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GTO - Geraldo Teles de Oliveira vida - Guia das Artes
GTO - Geraldo Teles de Oliveira
Informações
Nome:
GTO - Geraldo Teles de Oliveira
Nasceu:
Itapecerica - MG - Brasil (1913)
Faleceu:
Divinópolis - MG - Brasil (1990)
Obras deste artista
Obra 1
Obra 2
Obra 3
Obra 4
Obra 5
Obra 6
Obra 7
Obra 8
Obra 9
Obra 10
Obra 11
Obra 12
Obra 13
Obra 14
Obra 15
Obra 16
Obra 17
Obra 18
Obra 19
Obra 20
Obra 21
Obra 22
Obra 23
Obra 24
Obra 25
Obra 26
Obra 27
Obra 28
Obra 29
Obra 30
Obra 31
Obra 32
Obra 33
Obra 34
Obra 35
Obra 36
Obra 37
Obra 38
Obra 39
Obra 40
Obra 41
Obra 42
Obra 43
Obra 44
Obra 45
Obra 46
Obra 47
Obra 48
Obra 49
Obra 50
Obra 51
Obra 52
Obra 53
Obra 54
Obra 55
Obra 56
Obra 57
Obra 58
Obra 59
Obra 60
Obra 61
Obra 62
Obra 63
Obra 64
Obra 65
Obra 66
Obra 67
Obra 68
Obra 69
Obra 70
Obra 71
Obra 72
Obra 73
Obra 74
Obra 75
Obra 76
Obra 77
Obra 78
Obra 79
Obra 80
Obra 81
Obra 82
Biografia

Geraldo Teles de Oliveira (Itapecerica MG 1913 - Divinópolis MG 1990). Escultor. GTO, como é conhecido Geraldo Teles de Oliveira, vem de uma família pobre. Ele exerce ocupações de trabalhador rural, fundidor e vigia noturno antes de dedicar-se à escultura. Realiza a primeira individual em 1967, na Galeria Guignard, em Belo Horizonte. A partir de então, participa de importantes coletivas no Brasil e no exterior, como Biennale Formes Humaines, Musée Rodin, Paris, em 1974; 13ª Bienal Internacional de São Paulo - Sala Especial, em 1975; e Bienal de Veneza, Itália, em 1980. O artista aborda temas regionais como as festas religiosas e as danças do interior de Minas Gerais. Sua obra é tema de livro de Lélia Coelho Frota, Mitopoética de 9 Artistas Brasileiros, de 1978, e de filmes como A Árvore dos Sonhos, de Carlos Augusto Calil, produzido para a 42ª Bienal de Veneza. Em 1995, é realizada a retrospectiva Cinco Anos sem Novos Sonhos de GTO, em Belo Horizonte. Sua produção tem sido exposta em coletivas como Arte Popular: Mostra do Redescobrimento, em 2000, e Pop Brasil: Arte Popular e o Popular na Arte, em 2002.

 

Comentário crítico

GTO, como prefere ser conhecido o escultor Geraldo Teles de Oliveira, é originário de uma família pobre. Trabalhando como guarda noturno, o artista tem visões, nas quais as esculturas que deveria realizar lhes são mostradas. Como nota o crítico Roberto Pontual, sem nunca ter feito qualquer trabalho de escultura, o artista começa, em torno de 1965, a desbastar grandes peças de madeira.

Emprega constantemente o cedro-vermelho, a maçaranduba-amarela e o vinhático. Em suas obras, parte da figura humana, utilizada de forma esquemática e repetida, em estruturas geométricas, como o retângulo e o círculo. Usando freqüentemente o formão e o canivete, escava a madeira com energia e precisão. Cria efeitos surpreendentes, explorando os cheios e vazios e o ritmo conferido pela sucessão de figuras em suas obras.

Os personagens possuem, muitas vezes, traços e indumentárias populares e também lembram ex-votos. São utilizados para preencher todo o interior de peças como as rodas mágicas ou mandalas, que o artista denomina Rodas-Vivas. Ainda segundo Pontual, em seus blocos escultóricos, GTO associa o registro de fontes populares com a emergência de arquétipos do inconsciente coletivo.

Em suas esculturas, o artista aborda temas variados, como as festas religiosas e as danças do interior de Minas Gerais. GTO é o precursor de um estilo e uma prática da escultura em madeira que passam a ser realizados por toda uma série de artistas que atuam na região de Divinópolis, em Minas Gerais. Como nota ainda Pontual, sua produção final passa por inevitáveis simplificações, sofrendo uma atenuação da complexidade de seu registro simbólico.

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17 de Março às 19:50

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