
José Paulo Moreira da Fonseca nasceu no Rio de Janeiro em 1922 e faleceu na mesma cidade em 4 de dezembro de 2004.
Em 1945, formou-se em Direito e em 1948 concluiu a Faculdade de Filosofia, mas, afinal, dedicou-se à arte, tornando-se um dos principais poetas de sua geração, com vários livros publicados.
Na década de 50, fez suas primeiras incursões na pintura, como autodidata. Foram experiências isoladas, com grandes lapsos de tempo entre um e outro quadro, até alcançar, afinal, um ritmo regular de produção.
Tendo realizado em 1962 sua primeira individual, desde então já efetuou numerosas mostras, em São Paulo, Rio de Janeiro e Recife, como também em Frankfurt, Lisboa, Londres, Viena, Munique, Bonn, Hamburgo e Nova Iorque. É uma pintura agradável, que apela diretamente ao olho tátil e, através dele, ao sentimento do espectador.
Publicou: Poesia: Elegia Diurna, 1947; Poesias, 1949; Concerto (in Poemata), 1950; Dois Poemas, 1951; A Tempestade e outros Poemas, 1956; Raízes, 1957; Três Livros, 1958; Seqüência, 1962. Prosa: Breves Memórias de Alexandro Apollonios, 1960; Exposição de Arte, 1966. Teatro: Dido e Enéias, 1953; a Mágico, 1963. Antologia poética (Rio de Janeiro: Leitura, 1968).
Composição - 66 x 96 cm - Gravura Sem Moldura - Ass. Canto Inferior Direito - Exemplar 63/190 - Apresenta pequenos rasgos nas bordas
Árvore e Porta – 60 x 80 cm – Gravura sem Moldura – Ass. Canto Inferior Direito - Exemplar 63/190 - Leves rasgos nas bordas
Cachoeira – 70 x 70 cm – Gravura sem Moldura – Ass. Canto Inferior Direito - Apresenta pequenos amassados e rasgos nas bordas