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Armando Vianna - Guia das Artes
Armando Vianna
Informações
Nome:
Armando Vianna
Nasceu:
Rio de Janeiro, RJ (05/04/1897)
Faleceu:
Rio de Janeiro, RJ (17/01/1992)
Biografia

Estudou, em 1919, no Liceu de Artes e Ofícios, com Eurico Alves e Stefano Cavalar, e como aluno livre na Escola Nacional de Belas Artes, com Rodolfo Amoedo e Rodolfo Chambelland. Realizou decorações no Palácio do Catete, no Palácio da Guerra, e nas igrejas de São Jorge e Nossa Senhora do Rosário, Rio de JaneiroParticipou por mais de 50 anos do Salão Nacional de Belas Artes, nele expondo pela última vez em 1975.

Tomou parte, entre outras, das seguintes exposições coletivas: 1922, 23, 26, 29 – Salão Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro (medalha de bronze na edição de 1922, medalha de prata na de 1923; premio viagem à Europa na de 1926 e medalha de ouro na de 1929). 1938, 39, 40, 47, 52 – Salão Paulista de Belas Artes, São Paulo (obteve algumas premiações).

Cronologia

Tomou parte, entre outras, das seguintes exposições coletivas:

1922, 23, 26, 29 – Salão Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro (medalha de bronze na edição de 1922, medalha de prata na de 1923; premio viagem à Europa na de 1926 e medalha de ouro na de 1929).

1938, 39, 40, 47, 52 – Salão Paulista de Belas Artes, São Paulo (obteve algumas premiações).

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16 de Novembro às 20:30

Armando Vianna
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Rio, 1897 - 1991
Vaso de Flores
Med. 30 x 55 cm,
Pastel sobre cartão,
Datado de 1943

Sobre Armando Vianna

Foi um artista que ganhou de Carlos Oswald e Eliseu Visconti a decoração do teto do Salão Amarelo do Palácio do Catete, inspirando-se nos mitológicos triunfos de Júpiter. Foi o artista escolhido para que ele pintar, sem concurso, o retrato oficial do Presidente Vargas. Em 1937, o famoso quadro retratando a Chegada do Príncipe D João à Igreja do Rosário, hoje acervo do Museu da Cidade do Rio de Janeiro.
Decorou o Pavilhão do Brasil nas grandes comemorações da fundação e restauração de Portugal. Hoje as obras, Expulsão dos Franceses do Rio de Janeiro em 1567, Derrota dos Franceses, Prisão de Duclerc em 1710, pertencem ao Museu Histórico Nacional.
Decorou em vitrais, do teto do Salão Nobre do Palácio da Guerra, com cenas da Benção das Bandeiras Batalha dos Guararapes. Guerra do Paraguai e Proclamação da Republica e Apoteose ao Brasil, ao centro.
Decorou, o Carnaval do Rio de Janeiro, a partir de 1930 - a Praça Onze, ao longo da Presidente Vargas e Avenida Rio com painéis de azulejos coloridos criados por ele.

Armando Vianna transformou a Igreja do Rosário do Homens Pretos num museu particular de arte sacra.
Vianna ao lado de Antônio Parreiras e Eliseu Visconti, fez parte doConselho Nacional de Belas Artes.

Batista da Costa morreu em 1926, justamente Vianna ganhou o Prêmio de Viagem ao Estrangeiro. Manoel Santiago e Candido Portinari foram grandes nomes da mesma geração, só chegariam lá depois dele, em 1927 e 1928.

1897, Nasce, na antiga Rua de São Cristóvão, atual Largo do Estácio, no Rio de Janeiro. Filho de português e uma mulata descendente de escrava alforriada.

Em 1919, juntamente com Oswaldo Teixeira, Ingressa no novo curso livre da Escola Nacional de Belas Artes e em 1921 torna-se aluno da ENBA e recebe Menção Honrosa no Salão Nacional de Belas Artes

Em 1922, conquista Medalha de Bronze em 1924, Medalha de Prata e, em 1926 conquista o Prêmio de Viagem à Europa, com a tela Primavera em hoje no acervo do Museu Nacional de Belas Artes.

Em 1927, embarca no navio Poconé, com destino a Lisboa. Em 1928 ganha a Medalha de Ouro do Salão da Sociedade de Belas Artes de Lisboa. Em Paris Alfredo Galvão ajuda-o conseguir um apartamento, residência e ateliê e, estuda na Academie de La Grande Chaumière.
De volta ao Brasil, sucesso na Europa desperta o interesse pelas suas obras e, expõe, no Rio e em São Paulo.

Em 1942 torna-se membro do júri do Salão Nacional de Belas Artes, em 1946, pintou os painéis do teto da Igreja de São Jorge, no Rio de Janeiro e, em 1947 ganhou Medalha de Ouro' no Salão Paulista de Belas Artes.
1949 É nomeado Professor do Instituto de Belas Artes do Rio de Janeiro, permanecendo vinte anos, em 1951 recebe o diploma e Medalha de Grau Acadêmico da Academia Brasileira de Belas Artes e, em 1952, torna-se diretor do Instituto de Belas Artes.

Em 1954 o Museu Nacional de Belas Artes apresenta a primeira individual de Vianna, que devido ao enorme sucesso, em 1958 O Museu realiza nova exposição.

Em 1962, viaja novamente à Europa, para juntar-se à a pintora Marie Louise Mattos que em Paris, gozava o Prémio de Viagem que ganhara em 1960.

No Brasil, 1963, ganha o Prêmio de Honra da Associação dos Artistas Brasileiros e em 1965 nas comemorações do IV Centenário do Rio de Janeiro, a convite da Assembléia Legislativa do Estado da Guanabara inaugura, no Palácio Pedro Ernesto, exposição individual com obras sobre os aspectos do Rio Colonial.

O Ministério da Educação e Cultura, em 1966, realiza uma exposição retrospectiva de cinquenta Anos de Pintura de Armando Vianna e, 1967, recebe a Medalha de Honra do Salão Nacional de Belas Artes, laurel máximo que não era concedido havia vinte anos e, em 1968, recebe a Grande Medalha de Honra, desta vez, da Academia Brasileira de Belas Artes.

1970 - Faz com Marie Louise Mattos volta à Europa mas, em 1971, a Medalha de Ouro no Salão da Sociedade Brasileira de Belas Artes e homenagem especial no Salão Nacional de Belas Artes, por ser primeiro brasileiro a expor no Salão, ininterruptamente por cinquenta anos.

Em 1975, na Sociedade Brasileira de Belas Artes, expõe inaugurando a Galeria Eliseu Visconti.

1983 ao completar oitenta e seis anos de idade, realiza a exposição retrospectiva de Setenta anos de Pintura.

Em 1985 no Museu de Arte Moderna Rio de Janeiro, recebe das mãos do Presidente da República, José Sarney o Diploma de "homenagem e agradecimento, em nome do povo brasileiro, pela grande contribuição prestada, ao longo de toda a vida, à nossa arte".

Em 1987, aos noventa anos, recebe homenagem da SOARTE, no salão nobre da Casa de Portugal.

Faleceu no Rio de Janeiro em 1991, aos 94 anos, ainda trabalhando.
Obras deste artista