
Foi padeiro, marceneiro e, já em Franca, aos 22 anos, voltou à sala de aula para concluir os estudos no programa de Educação de Jovens e Adultos (EJA). Mais uma vez, foi a escola sua grande motivadora. Lá, descobriu a técnica do desenho realista e teve uma ilustração selecionada para ser a capa de um livro de poemas e poesias. Foi o pontapé para um percurso dedicado à expressão artística que o levaria a uma grande virada - de vida e carreira.
Em 2019, após exposições em Franca e Ribeirão Preto, recebeu um prêmio da Fundação Nacional de Artes (Funarte) que abriu as janelas para contatos internacionais. Patrocinadores chegaram, aprovações em leis de incentivo e novos prêmios também. Recentemente, a carreira profissional de Eduardo, com apenas oito anos, já é tomada por grandiosos reconhecimentos. Na respeitada feira Index Dubai, no Oriente Médio, em 2022, conquistou medalha de ouro. Levou o título de Melhor Artista em um salão de artes em Londres, recebeu premiações em eventos realizados na Escócia. Suas obras também integraram exposições em países como Portugal, Croácia e Albânia, além de importantes cidades brasileiras.