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Decio Rodrigues Villares - Guia das Artes
Decio Rodrigues Villares
Informações
Nome:
Decio Rodrigues Villares
Nasceu:
Rio de Janeiro, RJ (01/12/1854)
Faleceu:
Rio de Janeiro, RJ (21/06/1931)
Obras deste artista
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Obra 59
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Obra 61
Obra 62
Obra 63
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Obra 65
Obra 66
Obra 67
Obra 68
Obra 69
Obra 70
Biografia

Décio Rodrigues Villares (Rio de Janeiro RJ 1851 - idem 1931). Pintor, escultor e caricaturista. Formado pela Academia Imperial de Belas Artes (Aiba), no Rio de Janeiro, estuda na Europa, intercalando idas e vindas entre 1872 e 1881. Aluno de pintores consagrados como Victor Meirelles (1832-1903), Alexandre Cabanel (1823-1889) e Pedro Américo (1843-1905), é classificado em primeiro lugar em concurso para professor da Académie des Beaux-Arts [Academia de Belas Artes] de Paris, mas rejeita o cargo por não querer se naturalizar francês. Na França, adere a teses positivistas. Retorna definitivamente ao Brasil em 1881 e passa liderar, em 1888, o grupo dos positivistas que se contrapõe aos modernistas e às reformas que eles exigem que sejam implementadas na Aiba. Passa a desenhar caricaturas para jornais satíricos e, em 1889, participa da concepção da bandeira brasileira. Expõe em 1874, no salão de Paris, o quadro Paolo e Francesca da Rimini. Participa da 25ª e da 26ª Exposições Gerais de Belas Artes na Aiba. Parte de suas obras é incendiada porque sua esposa, num acesso de loucura logo após a morte de Villares, ateia fogo a seu ateliê.

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DÉCIO VILLARES (Rio de Janeiro, 1 de dezembro de 1851 — Rio de Janeiro, 21 de junho de 1931) Se você não assistiu esse vídeo, assista. "INSPIRAÇÃO DE COLOMBO" Painel em Alegoria: Cristóvão Colombo e o sonho da conquista do Novo Mundo. Óleo sobre tela Assinado e datado (1914) no c.i.e. Medidas: 173 x 108 cm. sem moldura 197 x 131 cm. com molduraBIOGRAFIA: Em 1889, Benjamin Constant, ministro da Guerra da República Velha, aprovou a arte final, que serviu de base à pintura a óleo de Villares. Esta foi molde para que as costureiras confeccionassem as primeiras bandeiras da República. Os republicanos, defendiam a separação de Estado e Igreja e apoiaram o desenho da Bandeira Nacional, concebido por Raimundo Teixeira Mendes em novembro de 1889, após a Proclamação da República. Os rascunhos foram feitos em dois papéis, sendo que Décio Villares foi o responsável pelo desenho da esfera, onde vem as estrelas e os dizeres "Ordem e Progresso". Em 2010, foi furtada. A Polícia Federal e a Interpol foram acionadas, mas a obra até hoje não foi recuperada. Filho de um monarquista detentor do título de Cavaleiro da Imperial Ordem da Rosa, garantiu-lhe a entrada no Colégio Pedro II e depois na Academia Imperial de Belas Artes, onde matriculou-se na principal instituição de ensino superior em Artes Plásticas do país, relevante para a vida cultural do Império. A partir 1870, Villares foi caricaturista na Comédia Social, publicada por Pedro Américo e seu irmão Aurélio de Figueiredo. Posteriormente, Aurélio e Villares trabalharam juntos no atelier de Pedro Américo em Florença. Estudou na Europa por nove anos no exterior, tendo em 1872, quando foi para Paris e matriculou-se no atelier de Alexandre Cabanel, artista francês dos mais influentes na pintura acadêmica e opositor dos impressionistas - era o preferido de Napoleão III. Villares foi premiado no Salão de Paris de 1874, ganhando a medalha de ouro de melhor pintura de artista estrangeiro. Em sua estadia em Paris, Villares, deixa o catolicismo e afirma-se na perspectiva positivo-materialista inaugurada pelo filósofo Auguste Comte e, pinta a obra Virgem da Humanidade para o Templo Positivista de Paris. O positivismo torna-se uma constante na sua obra, inclusive o lema "Ordem e Progresso", que usou na bandeira nacional. Por suas ideias positivistas, se recusa a se naturalizar francês, e perde o cargo de professor da Académie des Beaux-Arts de Paris, conquistado em concurso. Regressado ao Brasil em 1881, trabalhou esculturas e vários bustos de personagens históricas. Após seu retorno da Europa, Villares juntamente com Aurélio de Figueiredo recebem uma grande encomenda oficial: 18 telas retratando índios Botocudos para a Exposição Antropológica de 1882, no Museu Nacional com a presença do imperador, D. Pedro II, e da princesa Isabel. Em 1887, foi eleito professor de pintura histórica na Academia Imperial de Belas Artes, mas nunca assumiu, pedindo inclusive a extinção da Academia de Belas Artes. Morreu considerado insubordinado recusou o cargo de professor na Ècole de Beaux Arts de Paris e, ao voltar ao Brasil, na Escola Nacional de Belas Artes. No Museu Nacional de Belas Artes se encontram 22 trabalhos de Villares. No dia seguinte à sua morte parte de suas obras é incendiada por sua esposa, que num acesso de loucura ateou fogo em seu ateliê.

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DÉCIO VILLARES (1851 — 1931)- CASA IMPERIAL BRASILEIRA - Barão com grandeza, único Visconde e Conde de Carapebus. CLICK AQUI E ASSISTA O VIDEO "Barão com grandeza, único Visconde e Conde de Carapebus", Antônio Dias Coelho Neto dos Reis Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial e teve cargos na corte como veador e guarda-roupas. Foi amigo pessoal do Imperador Dom Pedro II e acompanhou a família imperial ao exílio em 1889. Med. 70,5 x 60,5 e 86 x 75 cm. Dat. 1887. HISTÓRICO: Nasceu em Campos dos Goytacazes, 4 de setembro de 1829 e Leal ao Imperador, faleceu NO EXILIO JUNTO COM a família imperial, em Paris, aos 9 de novembro de 1896. Foi um proprietário de terras e advogado brasileiro. Exerceu funções públicas como deputado legislativo pelo Rio de Janeiro. Filho de Joaquim Pinto Neto dos Reis, primeiro Barão de Carapebus, proprietário da histórica Fazenda do Beco, em Campos, hoje Asilo do Carmo. Sua mãe, Antônia Joaquina Alves da Cruz, era membro de uma tradicional família do norte fluminense, grande proprietária de terras em Carapebus, antigo distrito de Macaé . Casou-se, em 1854, com Francisca Jacinta Nogueira da Gama, filha de Brás Carneiro Nogueira da Costa e Gama, Conde de Baependi, neta paterna do Marquês de Baependi. Materna da Baronesa de São Mateus; e bisneta da Baronesa de São Salvador de Campos, membro de uma das mais importantes famílias do período imperial. A Condessa de Carapebus era amiga íntima e dama da imperatriz D. Teresa Cristina, além de ser membro de diversas ordens honoríficas no Brasil e na Europa. Apreciadora de artes e antiguidades protegeu artistas, financiando-os inclusive no exterior, como no caso do pintor franco-carioca François-Marie-Daniel Bérard (1846-1910), autor de um retrato da Condessa de Carapebus, datado de 1880, preservado na "Collecção D. Rosa Joaquina". Títulos Recebeu o título de barão com grandeza por decreto de 6 de abril de 1867, o de visconde com grandeza por decreto de 30 de novembro de 1886 e o de conde por decreto de 8 de agosto de 1888. O título faz referência a um antigo distrito do município de Macaé, hoje emancipado, local de origem de sua família materna, onde o conde de Carapebus herdou terras. Era comendador da Imperial Ordem de Cristo, Oficial da Imperial Ordem da Rosa e um entre os pouquíssimos brasileiros à receber a Grã-cruz da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa. Sobre o autor: DECIO VILLARES (Rio de Janeiro, 1851 — 1931) CLICK AQUI E ASSISTA O VIDEO BIOGRAFIA: Em 1889, Benjamin Constant, ministro da Guerra da República Velha, aprovou a arte final, que serviu de base à pintura a óleo de Villares. Esta foi molde para que as costureiras confeccionassem as primeiras bandeiras da República. Os republicanos, defendiam a separação de Estado e Igreja e apoiaram o desenho da Bandeira Nacional, concebido por Raimundo Teixeira Mendes em novembro de 1889, após a Proclamação da República. Os rascunhos foram feitos em dois papéis, sendo que Décio Villares foi o responsável pelo desenho da esfera, onde vem as estrelas e os dizeres "Ordem e Progresso". Em 2010, foi furtada. A Polícia Federal e a Interpol foram acionadas, mas a obra até hoje não foi recuperada. Filho de um monarquista detentor do título de Cavaleiro da Imperial Ordem da Rosa, garantiu-lhe a entrada no Colégio Pedro II e depois na Academia Imperial de Belas Artes, onde matriculou-se na principal instituição de ensino superior em Artes Plásticas do país, relevante para a vida cultural do Império. A partir 1870, Villares foi caricaturista na Comédia Social, publicada por Pedro Américo e seu irmão Aurélio de Figueiredo. Posteriormente, Aurélio e Villares trabalharam juntos no atelier de Pedro Américo em Florença. Estudou na Europa por nove anos no exterior, tendo em 1872, quando foi para Paris e matriculou-se no atelier de Alexandre Cabanel, artista francês dos mais influentes na pintura acadêmica e opositor dos impressionistas - era o preferido de Napoleão III. Villares foi premiado no Salão de Paris de 1874, ganhando a medalha de ouro de melhor pintura de artista estrangeiro. Em sua estadia em Paris, Villares, deixa o catolicismo e afirma-se na perspectiva positivo-materialista inaugurada pelo filósofo Auguste Comte e, pinta a obra Virgem da Humanidade para o Templo Positivista de Paris. O positivismo torna-se uma constante na sua obra, inclusive o lema "Ordem e Progresso", que usou na bandeira nacional. Por suas ideias positivistas, se recusa a se naturalizar francês, e perde o cargo de professor da Académie des Beaux-Arts de Paris, conquistado em concurso. Regressado ao Brasil em 1881, trabalhou esculturas e vários bustos de personagens históricas. Após seu retorno da Europa, Villares juntamente com Aurélio de Figueiredo recebem uma grande encomenda oficial: 18 telas retratando índios Botocudos para a Exposição Antropológica de 1882, no Museu Nacional com a presença do imperador, D. Pedro II, e da princesa Isabel. Em 1887, foi eleito professor de pintura histórica na Academia Imperial de Belas Artes, mas nunca assumiu, pedindo inclusive a extinção da Academia de Belas Artes. Morreu considerado insubordinado recusou o cargo de professor na Ècole de Beaux Arts de Paris e, ao voltar ao Brasil, na Escola Nacional de Belas Artes. No Museu Nacional de Belas Artes se encontram 22 trabalhos de Villares. No dia seguinte à sua morte parte de suas obras é incendiada por sua esposa, que num acesso de loucura ateou fogo em seu ateliê.

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DÉCIO VILLARES (Rio de Janeiro, 1 de dezembro de 1851 — Rio de Janeiro, 21 de junho de 1931) Se você não assistiu esse vídeo, assista. Quadro de teto representando ARES, O DEUS DA GUERRA. Óleo sobre tela Assinado no c.i.d. DATAÇÃO ATRIBUÍDA: Anterior a 1888.* Medidas: 190 x 123 cm. Emoldurado: 211 x 143 cm.DO PERSONAGEM: ARES é o deus grego da guerra e da coragem. Ele é um dos Doze Olimpianos , e filho de Zeus e Hera Seu correspondente Romano é MARTE. DA DATAÇÃO: "Católico fervoroso no princípio de sua carreira, Décio Vilares converteu-se em Paris ao dogma POSITIVISTA (1888) , pintando então obras como "Queda do Cristianismo" e "Virgem da Humanidade", destinados a adornar o Templo da Religião da Humanidade na capital francesa. (...)" "Chama a atenção que as obras arroladas no quadro eram todas em homenagem a um homem ou mulher reais. Não apoiaram obras a seres MITOLÓGICOS, FICTÍCIOS OU SIMBÓLICOS, pois a arte para, os positivistas, não deveria ser voltada para ilusões ou para um sentimentalismo vago." FONTE: "OS FILÓSOFOS EM TINTAS E BRONZE: ARTE, POSITIVISMO E POLÍTICA NA OBRA DE DÉCIO VILLARES E EDUARDO DE SÁ". Elisabete da Costa Leal , UFRJ BIOGRAFIA: Em 1889, Benjamin Constant, ministro da Guerra da República Velha, aprovou a arte final, que serviu de base à pintura a óleo de Villares. Esta foi molde para que as costureiras confeccionassem as primeiras bandeiras da República. Os republicanos, defendiam a separação de Estado e Igreja e apoiaram o desenho da Bandeira Nacional, concebido por Raimundo Teixeira Mendes em novembro de 1889, após a Proclamação da República. Os rascunhos foram feitos em dois papéis, sendo que Décio Villares foi o responsável pelo desenho da esfera, onde vem as estrelas e os dizeres "Ordem e Progresso". Em 2010, foi furtada. A Polícia Federal e a Interpol foram acionadas, mas a obra até hoje não foi recuperada. Filho de um monarquista detentor do título de Cavaleiro da Imperial Ordem da Rosa, garantiu-lhe a entrada no Colégio Pedro II e depois na Academia Imperial de Belas Artes, onde matriculou-se na principal instituição de ensino superior em Artes Plásticas do país, relevante para a vida cultural do Império. A partir 1870, Villares foi caricaturista na Comédia Social, publicada por Pedro Américo e seu irmão Aurélio de Figueiredo. Posteriormente, Aurélio e Villares trabalharam juntos no atelier de Pedro Américo em Florença. Estudou na Europa por nove anos no exterior, tendo em 1872, quando foi para Paris e matriculou-se no atelier de Alexandre Cabanel, artista francês dos mais influentes na pintura acadêmica e opositor dos impressionistas - era o preferido de Napoleão III. Villares foi premiado no Salão de Paris de 1874, ganhando a medalha de ouro de melhor pintura de artista estrangeiro. Em sua estadia em Paris, Villares, deixa o catolicismo e afirma-se na perspectiva positivo-materialista inaugurada pelo filósofo Auguste Comte e, pinta a obra Virgem da Humanidade para o Templo Positivista de Paris. O positivismo torna-se uma constante na sua obra, inclusive o lema "Ordem e Progresso", que usou na bandeira nacional. Por suas ideias positivistas, se recusa a se naturalizar francês, e perde o cargo de professor da Académie des Beaux-Arts de Paris, conquistado em concurso. Regressado ao Brasil em 1881, trabalhou esculturas e vários bustos de personagens históricas. Após seu retorno da Europa, Villares juntamente com Aurélio de Figueiredo recebem uma grande encomenda oficial: 18 telas retratando índios Botocudos para a Exposição Antropológica de 1882, no Museu Nacional com a presença do imperador, D. Pedro II, e da princesa Isabel. Em 1887, foi eleito professor de pintura histórica na Academia Imperial de Belas Artes, mas nunca assumiu, pedindo inclusive a extinção da Academia de Belas Artes. Morreu considerado insubordinado recusou o cargo de professor na Ècole de Beaux Arts de Paris e, ao voltar ao Brasil, na Escola Nacional de Belas Artes. No Museu Nacional de Belas Artes se encontram 22 trabalhos de Villares. No dia seguinte à sua morte parte de suas obras é incendiada por sua esposa, que num acesso de loucura ateou fogo em seu ateliê.