Carregando... aguarde
AS MENINAS DO QUARTO 28 - Guia das Artes
AS MENINAS DO QUARTO 28
Evento encerrado
AS MENINAS DO QUARTO 28
Quando aconteceu
Sexta, 20 Março até Quinta, 30 Abril
Local
Museu Nacional
Museu Nacional
Conteúdo
Depois de passar por São Paulo (MuBE), diversos países da Europa e Israel, chega a Brasília a exposição “As meninas do Quarto 28”, adaptada do livro homônimo escrito pela jornalista alemã Hannelore Brenner, lançado no Brasil pela editora LeYa.A exposição, com comitê curatorial composto por Dodi Chansky, Karen Zolko e Roberta Sundfeld e chancelada pela ONU, retrata – por meio de desenhos feitos por meninas judias que passaram pelo Quarto 28 – o dia a dia de cerca de 50 crianças que viveram no campo de concentração de Theresinstadt, próximo à cidade de Praga, durante a Segunda Guerra Mundial.Com mais de 35 desenhos e uma réplica de 18m² do quarto em que elas ficavam aprisionadas, além de painéis com detalhes históricos, a exposição foi escolhida pela União Europeia, em 2013, para a tradicional homenagem realizada anualmente no Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto. Em 2014, a Organização das Nações Unidas (ONU) também selecionou a exposição para lembrar as vítimas do genocídio cometido pelos nazistas.“O quarto em escala real, mobiliado inclusive com beliches similares aos que elas dormiam, oferece aos visitantes a experiência de como foi a vida daquelas meninas. É emocionante ver desenhos tão coloridos e alegres dessas crianças, que viveram uma realidade tão difícil. A arte, realmente, tem um poder transformador”, afirma Karen Zolko, familiar de uma das meninas que habitou o Quarto 28 e representante da exposição no Brasil, junto com a amiga e sócia, Dodi Chansky.A históriaHá mais de meio século, entre os anos de 1942 e 1944, crianças de 12 a 14 anos moravam juntas no Quarto 28, em Theresienstadt, durante a ocupação da Checoslováquia pelos nazistas. Das 15 mil crianças do campo de concentração, apenas 93 sobreviveram. Entre estas, 15 são sobreviventes do Quarto 28.Apesar da situação miserável, do racionamento de comida e do onipresente medo de ir para o “Leste” (Auschwitz-Birkenau), essas meninas puderam ter contato com professores, compositores e artistas – todos também prisioneiros do campo e judeus – que tentavam minimizar o sofrimento com atividades que as ajudariam a acreditar que aquela difícil situação seria transitória.Nesse grupo de adultos determinado a proteger as crianças estava a artista plástica Friedl Dicker Brandeis que, deportada para Theresienstadt em 1942, levou poucos pertences pessoais e muitos materiais artísticos nas suas duas malas.Friedl percebeu que a arte poderia ser uma importante ferramenta terapêutica para ajudar as crianças a superar as adversidades e a lidarem com os terríveis sentimentos de perda, medo e incerteza. Começou, então, a dar aulas técnicas de desenho e pintura para a ala infantil do campo de concentração. Ela contava histórias e pedia para que as crianças fizessem ilustrações. Como o objetivo era estimular a esperança naquele lugar, as narrativas eram sobre assuntos diversos e serviam como distração para tirá-las um pouco daquela triste realidade, tanto que as imagens não remetem em nada ao terror que elas vivenciavam.Considerada hoje uma das precursoras da arteterapia, Friedl ficou por quase dois anos em Theresienstadt e conseguiu esconder os quase cinco mil desenhos de seus alunos em suas malas antes de ser levada para Auschwitz, em 1944. Esses desenhos foram achados 10 anos depois da guerra e levados para um museu em Praga, na República Tcheca. Das meninas que passaram pelo Quarto 28, foram encontrados cerca de 500 desenhos e 40 foram selecionados para fazer parte da mostra que viaja o mundo.
Preços e pagamento
Gratuita
Contato
(62)9816-6070 / 3536-5806
* Os horários podem variar em função de férias e feriados. Recomendamos ligar antes para verificar.
Compartilhe
Comente
Mais Opções em "Distrito Federal"
0,6Km - Galeria XXX - A história da Arte XXX, a mais nova galeria de arte contemporânea de Brasília, mistura-se com a trajetória profissional e pessoal de Rogério Carvalho.
Saiba mais
0,6Km - Museu de Valores do Banco Central do Brasil - Inaugurado no dia 31 de agosto de 1972, como parte dos eventos comemorativos dos 150 anos da Independência do Brasil, no Palacete da antiga Caixa de Amortização.
Saiba mais
2,6Km - Museu Athos Bulcão - Incentivam estudos e pesquisas na área das artes contemporâneas, promovendo projetos e ações que visem seu desenvolvimento conceitual e técnico.
Saiba mais
5,0Km - Centro Cultural Banco do Brasil – Brasília - É um instituto localizado em Brasília.
Saiba mais
175,8Km - Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás - É uma instituição sem fins lucrativos, aberta ao público, e que se destina à coleta, inventário, documentação, preservação, segurança, exposição e comunicação de seu acervo.
Saiba mais
176,8Km - Museu Estadual Professor Zoroastro Artiaga - Com acervo formado por documentos históricos, utensílios antigos, objetos relacionados aos índios do Brasil Central e peças artísticas.
Saiba mais
176,9Km - Museu da Imagem e do Som de Goiás - É um museu localizado em Goiânia, Goiás.
Saiba mais
177,0Km - Museu de Arte Contemporânea de Goiânia - É o primeiro museu público municipal de artes plásticas da região Centro-Oeste
Saiba mais
191,4Km - Museu Histórico Municipal Pedro Salazar Moscoso da Veiga - A proposta do nosso Museu é de interagir com a comunidade, querendo mostrar a todos a importância do Museu na vida de uma cidade, pois é no Museu que estão registrados as vidas e os costumes de um povo, um lugar destinado a estudo, pesquisas, projetos, ex
Saiba mais
318,4Km - Museu Ferroviário de Araguari - Com o objetivo de conhecer um pouco mais da história desse antigo e rico patrimônio cultural do município.
Saiba mais
763,1Km - Bruno Almeida Maia , em entrevista para o GuiaDasArtes - Bruno Almeida Maia , ministrante do curso Constelações Visionárias , a relação entre moda , arte e filosofia nos concedeu a ótima entrevista que se segue :
Saiba mais