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Francisco Rebolo Gonsales quem e - Guia das Artes
Francisco Rebolo Gonsales
Informações
Nome:
Francisco Rebolo Gonsales
Nasceu:
São Paulo, SP (22/08/1902)
Faleceu:
São Paulo, SP (10/07/1980)
Obras deste artista
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Obra 98
Obra 99
Obra 100
Biografia

Inicia seus estudos em artes na Escola Profissional Masculina do Brás, onde tem aula de desenho com o professor Barquita, entre 1915 e 1917. Aos 14 anos, trabalha como aprendiz de decorador de paredes. Paralelamente à sua atividade como decorador, atua como jogador de futebol, passando pela Associação Atlética São Bento, de 1917 a 1922, pelo Sport Club Corinthians Paulista, de 1922 a 1927, e pelo Clube Atlético Ypiranga, de 1927 a 1934. Em 1926, monta ateliê de decoração na Rua São Bento. A partir 1933, transfere seu ateliê para uma sala no Palacete Santa Helena, quando inicia-se na pintura. A partir de 1935, partilha seu ateliê com Mario Zanini (1907 - 1971). Posteriormente, outras salas do Palacete são transformadas em ateliês e ocupadas por vários pintores, entre eles Fulvio Pennacchi (1905 - 1992), Bonadei (1906 - 1974), Humberto Rosa (1908 - 1948), Clóvis Graciano (1907 - 1988), Alfredo Volpi (1896 - 1988), Rizzotti (1909 - 1972) e Manoel Martins (1911 - 1979). Mais tarde, este grupo de artistas passa a ser denominado Grupo Santa Helena. Rebolo desenvolve uma obra pautada na figuração, mas, a partir da década de 1950, esboça algumas experiências noabstracionismo e posteriormente no construtivismo. Em 1937, participa da formação do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo e integra a Família Artística Paulista - FAP. Em 1945, trabalha com outros artistas para a criação do Clube dos Artistas e Amigos da Arte (Clubinho), do qual é diretor por várias vezes. Com prêmio de viagem ao exterior, obtido no 3º Salão Nacional de Arte Moderna, embarca para a Europa em 1955. Em 1956, faz curso de restauração no Vaticano, participando da recuperação de uma obra de Raphael (1483 - 1520). A partir de 1959, incentivado por Marcelo Grassmann (1925), inicia uma série de experiências como gravador.  

Cronologia

Realizou, entre outras, as seguintes mostras individuais: 1944 – Livraria Brasiliense, São Paulo. 1946 – Galeria Ita, São Paulo. 1955 – Museu de Arte Moderna, São Paulo. 1957 – Embaixada do Brasil em Roma. 1960 – Petite Galérie, Rio de Janeiro. 1969 – Galeria Comodoro, São Paulo. 1974 – Exposição comemorativa por seus 40 anos de pintura, Museu de Arte Moderna, São Paulo. Realizou, entre outras, as seguintes exposições coletivas: 1936, 37 – Salão Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro (medalha de bronze na edição de 1936 e medalha de prata na de 1937). 1937 – I Exposição Permanente da Família Artística Paulista, São Paulo. 1946 – Pintura Brasileira Contemporânea, Santiago, Chile. 1951-1955 – Bienal de Artes de São Paulo. 1965 – II Salão de Arte Moderna do Distrito Federal, Brasília 1975 – Mostra 40 anos do Grupo Santa Helena, Paço das Artes, São Paulo. 1978 – A paisagem na coleção da Pinacoteca, Pinacoteca do Estado de São Paulo. Após a sua morte, trabalhos seus foram exibidos em diversas exposições póstumas, individuais e coletivas, entre as quais seguintes: 1982 - Francisco Rebolo, Spazio Pirandello, São Paulo. 1984 – Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, Fundação Bienal, São Paulo. 1994 – Coleção Unibanco, Casa da Cultura de Poços de Caldas, MG; Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro. 1996 – O Grupo Santa Helena, Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro. 2002 – Rebolo 100 anos, Museu de Arte Moderna, São Paulo. Suas obras encontram-se espalhadas por coleções particulares e em diversas instituições do Brasil, entre as quais o Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, e do exterior.

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02 de Março às 20:00

FRANCISCO REBOLO (1902 – 1980) CONSTA DA INSCRIÇÃO NO C.I.E.: "COLORIDO A MÃO". GRAVURA EM METAL - MONOTIPIA - DÉCADA 1960. ASSINADO EM BICO DE PENA E ASSINADO EM GRAFITE, ABAIXO. MEDIDAS: 33 X 40 CM. A Gravura na Obra de Rebolo. Em dois períodos de sua vida artística Rebolo dedicou-se à gravura. De 1959 a 1962 trabalhou mais de 20 matrizes de xilogravura. Depois entre 1970 e 1980, estimulado por Marcelo Grassmann e outros amigos gravadores, produziu cerca de 50 matrizes de águas-fortes e litogravuras. A xilogravura representou uma continuação das monotipias, praticada nos anos 1950 com expressivos resultados. Nos anos 1970, o artista passou para o metal e conseguiu usando o cobre uma forte simbiose ao aquarelar algumas de suas águas fortes. O pintor produziu gravuras por gosto e com gosto. Em sua obra a gravura tem autonomia e vai muito além da utilização como um instrumento adicional para o desenvolvimento de óleos. As gravuras de Rebolo podem ser e são apreciadas por sua condição de gravura.