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Anita Malfatti resumo - Guia das Artes
Anita Malfatti
Informações
Nome:
Anita Malfatti
Nasceu:
São Paulo, SP (02/12/1889)
Faleceu:
São Paulo, SP (06/11/1964)
Obras deste artista
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Obra 94
Obra 95
Obra 96
Sobre o artista

Anita Catarina Malfatti (1889 - 1964) foi uma pintora, gravadora, desenhista, ilustradora e professora ítalo-brasileira. É considerada até hoje uma das maiores artistas brasileiras. Notavelmente, teve um papel ímpar na introdução da arte modernista no Brasil.

Biografia

Começa sua jornada artística tendo aulas com a mãe, a pintora Bety Malfatti. Já em 1909, pintou algumas obras, incluindo A Primeira Tela de Anita Malfatti. No seguinte ano, viaja para a Europa para continuar seus estudos. Se instala em Berlim, na Alemanha. Nessa época, o país passava por uma explosão de movimentos artísticos, principalmente o expressionismo. Lá, a artista ingressou na Academia Imperial de Belas Artes de Berlim. Durante sua estadia na cidade, entra em contato com o movimento modernista. Anita mora em Berlim até 1914, período onde também se dedica aos estudos em gravura. Ao retornar à cidade de São Paulo, tem sua primeira exposição no Mappin Stores.



De 1915 a 1916 reside em Nova York, nos Estados Unidos, onde estuda na Independent School of Art, tendo aulas com artistas como Homer Boss. Foi nessa época em que alguns de seus quadros mais famosos foram produzidos, como O Farol e O Homem Amarelo. Retornou ao Brasil em 1917. Em dezembro do mesmo ano fez sua segunda exposição individual: Exposição de Arte Moderna. Com essa exposição, a artista se aproximou com os artistas com os quais faria, mais tarde, a Semana da Arte Moderna. Porém, também por conta da exposição, se tornou alvo de uma reação violenta aos movimentos vanguardistas da época. Notavelmente, o escritor Monteiro Lobato, faz uma crítica à artista, intitulada A Propósito da Exposição Malfatti. O autor Oswald de Andrade veio em defesa de Anita, escrevendo um artigo no jornal O Comércio. Após 1917, a pintora passa a ter aulas com o pintor Pedro Alexandrino. Em 1922, expôs 20 de suas obras durante a Semana de Arte Moderna.



Em 1923 a artista recebeu uma bolsa do Pensionato Artístico do Estado de São Paulo, e viajou para Paris, França, para ter mais aulas. Durante sua estadia na cidade, Anita se aproxima mais do primitivismo e do fauvismo, mas sem negar suas influências modernistas. Voltou ao Brasil em 1928, período onde se aproximou da arte näif, e começou a lecionar em escolas como Mackenzie, a Escola Normal Americana, entre outras. Nos anos 30, a artista se integrou na Sociedade Pró-Arte Moderna (Spam).



Anita Catarina Malfatti faleceu no dia 6 de novembro de 1964, tendo deixado um legado ímpar no cenário artístico brasileiro.



Cronologia

Realizou diversas mostras individuais, como as que se seguem: 1921 – Politeama Rio Branco, Santos, SP. 1926 – Galerie André, Paris. 1937 – Palace Hotel, Rio de Janeiro. 1938, 50 – Rua Ceará, 219, São Paulo (ateliê da artista). 1949 – Retrospectiva, Museu de Arte de São Paulo. 1955 – Museu de Arte de São Paulo, São Paulo. 1957 – Exposição Comemorativa do Quadragésimo Aniversário da Exposição de 1917, Clubinho, São Paulo. 1963 – Casa do Artista Plástico, São Paulo.

Tomou parte de diversas exposições coletivas, entre as quais as seguintes: 1917-19, 22 – Exposição Geral de Belas Artes, Escola Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro. 1924, 25 – Salão de Outono, Grand Palais, Paris. 1926 – Salão de Outono, Palais de Bois, Paris. 1928 – Societé des Artistes Indépendants, Grand Palais, Paris. 1930 – International Art Center, Nicholas Roerich Museum, Nova York. 1931 – Salão Revolucionário, Escola Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro. 1934-38, 40 – Família Artística Paulista, Esplanada Hotel de São Paulo. 1948 – Pintoras e Escultoras de São Paulo, Teatro Municipal de São Paulo. 1951 – 1ª Bienal Internacional de São Paulo, Pavilhão do Trianon, São Paulo; 1º Salão Paulista de Arte Moderna, Galeria Prestes Maia, São Paulo. 1954 – Museu de Arte Moderna, São Paulo. 1957– Museo de Arte Moderno, Buenos Aires; Museo de Arte de Lima; Museo Municipal de Bellas Artes Juan B. Castagnino, Rosário, Argentina; Museo de Arte Contemporâneo, Santiago do Chile. 1960 – Contribuição da Mulher às Artes Plásticas do País, Museu de Arte Moderna, São Paulo. 1963 – Bienal Internacional de São Paulo. 1964 – Galeria Ibeu Copacabana, Rio de Janeiro.

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