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Maria Auxiliadora da Silva principais obras - Guia das Artes
Maria Auxiliadora da Silva
Informações
Nome:
Maria Auxiliadora da Silva
Nasceu:
Campo Belo - MG - Brasil (15/05/1938)
Faleceu:
São Paulo - SP - Brasil(20/08/1974)
Obras deste artista
Obra 1
Obra 2
Obra 3
Obra 4
Obra 5
Obra 6
Obra 7
Obra 8
Obra 9
Obra 10
Obra 11
Obra 12
Obra 13
Obra 14
Obra 15
Obra 16
Obra 17
Obra 18
Obra 19
Obra 20
Obra 21
Obra 22
Obra 23
Obra 24
Obra 25
Obra 26
Obra 27
Obra 28
Obra 29
Obra 30
Obra 31
Obra 32
Obra 33
Obra 34
Obra 35
Obra 36
Obra 37
Obra 38
Obra 39
Obra 40
Obra 41
Obra 42
Obra 43
Obra 44
Obra 45
Obra 46
Obra 47
Obra 48
Obra 49
Obra 50
Obra 51
Obra 52
Obra 53
Obra 54
Obra 55
Obra 56
Obra 57
Obra 58
Obra 59
Obra 60
Obra 61
Obra 62
Obra 63
Obra 64
Obra 65
Obra 66
Sobre o artista

Maria Auxiliadora (Campo Belo MG 1938 - São Paulo SP 1974). Pintora. É autodidata em artes plásticas e inicia sua produção artística por volta de 1954. Em 1968, liga-se ao grupo de Solano Trindade em Embu, São Paulo, e realiza sua primeira mostra individual. Postumamente, a obra da artista é enfocada no livro Mitopoética de 9 Artistas Brasileiros, de Lélia Coelho Frota.

Biografia

Segundo críticos, sua obra situa-se na fronteira entre a arte ingênua e a art brut. Em sua vida atribulada pintou apenas durante sete anos, entre 1967 e 1974, porém, foram tão marcantes seus trabalhos, que lhe conferiram um lugar do maior destaque entre os primitivistas nacionais. Ela realizou procissões, danças populares, cenas do carnaval, do campo e das cidades. Uma de suas características marcantes foi a frequente utilização do branco, proporcionando efeitos sutis e de extrema leveza plástica. No final da vida, a doença povoou suas telas de anjos, grinaldas, ambulâncias e funerais.



Cronologia

Filha de mãe bordadeira e pai trabalhador braçal em estradas de ferro, veio para São Paulo com a família. Na capital paulista foi doméstica e passadora de roupa. ca. 1954 – Autodidata, iniciou sua produção em guaches e lápis-de-cor. 1967 – Após sofrer grave cirurgia, decidiu pintar, primeiro em casa dos pais, depois em sua própria residência. 1968 – Conheceu alguns artistas, entre os quais o poeta e teatrólogo negro Solano Trindade, que havia criado um núcleo artístico em Embu das Artes, perto de São Paulo, grupo que mantinha ligação especial com a herança cultural afro-brasileira. Mas Embu foi tomada pelos hippies e Auxiliadora resolveu levantar âncora, indo expor na Praça da República, na capital paulista. 1970 – O marchand alemão Werner Arnhold levou para a Europa trabalhos seus, recebidos com entusiasmo. 1971 – Realizou mostra individual nas dependências do Serviço de Divulgação e Relações Culturais dos EUA - USIS, em São Paulo, por recomendação do físico e crítico de arte Mário Schemberg. 1972 – Matriculou-se num centro de alfabetização, em São Paulo. Pouco depois foi acometida de um câncer fatal. 1977 – A editora italiana Giulio Bolaffi publicou a monografia Maria Auxiliadora da Silva, com texto de Max Fourny, um especialista em arte primitivista. 1978 – A obra de Maria Auxiliadora foi enfocada no livro Mitopoética de 9 Artistas Brasileiros, de Lélia Coelho Frota.

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