, mereceu Menção Honrosa no Salão Nacional de Belas Artes do Rio Janeiro, Em 1948, recebeu Menção Honrosa no Salão da Prefeitura Rio Janeiro. Em 1950 Participa do Salão Nacional de Belas Artes do Rio Janeiro e dos Salões de São Paulo. Em 1951 conquista Medalhas Prata: no Salão Nacional de Belas-Artes, no Salão Prefeitura do Distrito Federal e, no Salão Curitibano de Artes. Em 1955 Marie Louise recebeu Medalha de Ouro da Academia Brasileira de Belas Artes e Medalha de Prata no Salão de Belas Artes do Rio Grande do Sul. Em 1956 recebeu medalha do Ouro do Salão Curitiba de Belas Artes, Estado Paraná. Em 1959, conquistou novamente o primeiro lugar. Em 1960, o Salão Nacional de Belas Artes outorgou-lhe o Prêmio Viagem ao Estrangeiro, laurel máximo do principal Salão do Brasil. Na Europa expos na Galeria Cimese, no famoso Salão dos "Artistas Independentes", no Salão de "Art Libre", e no "Grand Palais", em Paris. Em 1963 realizou exposição individual na Galeria no Rio de Janeiro merecendo referências na critica especializada. Em 1963, o Salão Nacional de Belas Artes, conferiu-lhe a Medalha de Ouro. Em 1964, foi membro do júri do Salão Nacional de Belas Artes. Voltou à Europa e realizou uma exposição individual em Paris. Em 1966, mereceu do Salão Nacional de Belas Artes o Prêmio de Viagem ao País. Em 1967, foi condecorada com a Medalha da Associação dos Artistas Brasileiros. Em 1968, 1969 e 1970 expôs, Isenção de júri, no Salão Nacional de Arte Moderna. Em 1972, participou da Bienal de São Paulo. Em 2003, aos 87 anos, quase 60 de carreira artística, despediu-se das galerias com a exposição "Para ninguém esquecer", na Pinacoteka.