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Jean Baptiste Debret - Guia das Artes
Jean Baptiste Debret
Informações
Nome:
Jean Baptiste Debret
Nasceu:
Paris - França (18/04/1768)
Faleceu:
Paris - França (11/06/1848)
Biografia

Jean-Baptiste Debret , pintor, desenhista, gravador, professor, decorador, cenógrafo. Freqüenta a Academia de Belas Artes, em Paris, entre 1785 e 1789, aluno de Jacques-Louis David (1748 - 1825), seu primo e líder do neoclassicismo francês. Estuda fortificações na École de Ponts et Chaussée [Escola de Pontes e Rodovias, futura Escola Politécnica], onde se torna professor de desenho. Em 1798, auxilia os arquitetos Percier e Fontaine na decoração de edifícios. Por volta de 1806, trabalha como pintor na corte de Napoleão (1769 - 1821). Após a queda do imperador e com a morte de seu único filho, Debret decide integrar a Missão Artística Francesa, que vem ao Brasil em 1816. Instala-se no Rio de Janeiro e, a partir de 1817, ministra aulas de pintura em seu ateliê, onde tem como aluno Simplício de Sá (1785 - 1839). Em 1818, colabora na decoração pública para a aclamação de D. João VI (1767 - 1826), no Rio de Janeiro. Por volta de 1825, realiza águas-fortes, que estão na Seção de Estampas da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. De 1826 a 1831, é professor de pintura histórica na Academia Imperial de Belas Artes - Aiba, atividade que alterna com viagens para várias cidades do país, quando retrata tipos humanos, costumes e paisagens locais. Na Aiba tem como alunos Porto Alegre (1806 - 1879) e August Müller (1815 - ca.1883). Em 1829, organiza a Exposição da Classe de Pintura Histórica da Imperial Academia das Bellas Artes, primeira mostra pública de arte no Brasil. Deixa o país em 1831 e retorna a Paris com o discípulo Porto Alegre. Entre 1834 e 1839, edita, o livro Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil, em três volumes, ilustrado com litogravuras que têm como base as aquarelas realizadas com seus estudos e observações.

Cronologia

Acervos


Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand - Masp - São Paulo SP
Museu Nacional de Belas Artes - MNBA - Rio de Janeiro RJ
Museus Castro Maya - IPHAN/MinC - Rio de Janeiro RJ

 

Exposições Coletivas


1798 - Paris (França) - Salão de Paris - 2º prêmio
1806 - Paris (França) - Salão, no Instituto da França - menção honrosa
1808 - Paris (França) - Salão de Paris, no Instituto da França
1814 - Paris (França) - Salão de Paris
1829 - Rio de Janeiro RJ - 1ª Exposição da Classe de Pintura Histórica da Imperial Academia das Bellas Artes, na Aiba
1830 - Rio de Janeiro RJ - 2ª Exposição da Classe de Pintura Histórica da Imperial Academia das Bellas Artes, na Aiba

 

Exposições Póstumas


1859 - Rio de Janeiro RJ - 13ª Exposição Geral de Belas Artes, na Aiba
1860 - Rio de Janeiro RJ - 14ª Exposição Geral de Belas Artes, na Aiba
1884 - Rio de Janeiro RJ - 26ª Exposição Geral de Belas Artes, na Aiba
1953 - São Paulo SP - 2ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão dos Estados
1981 - Rio de Janeiro RJ - Universo do Carnaval: imagens e reflexões, na Acervo Galeria de Arte
1983 - Recife PE - 50 Anos de Casa-Grande & Senzala, na Fundação Joaquim Nabuco. Administração Central
1984 - Aracaju SE - 50 Anos de Casa-Grande & Senzala
1984 - Brasília DF - 50 Anos de Casa-Grande & Senzala
1984 - Lisboa (Portugal) - 50 Anos de Casa-Grande & Senzala, no Museu Gulbenkian da Fundação Calouste Gulbenkian
1984 - Salvador BA - 50 Anos de Casa-Grande & Senzala
1984 - São Paulo SP - J. B. Debret: aquarelas, no Museu da Casa Brasileira
1984 - São Paulo SP - Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal
1984 - Vitória ES - 50 Anos de Casa-Grande & Senzala
1986 - Curitiba PR - Tradição/Contradição, no MAC/PR
1987 - São Paulo SP - O Brasil Pintado por Mestres Nacionais e Estrangeiros: séculos XVIII - XX, no Masp
1989 - Estocolmo (Suécia) - Art in Latin America: the modern era 1820 - 1980, no Moderna Museet
1989 - Londres (Inglaterra) - Art in Latin America: the modern era 1820 - 1980, na Hayward Gallery
1989 - Paris (França) - La Révolution Française et l´Europe, no Grand Palais
1990 - Curitiba PR - 9ª A Litografia no Paraná, no Museu Guido Viaro
1990 - Madri (Espanha) - Art in Latin America: the modern era 1820 - 1980, no Palacio de Velázquez
1990 - Rio de Janeiro RJ - Missão Artística Francesa e Pintores Viajantes: França-Brasil no século XIX, na Fundação Casa França-Brasil
1992 - Rio de Janeiro RJ - Natureza: quatro séculos de arte no Brasil, no CCBB
1992 - Zurique (Suíça) - Brasilien: entdeckung und selbstentdeckung, no Kunsthaus Zürich
1994 - Lisboa (Portugal) - Rio de Janeiro: capital d'além-mar, no Museu Rafael Bordalo Pinheiro
1994 - Rio de Janeiro RJ - Rio de Janeiro: capital d'além-mar, no CCBB 1994 - São Paulo SP - Debret: aquarelas do Brasil, na Casa das Rosas
1994 - São Paulo SP - Debret: aquarelas do Brasil , na Casa das Rosas
1994 - São Paulo SP - O Brasil dos Viajantes, no Masp
1995 - Lisboa (Portugal) - O Brasil dos Viajantes, no Centro Cultural de Belém
1996 - Londres (Inglaterra) - Brazil Through European Eyes, na Christie's
1998 - Brasília DF - Brasileiro que nem Eu, que nem Quem?, no Ministério das Relações Exteriores
1998 - São Paulo SP - Iconografia Paulistana em Coleções Particulares, no Museu da Casa Brasileira
1999 - Rio de Janeiro RJ - O Brasil Redescoberto, no Paço Imperial
1999 - São Paulo SP - Brasileiro que nem Eu, que nem Quem?, no MAB/Faap. Salão Cultural
2000 - Porto Alegre RS - De Frans Post a Eliseu Visconti: acervo Museu Nacional de Belas Artes - RJ, no Margs
2000 - Rio de Janeiro RJ - Viagens Tropicais, no Instituto Moreira Salles
2000 - Rio de Janeiro RJ - Visões do Rio na Coleção Geyer, no CCBB
2000 - São Paulo SP - Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento, na Fundação Bienal
2000 - São Paulo SP - Brasil Sobre Papel: matizes e vivências, no Espaço de Artes Unicid
2000 - São Paulo SP - Coleção Brasiliana, na Pinacoteca do Estado
2000 - São Paulo SP - O Café, no Banco Real
2000 - São Paulo SP - Rio de Janeiro 1825-1826 e Outros Destaques do Highcliffe Álbum, no Instituto Moreira Salles
2001 - Rio de Janeiro RJ - Aquarela Brasileira, no Centro Cultural Light
2002 - São Paulo SP - Imagem e Identidade: um olhar sobre a história na coleção do Museu de Belas Artes, no Instituto Cultural Banco Santos
2003 - São Paulo SP - Vistas do Brasil: Coleção Brasiliana, na Pinacoteca do Estado
2004 - Rio de Janeiro RJ - Missão Artística Francesa e as origens da coleção do Museu Nacional de Belas Artes, no MNBA

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09 de Agosto às 20:30

Debret e o Brasil - obra completa. Esta é a edição revista e ampliada do mais bem-sucedido livro de arte brasileira do século XIX. Trata-se do primeiro catálogo raisonné da monumental obra realizada no país pelo francês Jean-Baptiste Debret, o mais famoso artista estrangeiro a pintar o Brasil. Com 720 páginas e mais de 1.300 imagens, este volume ilustra a totalidade dos trabalhos do artista, fruto de uma longa pesquisa. Edição de luxo, capa dura, com sobrecapa, medidas 32 x 28 cm
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11 de Agosto às 20:30

JEAN-BAPTISTE DEBRET(1768-1848) Cena de Chefe Indigena Bororeno Prestes ao Ataque no séc XIX 1835.( CHEF DE BORORENOS PARTANT POUR UNE ATTAQUE)

CLICK AQUI E ASSISTA O VÍDEO

MEDIDAS: 33,2 X 52,6cm. Aquarela e Litografia sobre Papel.

LITOGRAFIA ORIGINAL AQUARELADA À MÃO

Litografado por CH. MOTTE. Colorizado à Mão.

Ex Coleção Mauricio Pontual Galeria de arte, RJ.

PL. no 7, do Livro “VOYAGE PITTORESQUE ET HISTORIQUE AU BRÉSIL”, Consta no Acervo da pinacoteca do estado de são Paulo, Coleção Brasiliana.

JEAN-BAPTISTE DEBRET Integrou a Missão Artística francesa em 1817 que fundou no Rio de Janeiro uma academia de Artes e Ofícios, mais tarde Academia Imperialismos de Belas Artes, onde lecionou.
De volta à França em1831 publicou “VOYAGE PITTORESQUE ET HISTORIQUE AU BRÉSIL” documentando aspectos da natureza do homem e da sociedade Brasileira no início do séc XIX.

A derrota de Napoleão, em 1815, foi um golpe duro aos artistas, que perderam o principal pilar que sustentava a arte neoclássica. Assim ele e o arquiteto Grandjean deMontigny foram convidados a participar de uma missão de artistas franceses que rumava para a Rússia a pedido do Czar Alexandre I, mas. Debret escolheu a missão para o Brasil chefiada por Joachim Lebreton  aportando em território brasileiro em 1816.

Os franceses foram recebidos oficialmente e pensionados pelo príncipe regente DOM JOÃO VI. Debret Produz muitas obras em território nacional, aqui Permanecendo até depois da volta da Corte portuguesa para Lisboa, passando a trabalhar para o governo como pintor após a proclamação da independência por DOM PEDRO I, de quem recebeu a comenda da Ordem de Cristo.
Debret foi professor de pintura histórica na Academia Imperial, entre seus alunos estavam  Manuel de Araújo Porto Alegre e Augusto Müller. Em 1829 organizou uma exposição da Classe de Pintura Histórica, a primeira mostra pública de arte no Brasil.

Uma de suas obras serviu como base para definir as cores e formas geométricas da atual Bandeira do Brasil, adotada em 19 de novembro de 1889. Exímio artista, demonstrou em suas telas não somente o cotidiano do Brasil da época que englobava tanto a aristocracia, da população em geral e a vida dos escravos, como também acontecimentos históricos do período anterior à independência do país e nos anos seguintes.

A primeira bandeira da história do Brasil independente é uma de suas obras mais importantes.
O Processo de Litogravura consiste na preparação de uma matriz em pedra calcária desenhada com material de base gordurosa, onde de maneira particular desta técnica, o autor possui grande liberdade nos traços para criar formas sobre a matriz, que logo após a finalização do desenho recebe um tratamento químico para repelir a água e aderir a tinta, vinda de um rolo; Desta forma quando prensada sobre a celulose somente os espaços do desenho que possuem a base gordurosa atraem a tinta, e repelem os espaços em branco que são preenchidos pela água, assim esse processo centenário é capaz de produzir obras únicas e em número limitado, (uma vez que a matriz é desfeita para a produção de novas impressões, e a ação do tempo vai transformando as obras existentes) tornando as peças produzidas cada vez mais Raras.


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JEAN-BAPTISTE DEBRET (1765-1848)
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JEAN-BAPTISTE DEBRET (1765-1848)Cortejo do Batismo da Princesa real D.ª Maria da Glória no Rio de Janeiro, BRASIL no séc. XIX, 1839 (CORTÉGE DU BAPTÊME DE LA PRINCESSE ROYALE Da. MARIA DA GLÓRIA, À RIO DE JANEIRO.)

Litografado por THIERRY FRÈRES, À PARIS. Colorizado à mão.

LITOGRAFIA ORIGINAL AQUARELADA À MÃO

Medidas: 26 x 35,5 cm., na moldura 52,8 x 63,4 cm. Aquarela e Litografia em Papel.

Ex-Coleção Mauricio Pontual Galeria de Arte, RJ.

PL: 44, 3ª Parte do Livro “VOYAGE PITTORESQUE ET HISTORIQUE AU BRÉSIL”, consta no Acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo, Coleção Brasiliana.

JEAN-BAPTISTE DEBRET integrou a Missão Artística francesa em 1817 que fundou no Rio de Janeiro uma Academia de Artes e Ofícios, mais tarde Academia Imperialismos de Belas Artes, onde lecionou.
De volta à França em 1831 publicou “VOYAGE PITTORESQUE ET HISTORIQUE AU BRÉSIL” documentando aspectos da natureza do homem e da sociedade Brasileira no início do séc. XIX.

A derrota de Napoleão, em 1815, foi um golpe duro aos artistas, que perderam o principal pilar que sustentava a arte neoclássica. Assim ele e o arquiteto Grandjean deMontigny foram convidados a participar de uma missão de artistas franceses que rumava para a Rússia a pedido do Czar Alexandre I, mas Debret escolheu a missão para o Brasil chefiada por Joachim Lebreton aportando em território brasileiro em 1816.

Os franceses foram recebidos oficialmente e pensionados pelo príncipe regente DOM JOÃO VI. Debret produz muitas obras em território nacional, aqui permanecendo até depois da volta da Corte Portuguesa para Lisboa, passando a trabalhar para o governo como pintor após a Proclamação da Independência por DOM PEDRO I, de quem recebeu a comenda da Ordem de Cristo.

Debret foi professor de pintura histórica na Academia Imperial, entre seus alunos estavam Manuel de Araújo Porto Alegre e Augusto Müller. Em 1829 organizou uma exposição da Classe de Pintura Histórica, a primeira mostra pública de arte no Brasil.

Uma de suas obras serviu como base para definir as cores e formas geométricas da atual Bandeira do Brasil, adotada em 19 de novembro de 1889. Exímio artista, demonstrou em suas telas não somente o cotidiano do Brasil da época que englobava tanto a aristocracia, da população em geral e a vida dos escravos, como também acontecimentos históricos do período anterior à independência do país e nos anos seguintes.

A primeira bandeira da história do Brasil independente é uma de suas obras mais importantes.

O processo de litogravura consiste na preparação de uma matriz em pedra calcária desenhada com material de base gordurosa, onde de maneira particular desta técnica, o autor possui grande liberdade nos traços para criar formas sobre a matriz, que logo após a finalização do desenho recebe um tratamento químico para repelir a água e aderir a tinta, vinda de um rolo; desta forma quando prensada sobre a celulose somente os espaços do desenho que possuem a base gordurosa atraem a tinta, e repelem os espaços em branco que são preenchidos pela água, assim esse processo centenário é capaz de produzir obras únicas e em número limitado (uma vez que a matriz é desfeita para a produção de novas impressões, e a ação do tempo vai transformando as obras existentes), tornando as peças produzidas cada vez mais raras.

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JEAN-BAPTISTE DEBRET (1768-1848)
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JEAN-BAPTISTE DEBRET (1768-1848)Largo do Paço, vendo-se em primeiro plano o chafariz do Mestre Valentim e embaixo uma vista do centro da cidade do Rio de Janeiro, BRASIL no séc. XIX, 1839 (VUE DE LA PLACE DU PALAIS, À RIO DE JANEIRO. VUE GÉNÉRALE DE LA VILLE, DU CÔTÉ DE LA MER.)

LITOGRAFIA ORIGINAL AQUARELADA À MÃO

Medidas: 24 x 37,5 cm., na moldura 47,8 x 64,6 cm. Litografia em Papel.

Litografado por THIERRY FRÈRES, SUCC. DE ENGELMANN E COMPANIE.

Ex-Coleção Mauricio Pontual Galeria de Arte, RJ.

PL. no 1, 3ª Parte do Livro “VOYAGE PITTORESQUE ET HISTORIQUE AU BRÉSIL”, consta no acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo, Coleção Brasiliana.
Reproduzido no Livro Paisagem do Rio de Janeiro de GEORGE ERMAKOFF pg. 153.

JEAN-BAPTISTE DEBRET Integrou a Missão Artística francesa em 1817 que fundou no Rio de Janeiro uma Academia de Artes e Ofícios, mais tarde Academia Imperialismos de Belas Artes, onde lecionou.
De volta à França em 1831 publicou “VOYAGE PITTORESQUE ET HISTORIQUE AU BRÉSIL” documentando aspectos da natureza do homem e da sociedade Brasileira no início do séc. XIX.

A derrota de Napoleão, em 1815, foi um golpe duro aos artistas, que perderam o principal pilar que sustentava a arte neoclássica. Assim ele e o arquiteto Grandjean deMontigny foram convidados a participar de uma missão de artistas franceses que rumava para a Rússia a pedido do Czar Alexandre I, mas Debret escolheu a missão para o Brasil chefiada por Joachim Lebreton aportando em território brasileiro em 1816.

Os franceses foram recebidos oficialmente e pensionados pelo príncipe regente DOM JOÃO VI. Debret Produz muitas obras em território nacional, aqui permanecendo até depois da volta da Corte Portuguesa para Lisboa, passando a trabalhar para o governo como pintor após a proclamação da independência por DOM PEDRO I, de quem recebeu a comenda da Ordem de Cristo.

Debret foi professor de pintura histórica na Academia Imperial, entre seus alunos estavam Manuel de Araújo Porto Alegre e Augusto Müller. Em 1829 organizou uma exposição da Classe de Pintura Histórica, a primeira mostra pública de arte no Brasil.

Uma de suas obras serviu como base para definir as cores e formas geométricas da atual Bandeira do Brasil, adotada em 19 de novembro de 1889. Exímio artista, demonstrou em suas telas não somente o cotidiano do Brasil da época que englobava tanto a aristocracia, da população em geral e a vida dos escravos, como também acontecimentos históricos do período anterior à independência do país e nos anos seguintes.

A primeira bandeira da história do Brasil independente é uma de suas obras mais importantes.

O processo de litogravura consiste na preparação de uma matriz em pedra calcária desenhada com material de base gordurosa, onde de maneira particular desta técnica, o autor possui grande liberdade nos traços para criar formas sobre a matriz, que logo após a finalização do desenho recebe um tratamento químico para repelir a água e aderir a tinta, vinda de um rolo; desta forma quando prensada sobre a celulose somente os espaços do desenho que possuem a base gordurosa atraem a tinta, e repelem os espaços em branco que são preenchidos pela água, assim esse processo centenário é capaz de produzir obras únicas e em número limitado (uma vez que a matriz é desfeita para a produção de novas impressões, e a ação do tempo vai transformando as obras existentes), tornando as peças produzidas cada vez mais raras.
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JEAN-BAPTISTE DEBRET (1768-1848) Cena de soldados na praça do Palácio, ao fundo o Chafariz de São Valentim, e cena de Mulheres se vestindo para ir ao Campo no séc XIX 1835.(Les rafraichissemens de l´après dîner sur la place du palais, une visite a la campagne)

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PAR DE LITOGRAFIAS ORIGINAIS AQUARELADAS À MÃO

Litografado por CH. MOTTE. Colorizado à Mão.

Ex Coleção Mauricio Pontual Galeria de arte, RJ.

MEDIDAS: 32 X 50,7cm. Aquarela e Litografia sobre Papel.

PL. no 9, 2a Parte do Livro “VOYAGE PITTORESQUE ET HISTORIQUE AU BRÉSIL”, Consta no Acervo da pinacoteca do estado de são Paulo, Coleção Brasiliana.
JEAN-BAPTISTE DEBRET Integrou a Missão Artística francesa em 1817 que fundou no Rio de Janeiro uma academia de Artes e Ofícios, mais tarde Academia Imperialismos de Belas Artes, onde lecionou.
De volta à França em1831 publicou “VOYAGE PITTORESQUE ET HISTORIQUE AU BRÉSIL” documentando aspectos da natureza do homem e da sociedade Brasileira no início do séc XIX.

A derrota de Napoleão, em 1815, foi um golpe duro aos artistas, que perderam o principal pilar que sustentava a arte neoclássica. Assim ele e o arquiteto Grandjean deMontigny foram convidados a participar de uma missão de artistas franceses que rumava para a Rússia a pedido do Czar Alexandre I, mas. Debret escolheu a missão para o Brasil chefiada por Joachim Lebreton  aportando em território brasileiro em 1816.

Os franceses foram recebidos oficialmente e pensionados pelo príncipe regente DOM JOÃO VI. Debret Produz muitas obras em território nacional, aqui Permanecendo até depois da volta da Corte portuguesa para Lisboa, passando a trabalhar para o governo como pintor após a proclamação da independência por DOM PEDRO I, de quem recebeu a comenda da Ordem de Cristo.

Debret foi professor de pintura histórica na Academia Imperial, entre seus alunos estavam  Manuel de Araújo Porto Alegre e Augusto Müller. Em 1829 organizou uma exposição da Classe de Pintura Histórica, a primeira mostra pública de arte no Brasil.
Uma de suas obras serviu como base para definir as cores e formas geométricas da atual Bandeira do Brasil, adotada em 19 de novembro de 1889. Exímio artista, demonstrou em suas telas não somente o cotidiano do Brasil da época que englobava tanto a aristocracia, da população em geral e a vida dos escravos, como também acontecimentos históricos do período anterior à independência do país e nos anos seguintes.

A primeira bandeira da história do Brasil independente é uma de suas obras mais importantes.

O Processo de Litogravura consiste na preparação de uma matriz em pedra calcária desenhada com material de base gordurosa, onde de maneira particular desta técnica, o autor possui grande liberdade nos traços para criar formas sobre a matriz, que logo após a finalização do desenho recebe um tratamento químico para repelir a água e aderir a tinta, vinda de um rolo; Desta forma quando prensada sobre a celulose somente os espaços do desenho que possuem a base gordurosa atraem a tinta, e repelem os espaços em branco que são preenchidos pela água, assim esse processo centenário é capaz de produzir obras únicas e em número limitado, (uma vez que a matriz é desfeita para a produção de novas impressões, e a ação do tempo vai transformando as obras existentes) tornando as peças produzidas cada vez mais Raras.

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11 de Agosto às 20:30

JEAN-BAPTISTE DEBRET (1768-1848) Cena da aceitação da Constituição Provisória de Lisboa no séc XIX 1835 (ACCEPTATION PROVISOIRE DE LA CONSTITUTION DE LISBONNE À RIO DE JANEIRO, EM 1821.)

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LITOGRAFIA ORIGINAL AQUARELADA À MÃO

Litografado por THIERRY FRÈRES.Colorizado à Mão.

Ex Coleção Mauricio Pontual Galeria de arte, RJ.

MEDIDAS: 34,4 X 53cm. Aquarela e Litografia em Papel.

PL. no 45, 3a Parte do Livro “VOYAGE PITTORESQUE ET HISTORIQUE AU BRÉSIL”, Consta no Acervo da pinacoteca do estado de são Paulo, Coleção Brasiliana.
O desenho do Largo do Paço, atual Praça Tiradentes, representa o Largo num dia em que D.João VI e D.Pedro I que seria seu sucessor, apareceram no terraço do Teatro da Corte, para dar o aceite solene da constituição provisória de Lisboa.

JEAN-BAPTISTE DEBRET Integrou a Missão Artística francesa em 1817 que fundou no Rio de Janeiro uma academia de Artes e Ofícios, mais tarde Academia Imperialismos de Belas Artes, onde lecionou.
De volta à França em1831 publicou “VOYAGE PITTORESQUE ET HISTORIQUE AU BRÉSIL” documentando aspectos da natureza do homem e da sociedade Brasileira no início do séc XIX.

A derrota de Napoleão, em 1815, foi um golpe duro aos artistas, que perderam o principal pilar que sustentava a arte neoclássica. Assim ele e o arquiteto Grandjean deMontigny foram convidados a participar de uma missão de artistas franceses que rumava para a Rússia a pedido do Czar Alexandre I, mas. Debret escolheu a missão para o Brasil chefiada por Joachim Lebreton  aportando em território brasileiro em 1816.

Os franceses foram recebidos oficialmente e pensionados pelo príncipe regente DOM JOÃO VI. Debret Produz muitas obras em território nacional, aqui Permanecendo até depois da volta da Corte portuguesa para Lisboa, passando a trabalhar para o governo como pintor após a proclamação da independência por DOM PEDRO I, de quem recebeu a comenda da Ordem de Cristo.

Debret foi professor de pintura histórica na Academia Imperial, entre seus alunos estavam  Manuel de Araújo Porto Alegre e Augusto Müller. Em 1829 organizou uma exposição da Classe de Pintura Histórica, a primeira mostra pública de arte no Brasil.
Uma de suas obras serviu como base para definir as cores e formas geométricas da atual Bandeira do Brasil, adotada em 19 de novembro de 1889. Exímio artista, demonstrou em suas telas não somente o cotidiano do Brasil da época que englobava tanto a aristocracia, da população em geral e a vida dos escravos, como também acontecimentos históricos do período anterior à independência do país e nos anos seguintes.

A primeira bandeira da história do Brasil independente é uma de suas obras mais importantes.

O Processo de Litogravura consiste na preparação de uma matriz em pedra calcária desenhada com material de base gordurosa, onde de maneira particular desta técnica, o autor possui grande liberdade nos traços para criar formas sobre a matriz, que logo após a finalização do desenho recebe um tratamento químico para repelir a água e aderir a tinta, vinda de um rolo; Desta forma quando prensada sobre a celulose somente os espaços do desenho que possuem a base gordurosa atraem a tinta, e repelem os espaços em branco que são preenchidos pela água, assim esse processo centenário é capaz de produzir obras únicas e em número limitado, (uma vez que a matriz é desfeita para a produção de novas impressões, e a ação do tempo vai transformando as obras existentes) tornando as peças produzidas cada vez mais Raras.

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