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Cândido Portinari obras - Guia das Artes
Cândido Portinari
Informações
Nome:
Cândido Portinari
Nasceu:
Brodósqui - SP - Brasil (29/12/1903)
Faleceu:
Rio de Janeiro - RJ - Brasil (06/02/1962)
Obras deste artista
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Obra 98
Obra 99
Obra 100
Biografia

Candido Portinari nasce em 30 de dezembro de 1903, numa fazenda de café perto do pequeno povoado de Brodowski, no estado de São Paulo. Filho de imigrantes italianos, de origem humilde, tem uma infância pobre. Recebe apenas a instrução primária. Desde criança manifesta sua vocação artística. Começa a pintar aos 9 anos. E – do cafezal às Nações Unidas – ele se torna um dos maiores pintores do seu tempo.


Aos quinze anos parte para o Rio de Janeiro. Matricula-se na Escola Nacional de Belas-Artes. Em 1928 conquista o Prêmio de Viagem à Europa, com o Retrato de Olegário Mariano. Esse fato é um marco decisivo na trajetória artística e existencial do jovem pintor. Permanece em Paris durante todo o ano de 1930. A distância, pode ver melhor a sua terra. Decide: Vou pintar aquela gente com aquela roupa e com aquela cor…


Portinari retorna, saudoso de sua pátria, em 1931. Põe em prática a decisão de retratar nas suas telas o Brasil – a história, o povo, a cultura, a flora, a fauna... Seus quadros, gravuras, murais revelam a alma brasileira. Preocupado, também, com aqueles que sofrem, Portinari mostra em cores fortes a pobreza, as dificuldades, a dor. Sua expressão plástica, aos poucos, vai superando o academicismo de sua formação, fundindo a ciência antiga da pintura a uma personalidade experimentalista moderna. Segundo o escritor Antonio Callado, sua obra constitui um monumental livro de arte que ensina os brasileiros a amarem mais sua terra.


Companheiro de poetas, escritores, jornalistas, diplomatas, Candido Portinari participa da elite intelectual brasileira numa época em que se verifica uma notável mudança na atitude estética e na cultura do País. Este seleto grupo reflete, ainda, sobre os problemas do mundo e da realidade nacional. A escalada do nazifascismo e os horrores da guerra, bem como o contato próximo com as históricas mazelas do Brasil reforçam o caráter trágico da vertente social da obra de Portinari e o conduzem à militância política. Filia-se ao Partido Comunista. Candidata-se a deputado federal, a seguir a senador, não se elegendo porém em nenhuma das duas candidaturas. Mais tarde, com o acirramento da repressão política, exila-se por certo tempo no Uruguai.


O tema essencial da obra de Candido Portinari é o Homem. Seu aspecto mais conhecido do grande público é a força de sua temática social. Embora menos conhecido, há também o Portinari lírico. Essa outra vertente é povoada por elementos das reminiscências de infância na sua terra natal: os meninos de Brodowski com suas brincadeiras, suas danças, seus cantos; o circo; os namorados; os camponeses... o ser humano em situações de ternura, solidariedade, paz.


Pela importância de sua produção estética e pela atuação consciente na vida cultural e política brasileira, Candido Portinari alcança reconhecimento dentro e fora do seu País. Essa afirmação de seu valor se expressa nos diversos convites recebidos de instituições culturais, políticas, religiosas, para realização de exposições e criação de obras; nos prêmios e honrarias obtidos nas mais diferentes partes do mundo; na aura de amizade e respeito construída em torno de sua imagem; no orgulho do povo brasileiro, tão bem representado em sua obra.


Candido Portinari morre no dia 6 de fevereiro de 1962, vítima de intoxicação pelas tintas. Na última década de sua existência cria, para a sede da Organização das Nações Unidas, os painéis Guerra e Paz. Na concepção do diretor do Projeto Portinari, João Candido, essa obra-síntese constitui o trabalho maior de toda a vida do pintor. O mais universal, o mais profundo, também, em seu majestoso diálogo entre o trágico e o lírico, entre a fúria e a ternura, entre o drama e a poesia. Na avaliação do artista Enrico Bianco, Guerra e Paz são as duas grandes páginas da emocionante comunicação que o filósofo / pintor entrega à humanidade.

Principais Obras
  • Meio ambiente
  • Colhedores de café
  • Mestiço
  • Favelas
  • O Lavrador de Café
  • O sapateiro de Brodósqui
  • Meninos e piões
  • Lavadeiras
  • Grupos de meninas brincando
  • Menino com carneiro
  • Cena rural
  • A primeira missa no Brasil
  • São Francisco de Assis
  • Os Retirantes
Cronologia

 

Candido Portinari nasceu no dia 30 de dezembro de 1903, numa fazenda de café, em Brodósqui, no interior do estado de São Paulo. Filho de imigrantes italianos, de origem humilde, recebe apenas a instrução primária e desde criança manifesta sua vocação artística. Começa a desenhar em 1909, e pouco depois (1912 ca.) participa da restauração da Igreja de seu povoado natal. Sua vida como pintor – penso que sempre o foi desde seu nascimento – começou em 1918 quando foi para o Rio de Janeiro e iniciou seu aprendizado no Liceu de Artes e Ofícios. Matricula-se na Escola Nacional de Belas Artes, com Rodolfo Amoedo, Batista da Costa, Lucílio Albuquerque e Carlos Chambelland.

 

1922-1928: Desde 1922, Portinari concorria sempre aos “Salões” com retratos de seus amigos, que inicialmente passaram inobservados, até que o retrato de Paulo Mazuchelli lhe rendeu alguns prêmios. Naquele 1928 Portinari, com o retrato do poeta Olegário Mariano[4], ganhou o prêmio de Viagem ao Estrangeiro; partiu para Paris e visitou – 1929-1930 – visitando também a Inglaterra, a Itália e a Espanha, percorrendo museus e galerias. Declarou antes de sua partida: “entendo que a estadia na Europa não deve ser aproveitada pelo pintor para uma produção intensa e quase nada meditada, como têm feito alguns colegas. Considero-o um prêmio de observação. O que vou fazer é observar, pesquisar, tirar da obra dos grandes artistas – do passado nos museus, ou do presente nas galerias – os elementos que melhor se prestem à afirmação de uma personalidade. Procurarei encontrar o caminho definitivo de minha arte fazendo estudos e nunca quadros grandes... .”

 

Importante: conheceu e casou-se com Maria Martinelli (1912-2006) que se dedicou a todos os aspectos materiais relativos às necessidades do casal, transformando-se, por vontade própria, em marchand e administradora. Sabe-se que sempre reuniu material sobre o marido, arquivando recortes de jornais, revistas, cartas e fotos que se tornaram a base do acervo documental e da pesquisa do “Projeto Portinari”.

 

Volta ao Brasil no início de 1931, volta com novas tendências e com a ideia dominante de fazer uma pintura brasileira, se aproximando mais de poetas e intelectuais modernistas de São Paulo. Vê-se que o pintor descobriu o Brasil – a exemplo de Oswald de Andrade (1925, ca.) – em Paris. Expõe no Pavilhão Brasil da Feira Mundial em Nova York e o MOMA adquire a tela "Morro do Rio[5]" (Figura 2). A obra é comprada e incluída no acervo do Museu, que organiza em 1940, uma exposição exclusiva do artista brasileiro em Nova York, quase como consequência do sucesso da obra “Café” na Exposição Internacional de Pittsburg (1935) que projetou e inseriu seu nome no cenário internacional da arte e que, por iniciativa do Ministro Gustavo Capanema, foi adquirida pelo MNBA-RJ. Portinari já era o artista capaz de utilizar o academicismo de sua formação, fundindo a ciência antiga da pintura a uma personalidade experimentalista moderna.

1937-1945: Vivíamos um período que insistentemente Gustavo Capanema – Ministro da Educação e Saúde Pública – queria dar visibilidade às propostas “modernas” que circulavam nos ambientes intelectuais da capital federal durante o Estado Novo, materializada através da construção de um “moderno” edifício para o MEC – Lúcio Costa, Oscar Niemeyer, et allis – e importante na vida de Portinari que compôs afrescos mostrando nosso “Ciclo Econômico” além dos cartões para os azulejos que revestem as paredes externas do edifício, que foram fabricados pela Osirarte, em São Paulo (1943, ca.). Em 1944, um acontecimento maior com a realização mural e azulejos sobre a vida de São Francisco para a Capela do Complexo da Pampulha em Belo Horizonte – leia-se Oscar Niemeyer – que completaria com a “Via Sacra” em 1945[6].

 

Uma digressão que mostra uma quase concomitante amoralidade no uso da arte pelos regimes totalitários. A exemplo do que havia acontecido na Itália de Mussolini com “Il Ritorno all’Ordine” e o “Grupo Pesaro” aproveitado por Margherita Sarfatti, também Portinari não foi um "pintor oficial", nem a sua arte “engajada”. Tanto no contexto do nacionalista Estado Novo (1937-1945) bem como no então Fascismo Italiano as imagens daqueles artistas foram utilizadas pelo Regime da mesma maneira que a obra portinariana, tão somente, porque possuíam uma linguagem e uma imagística conveniente. Na Itália o movimento representava “um retorno à ordem” após longo período de tumultos socializantes, e no Brasil, o “Ciclo Econômico” representava uma “brasilidade” pronta para uma nova etapa de grande desenvolvimento[7]. Em ambos os casos não foi possível combinar arte e política.
1947-1954: Participante da intelectualidade brasileira numa época de notável mudança na atitude estética e na cultura do País e influenciado pelos problemas da nossa realidade nacional é levado à militância política e como consequência exilou-se no Uruguai. Em 1951 já o vemos de volta ao Brasil figurando com relevância na Iª. Bienal de São Paulo, em uma sala particular. Apareceram, porém os primeiros problemas de saúde; o mais grave em 1954 caracterizado como uma grave intoxicação pelo chumbo presente nas tintas que usava.

 

1952-1956: Criou os dois painéis “Guerra e Paz” (14 x 10 m cada um) encomendados pelo governo brasileiro para presentear a sede da Organização das Nações Unidas (ONU) em Nova York. As duas obras foram criadas com o apoio de cerca de 180 estudos iniciais que duraram a maior parte dos quatro anos do projeto. A execução final demorou 9 meses.

 

Na concepção do diretor do Projeto Portinari, João Cândido... “essa obra-síntese constitui o trabalho maior de toda a vida do pintor. O mais universal, o mais profundo, também, em seu majestoso diálogo entre o trágico e o lírico, entre a fúria e a ternura, entre o drama e a poesia.”

 

Na avaliação do artista Enrico Bianco, “Guerra e Paz são as duas grandes páginas da emocionante comunicação que o filósofo/pintor entrega à humanidade.”

 

1960-1962: Depois de viver os últimos anos sem grandes pinturas, Portinari sofreu diversas recaídas da doença. Sua última exposição individual em vida aconteceu em julho de 1961, na Galeria Bonino, no Rio de Janeiro. Desobedecendo a ordens médicas, Portinari continua a pintar para uma grande exposição em Milão. No começo do ano de 1962 sua saúde se deteriora muito e nos primeiros dias de fevereiro ele é internado e morre na manhã do dia 06 de fevereiro.

 

2012: A propósito dos restauros dos painéis de “Guerra e Paz”: “Esta não é apenas uma exposição de arte. Esta é uma grande mensagem ética e humanista e que se dirige ao principal problema que o mundo vive hoje em dia: a questão da violência, da não cidadania, da injustiça social. Esta é a grande mensagem de toda a vida de Portinari e que ficou sintetizada nesses trabalhos finais que ele deixou” – João Candido Portinari.

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02 de Março às 20:00

PORTINARI - Candido (Brodowski, SP 1903 — Rio de Janeiro, 1962) 30,5X46,5 cm./ 42,5x58,5 cm. Desenho a grafite/ papel azul. Divina pastora. Reproduzido no catálogo raisonné do Projeto Portinari 2182-FCO1017 volume3, página 48. “Divina Pastora” [FCO 1013] TEMAS: Religioso:Nossa Senhora:Nossa Senhora Divina Pastora Religioso:Anjo Religioso:Jesus:Menino Natureza:Animais:Carneiro Figura Humana:Mulher Figura Humana:Criança:Menino Diversos:Elementos recorrentes:Baú DESCRIÇÃO: Composição em preto, azul e branco. Linhas definindo contornos e alguns sombreados. Divina Pastora e Menino Jesus com três carneiros a seu lado e dois anjos. À direita da composição espaço em forma de retângulo, em branco, correspondente à porta da parede da sala de jantar onde seria realizada uma pintura mural. Ao centro, Divina Pastora sentada usando vestido longo e chapéu de palha de aba larga. Menino Jesus de frente, em pé sobre a perna esquerda da Divina Pastora, usa vestido curto e chapéu de aba curta. À direita da Divina Pastora, três carneirinhos, um deitado e dois em pé, de perfil para a direita, sendo que um deles está tocando na mão direita da Divina Pastora que está com o braço direito esticado para baixo. No canto superior esquerdo da composição, anjo de perfil para a direita correndo. O anjo segura na mão direita um bauzinho de folha-de-flandres. Ele tem asas abertas e está nu sendo que se vê um panejamento esvoaçante enrolado nas pernas. No canto superior direito, acima da forma retangular que delimita a porta, anjo de perfil para a esquerda, voando; segura com as mãos um clarim que está tocando, está nu e tem as asas abertas.

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CANDIDO PORTINARI "S/ Título" RotoGravura S/ Papel Westerpost, Emoldurada -Med: 36x54 cm (Obra-ME) -Assinat impr. no CIE na "chapa" -Obra/Prancha extraída Álbum/Exemplar nº 829 "Mestres do Desenho" por Carlos Drumond de Andrade, editado pela Cutrix -Data: Déc 60 -Com nova moldura, vidro de proteção e foamboard anti-mofo no verso. Estado de conservação: Ótimo.

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CANDIDO PORTINARI "Músicos" RotoGravura S/ Papel Westerpost -Med: 52x34 cm (Obra-ME) -Assinat impr. no Centro Inferior na "chapa" -Obra/Prancha extraída Álbum/Exemplar nº 1421 "Mestres do Desenho" por Carlos Drumond de Andrade, editado pela Cutrix -Data: Déc 60 -Sem Moldura (nunca emoldurado). Estado de conservação: Ótimo.

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05 de Março às 20:00

CANDIDO PORTINARI "Derrubada" RotoGravura S/ Papel Westerpost, Emoldurada -Med: 36x54 cm (Obra-ME) -Assinado e Dat impresso no CID na "chapa" -Obra/Prancha extraída Álbum/Exemplar nº 829 "Mestres do Desenho" por Carlos Drumond de Andrade, editado pela Cutrix -Data: Déc 60 -Com nova moldura, vidro de proteção e foamboard anti-mofo no verso. Estado de conservação: Ótimo.

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02 de Março às 20:00

PORTINARI Título: “Túmulo de Samuel” Medidas: 8,5 x 12 cm. Técnica: Desenho a grafite/papel lilás DATA: Junho De 1956 Reproduzido no catálogo Raisonné - vol. lV,pg: 202; FCO: 261 CRL:3917 Datada na inscrição na metade superior "Jordania de Jerusalem junho 56 tumulo Samuel"; No cartão, inscrição de Maria Portinari ""N° 797' Desenho de autoria de Candido Portinari, autenticado por Maria Victoria Portinari". No verso, "DN 109". Reproduzido no livro "Portinari - A Construção de uma Obra", Ed Dom Quixote, pg. 177 Com expertise. O "Túmulo de Samuel" na Jordânia, também conhecido como Nabi Samwil, é um local tradicionalmente associado ao sepultamento do profeta bíblico Samuel. Embora a Bíblia indique que Samuel foi enterrado em Ramá, sua cidade natal, Nabi Samwil tem sido historicamente considerado o local de descanso do profeta por judeus, cristãos e muçulmanos.

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05 de Março às 20:00

CANDIDO PORTINARI "COLHEITA - 1957" RotoGravura S/ Papel Westerpost, Emoldurada -Med: 36x54 cm (Obra-ME) -Assinado e Dat 57  impresso no CID na "chapa" -Obra/Prancha extraída Álbum/Exemplar nº 829 "Mestres do Desenho" por Carlos Drumond de Andrade, editado pela Cutrix -Data: Déc 60 -Com nova moldura, vidro de proteção e foamboard anti-mofo no verso. Estado de conservação: Ótimo.

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CANDIDO PORTINARI "Colheita" RotoGravura S/ Papel Westerpost -Med: 51x33 cm (Obra-ME) -Obra/Prancha extraída Álbum/Exemplar nº 0829 "Mestres do Desenho" por Carlos Drumond de Andrade, editado pela Cutrix -Data: Déc 60 -Sem Moldura (nunca emoldurado). Estado de conservação: Ótimo.

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02 de Março às 20:00

PORTINARI - Candido (Brodowski, SP 1903 — Rio de Janeiro, 1962) CLICK AQUI E ASSISTA O VIDEO 30,5X46,5 cm./ 58,5x74,5 cm. Desenho a grafite. "A transfiguração", 1944 2168 FCO1022 volume 3, página 45. Reproduzido no catálogo raisonné do Projeto Portinari Divina Pastora” [FCO 1013] TEMAS: Religioso:Cenas Religiosas:Transfiguração Religioso:Jesus Figura Humana:Grupo:Homens DESCRIÇÃO: Composição em preto e branco. Linhas definindo contornos e sombreados definindo volume. Três figuras deitadas sobre morro e Jesus caminhando na direção dessas figuras. À direita da composição, espaço em forma de retângulo em branco, correspondente à porta da parede da sala de jantar onde seria realizada a pintura mural. No primeiro plano à esquerda, homem deitado no chão, usando longa túnica de mangas compridas. Ele está na horizontal com o tronco levantado apoiando-se no braço direito, braço esquerdo levantado, cabeça voltada para o alto olhando na direção de Jesus que está mais ao fundo. Mais para a direita, outro homem, deitado, 3/4 voltado para a direita, usa longa túnica de mangas compridas, tem as costas apoiadas sobre uma pedra, pernas dobradas, braço direito dobrado apoiado no peito e braço esquerdo esticado para frente, cabeça voltada para o alto na direção de Jesus que está mais ao fundo. No segundo plano, numa parte mais elevada do morro, ao centro, homem deitado na horizontal, com a cabeça à direita e para frente. No terceiro plano, ao centro, em parte mais elevada do morro, Jesus caminhando de frente com os braços aberto, usando túnica com longa cauda esvoaçante.

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02 de Março às 20:00

PORTINARI - Candido (Brodowski, SP 1903 — Rio de Janeiro, 1962) 31X46 cm./ 55x70 cm. óleo sobre tela. DIVINA PASTORA, 1944 Reproduzido no catálogo raisonné do Projeto Portinari 2188-FCO1014, volume 3, página 50. Pintura a óleo / tela 31 X 46 cm Petrópolis, Rio de Janeiro, Brasil ASSINATURA: Sem assinatura e sem data COLEÇÃO: Coleção Particular FUNÇÕES: Maquete para a pintura mural “Divina Pastora” [FCO 1013] TEMAS: Religioso:Nossa Senhora:Nossa Senhora Divina Pastora Religioso:Jesus:Menino Religioso:Anjo Figura Humana:Mulher Figura Humana:Criança:Menino Natureza:Animais:Carneiro Diversos:Elementos recorrentes:Baú Diversos:Elementos recorrentes:Cabaça DESCRIÇÃO: Composição nos tons azuis, rosas, verdes, terras, ocres, branco, preto, vermelho e violeta. Textura espessa. Cena representando Divina Pastora com Menino Jesus, em paisagem ao ar livre com carneiros e dois anjos. À direita, retângulo branco correspondendo a porta na parede da sala de jantar onde se encontra a pintura mural. Ao centro, Divina Pastora sentada de frente, ligeiramente voltada para a direita e cabeça voltada para a esquerda. Rosto sem traços fisionômicos definidos; usa chapéu de palha de aba larga e longo vestido de mangas compridas. Tem o braço direito esticado para baixo sugerindo que a mão esteja próxima à cabeça de um carneiro que está em pé, de perfil para a direita; a cabeça da Divina Pastora sugere estar voltada na direção do carneiro. O Menino Jesus está em pé, apoiado na perna esquerda da Divina Pastora; ele está nu, tem o braço direito caído ao lado do corpo e o esquerdo dobrado e para cima. À direita da Divina Pastora, dois carneiros, um já descrito acima e o outro está um pouco atrás do primeiro, em pé, de perfil para a esquerda com a cabeça para frente. À esquerda da Divina Pastora, ao lado de seu pé esquerdo uma cabaça. À frente deste grupo de figuras e animais, margeando a composição na parte inferior, sugestão de folhagem e tufos de plantas. Ao fundo, sugestão de paisagem ao ar livre, céu azul com nuvens brancas, vendo-se à esquerda, anjo de perfil para a direita correndo, segurando na mão direita um baú de folha-de-flandres, à direita, acima da porta outro anjo, de perfil para a direita, voando. Portinari dá início aos estudos de um mural para a casa dos barões de Saavedra − projetada pelo arquiteto Lucio Costa − em Correias, perto de Petrópolis (RJ). O tema escolhido é a Divina Pastora. Em outubro recebe em Brodowski carta da baronesa, dona Carmen Saavedra: "Estou desde ontem num entusiasmo enorme com o maravilhoso desenho [...]. Confesso que ultrapassou de muito toda a beleza com que já contava. Estou agora ansiosa por ver começada essa nossa obra.[...] desde ontem ando à procura de Lucio Costa para lhe mostrar o estudo do mural − ele vai ficar louco!"

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23 de Fevereiro às 20:30

Portinari - A Poética da modernidade 1931-1944. Catálogo da exposição na Galeria Almeida e Dale, em São Paulo, conta as reproduções de 35 obras de Candido Portinari, tido como um dos maiores nomes da arte brasileira. Capa dura, formato: 30,5 x 22 cm, ricamente ilustrado, 95 páginas.
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02 de Março às 20:00

CANDIDO PORTINARI ASSISTA O VIDEO Desenho a grafite, "Homem visto de cima", Assinado pelo projeto PORTINARI, Número do registro FCO 510/0249A Medidas: 23 x 16 cm. Com moldura: 57,5 x 50 cm.

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05 de Março às 20:00

CANDIDO PORTINARI "Subindo o Morro" RotoGravura S/ Papel Westerpost -Med: 51x33 cm (Obra-ME) -Obra/Prancha extraída Álbum/Exemplar nº 0829 "Mestres do Desenho" por Carlos Drumond de Andrade, editado pela Cutrix -Data: Déc 60 -Sem Moldura (nunca emoldurado). Estado de conservação: Ótimo.

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02 de Março às 20:30

Cândido Portinari - "Tempestade" - Gravura em metal - Tiragem desconhecida conforme Catálogo Raisoneé volume II página 1943 - Medidas 25 x 19,5 cm - Assinado à lápis pelo artista - Atestado de autenticidade do Projeto Portinari nº 539 para um exemplar H.C. - Obra enviada ao Projeto e aprovada

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05 de Março às 20:00

CANDIDO PORTINARI "Espantalho - 1954-57" RotoGravura S/ Papel Westerpost, Emoldurada -Med: 36x54 cm (Obra-ME) -Assinado e Dat 54  impresso no CID na "chapa" -Obra/Prancha extraída Álbum/Exemplar nº 829 "Mestres do Desenho" por Carlos Drumond de Andrade, editado pela Cutrix -Data: Déc 60 -Com nova moldura, vidro de proteção e foamboard anti-mofo no verso. Estado de conservação: Ótimo.

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PORTINARI - Candido CLICK AQUI E ASSISTA O VIDEO (Brodowski, SP 1903 — Rio de Janeiro, 1962) 42,5x58,5 cm. / 70,5 x86,5 cm. Desenho a grafite lápis de cor. Reproduzido no catálogo raisonné do Projeto Portinari "Santos", 1944. 2175 FCO1020, volume 3, página 46. Divina Pastora” [FCO 1013] TEMAS: Religioso:Santos Religioso:Arcanjo Figura Humana:Homem DESCRIÇÃO: Composição nos tons preto, rosa, azul e branco. Linhas de contorno e sombreados. Suporte dividido em três retângulos dispostos lado a lado, na vertical, arrematados por quadrados na parte de baixo. À direita, retângulo maior, em azul, que corresponde ao espaço da porta da parede da sala de jantar, onde seria realizada a pintura mural; acima deste retângulo outro menor servindo de arremate. No primeiro retângulo, santo em pé de frente usando longa túnica e manto, braço dobrado na altura do peito e o esquerdo ao longo do corpo, rosto esboçado com barba; fundo em tom rosa. No segundo retângulo outro santo em pé, 3/4 voltado para a esquerda, usando longa túnica e manto, braço esquerdo dobrado na altura do peito, rosto esboçado com longa barba; fundo em tom de azul. No terceiro retângulo, arcanjo em pé, de frente; tem grandes asas, veste túnica longa e segura na mão direita espécie de espada cuja ponta está apoiada no chão; fundo em tom azul. No retângulo acima da porta, meio-busto de santo com barba contra fundo rosa. O fundo de todos os retângulos além da cor estão preenchidos por tracejado rápido de grafite, os dois quadrados laterais abaixo dos retângulos estão coloridos de azul, vendo-se também tracejado rápido a grafite e pontinhos. O quadrado central está colorido de rosa também com rápido tracejado a grafite e pontinhos.

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02 de Março às 20:00

PORTINARI (1903-1962) NOBRE E RELIGIOSO, 1952. REGISTRO NO PROJETO: FCO 1564 TIPO DE OBRA: Desenho TÉCNICA: grafite, lápis de cor, nanquim bico-de-pena SUPORTE: papel MEDIDAS: 29 x 14,5 cm./ 60 x 45 cm. Obra histórica, exposta na "Mostra di Candido Portinari no Palazzo Milão". Retrata João de Saldanha da Gama Melo Torres Guedes Brito, sexto conde da Ponte, administrador colonial português, que governou a capitania da Bahia entre 1805 e 1809, junto ao Arcebispo José de Santa Escolástica Álvares Pereira, que com a morte do Conde da Ponte em 1809, assumiu o governo civil da Capitania da Bahia, até a chegada do Conde dos Arcos. São vistos no primeiro plano do painel de Portinari, "A Chegada de Dom João VI a Bahia", que se deu em 22 de janeiro de 1808, recebido com festejos, com repique de sinos, salvas de canhões e bandas de musica. D. João VI, príncipe regente, permaneceu na Bahia 35 dias, onde assinou a famosa Carta de Abertura dos Portos, e por Decisão Régia de 18 de fevereiro de 1808, criou a Escola Médico-Cirúrgica da Bahia. Bico de Pena, pastel colorido. Medidas: 29 x 14,5 cm. 1952. Consta dedicatória à Antonio Callado, autor de um de seus livros biográficos. Exposição, Mostra di Candido Portinari. Palazzo, Milão. Reproduzido no Catálogo Raisonné - Vol. III do artista, pg. 357; Reproduzido no livro Portinari - A Construção de uma obra, Ed. Dom Quixote, pg. 140. FONTE: https://portinari.org.br/acervo/obras/16790/nobre-e-religioso

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02 de Março às 20:00

PORTINARI - Candido (Brodowski, SP 1903 — Rio de Janeiro, 1962) 28x17,5 cm./ 56x45,5 cm. Desenho a grafite. "O batismo de Jesus", 1944 Reproduzido no catálogo raisonné do Projeto Portinari. 2169 FCO1021, volume 3, página 45 “Divina Pastora” [FCO 1013] TEMAS: Religioso:Cenas Religiosas:Batismo de Jesus Religioso:Jesus Religioso:Santos:São João Batista Figura Humana:Grupo:Homens Figura Humana:Figura DESCRIÇÃO: Composição em preto e branco. Linhas de contorno e áreas de sombras. São João batizando Jesus e três pessoas observando a cena. À direita do suporte espaço em forma de retângulo, em branco, correspondente à porta da parede da sala de jantar onde seria realizada a pintura mural. As figuras estão esquematizadas. Ao centro, figura em pé, de frente, com braços abertos. A seu lado esquerdo, São João em pé, de perfil para a esquerda, segura na mão esquerda uma cumbuca que está acima da cabeça de Jesus. Um pouco mais ao fundo, à esquerda, grupo de três figuras em pé, olhando na direção de Jesus e de São João. O fundo e o chão são geometrizados em áreas irregulares esquemáticas claras e escuras, sugerindo morros.