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Darel Valença Lins obras principais - Guia das Artes
Darel Valença Lins
Informações
Nome:
Darel Valença Lins
Nasceu:
Palmares, Pernambuco, Brasil (09/12/1924)
Obras deste artista
Obra 1
Obra 2
Obra 3
Obra 4
Obra 5
Obra 6
Obra 7
Obra 8
Obra 9
Obra 10
Obra 11
Obra 12
Obra 13
Obra 14
Obra 15
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Obra 17
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Obra 19
Obra 20
Obra 21
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Obra 24
Obra 25
Obra 26
Obra 27
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Obra 65
Obra 66
Obra 67
Obra 68
Obra 69
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Obra 91
Obra 92
Obra 93
Obra 94
Obra 95
Obra 96
Obra 97
Obra 98
Obra 99
Sobre o artista

Utiliza variadas técnicas como desenhos, gravuras e pinturas, apresentando uma produção cujos principais temas são: as cidades imaginárias e os anjos e as máquinas.

Biografia

Darel Valença Lins (Palmares PE 1924). Gravador, pintor, desenhista, ilustrador, professor. Estuda na Escola de Belas Artes do Recife, atual Universidade Federal de Pernambuco - UFPE, entre 1941 e 1942, e atua como desenhista técnico. Muda-se para o Rio de Janeiro em 1946. Estuda gravura em metal com Henrique Oswald (1918 - 1965) no Liceu de Artes e Ofícios, em 1948. Dois anos depois, entra em contato com Oswaldo Goeldi (1895 - 1961). Atua como ilustrador em diversos periódicos, como a revista Manchete e os jornais Última Hora e Diário de Notícias. Entre 1953 e 1966, encarrega-se das publicações da Sociedade dos Cem Bibliófilos do Brasil. Com o prêmio de viagem ao exterior, recebido no Salão Nacional de Arte Moderna - SNAM do Rio de Janeiro, em 1957, viaja para a Itália, onde permanece até 1960. Ilustra diversos livros, como Memórias de um Sargento de Milícias, 1957, de Manuel Antônio de Almeida (1831 - 1861); Poranduba Amazonense, 1961, de Barbosa Rodrigues (1842 - 1909); São Bernardo, 1992, de Graciliano Ramos (1892 - 1953); e A Polaquinha, 2002, de Dalton Trevisan (1925). Leciona gravura em metal no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand - Masp, em 1951; litografia na Escola Nacional de Belas Artes - Enba, no Rio de Janeiro, entre 1955 e 1957; e na Faculdade de Artes Plásticas da Fundação Armando Álvares Penteado - Faap, em São Paulo, de 1961 a 1964. Entre 1968 e 1969, realiza painéis como os do Palácio dos Arcos, sede do Ministério das Relações Exteriores, em Brasília.

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