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Antônio Francisco Lisboa- Guia das Artes
Antônio Francisco Lisboa
Informações
Nome:
Antônio Francisco Lisboa
Nasceu:
Ouro Preto - MG - Brasil (29/08/1730)
Faleceu:
Ouro Preto - MG - Brasil (18/11/1814)
Obras deste artista
Obra 1
Obra 2
Obra 3
Obra 4
Obra 5
Obra 6
Obra 7
Obra 8
Obra 9
Obra 10
Obra 11
Obra 12
Obra 13
Obra 14
Obra 15
Obra 16
Obra 17
Obra 18
Obra 19
Obra 20
Obra 21
Obra 22
Obra 23
Obra 24
Obra 25
Obra 26
Obra 27
Obra 28
Obra 29
Obra 30
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Obra 32
Obra 33
Obra 34
Obra 35
Obra 36
Obra 37
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Obra 39
Obra 40
Obra 41
Obra 42
Obra 43
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Obra 45
Obra 46
Obra 47
Obra 48
Obra 49
Obra 50
Obra 51
Obra 52
Obra 53
Obra 54
Obra 55
Obra 56
Obra 57
Obra 58
Obra 59
Obra 60
Obra 61
Obra 62
Obra 63
Obra 64
Obra 65
Obra 66
Obra 67
Obra 68
Obra 69
Obra 70
Obra 71
Obra 72
Obra 73
Obra 74
Obra 75
Obra 76
Obra 77
Obra 78
Obra 79
Obra 80
Obra 81
Sobre o artista

Antônio Francisco Lisboa (1737 - 1814), mais conhecido como Aleijadinho, foi um entalhador, escultor, carpinteiro e arquiteto mineiro. É considerado como o maior escultor do período colonial.

Biografia

Nascido em Vila Rica, atual Ouro Preto, no dia 29 de agosto de 1814, Antônio Lisboa era filho do arquiteto português Manuel Francisco Lisboa com uma escrava cuja apenas o primeiro nome é conhecido, Isabel. Estima-se que o artista cresceu em Ouro Preto com a família de seu pai e sua madrasta, onde aprendeu os básicos de arquitetura, desenho e pintura com seu pai, e um pintor chamado João Gomes Batista.



Entre os anos de 1750 e 1759, o artista frequentou o internato do Seminário dos Franciscanos Donatos do Hospício da Terra Santa, em Ouro Preto, onde estudou gramática, latim, matemática e religião. Durante esse período produziu sua primeira obra individual, um chafariz para o Palácio dos Governadores, em Ouro Preto.



Por ser um filho bastardo, o artista encontrou grande dificuldades em ter seu trabalho aceito no começo. Em 1758, esculpiu um chafariz para o Hospício da Terra Santa, considerado a primeira obra do estilo barroco tardio. Em 1766, termina parte da igreja São Francisco de Assis, em Ouro Preto, considerada uma de suas maiores produções.



No início dos anos 1770, seu trabalho começa a ser reconhecido, e Aleijadinho passa a ter uma equipe de artesãos. Em 1777, o artista foi diagnosticado com uma doença degenerativa grave que distorce seus membros, principalmente as mãos. Mesmo assim ele continuou seu trabalho, com a ajuda de sua equipe.



Em 1796 o artista concluiu 64 esculturas de madeira que representam as cenas da Paixão de Cristo. Entre 1796 e 1805 foram concluídas as esculturas dos 12 apóstolos, em pedra-sabão.



No século XX Aleijadinho, até então pouco reconhecido pela comunidade artística brasileira, é redescoberto por artistas modernistas, que o reconhecem como o grande artista que ele foi, o colocando no cânone brasileiro.



Aleijadinho faleceu no dia 18 de novembro de 1814, tendo sido um dos personagens mais importantes da arte brasileira.



Texto por Paulo Lorenzo Villela

Principais Obras
  • 1766. Para substituir o mármore, introduziu a pedra-sabão em seus relevos escultóricos no esboço do projeto de sua autoria da fachada da igreja de São Francisco de Assis, em Ouro Preto, incluindo a movimentação sinuosa das plantas (característica da elegância assimilada do rococó internacional) em requintadas manifestações de seu talento arquitetônico e ornamental.
  • - 1770. Reformulou a fachada da igreja da Ordem Terceira do Carmo, também situada em Ouro Preto, com a mesma movimentação sinuosa das plantas que, aqui, adquiriram solução de plena continuidade em seus projetos de portadas em pedra-sabão, de decoração interna e de parte substancial da talha aplicada.
  • - 1774. Utilizou a mesma solução sinuosa, desta vez em São João Del Rei, aplicada às paredes laterais da nave da igreja de São Francisco de Assis, cujos desenhos do projeto original de sua autoria ainda se conservam no Museu da Inconfidência de Ouro Preto.
  • - 1796-99. Executou em Congonhas do Campo, com o auxílio de artistas colaboradores de sua oficina, as 64 figuras em madeira (cedro) que compõem a Via Sacra. Distribuiu as imagens em sete grupos, representando, sucessivamente, os episódios da Ceia dos Apóstolos, da Agonia no Jardim das Oliveiras, da Prisão, da Flagelação, da Coroação de espinhos, do Caminho do Calvário e da Crucificação. Concebeu cada um desses conjuntos escultóricos como uma autêntica cena teatral, seguindo a tradição européia das representações dos “Mistérios” medievais e, em todos os grupos, concedeu o principal destaque às esculturas do Cristo, nas quais representou nuances variadas do sofrimento humano em expressões de extrema sensibilidade. Sua genialidade como escultor encontrou campo privilegiado de expressão neste monumental conjunto do santuário de Congonhas, todo ele reunido em um único sítio.
  • - 1800-05. Esculpiu, também em Congonhas do Campo, as estátuas em pedra-sabão dos 12 Profetas, consideradas as suas obras-primas: concentrou as imagens numa área estratégica – nas muretas das escadarias e no parapeito do adro. A impressão geral que ficou do conjunto é a de uma coreografia solene, na qual os gestos e atitudes de cada personagem encontram correspondência nos demais. Essas apocalípticas esculturas são consideradas as últimas expressões autênticas da arte cristã ocidental.
Cronologia

Acervos

Acervo Banco Itaú S.A. - São Paulo SP
Capela da Ordem Terceira de São Francisco de Assis - São João del Rei MG
Igreja da Assunção de Nossa Senhora - Mariana MG
Igreja da Ordem Terceira de São Francisco de Assis  - São João del Rei MG
Igreja da Ordem Terceira do Carmo - Ouro Preto MG
Igreja de Nossa Senhora das Mercês e Perdões - Ouro Preto MG
Igreja de Nossa Senhora do Carmo - Ouro Preto MG
Igreja de Nossa Senhora do Pilar - Ouro Preto MG
Igreja de São Francisco de Assis - Ouro Preto MG
Igreja do Carmo - Sabará MG
Igreja do Rosário - Santa Rita Durão MG
Igreja Matriz de Nossa Senhora do Bom Sucesso - Caeté MG
Matriz de Santo Antônio - Tiradentes MG
Matriz de São João Batista - Barão de Cocais MG
Santuário do Bom Jesus de Matosinhos - Congonhas do Campo MG

Exposições Póstumas

1961 - São Paulo SP - Barroco no Brasil, no MAB/Faap
1978 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no MAM/RJ
1979 - Belo Horizonte MG - 6º Salão Global de Inverno, na Fundação Clóvis Salgado
1984 - São Paulo SP - Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal
1988 - São Paulo SP - A Mão Afro-Brasileira, no MAM/SP
1997 - Brasília DF - Herança Barroca, no Palácio Itamaraty
1997 - São Paulo SP - Herança Barroca, no MAB/Faap
1998 - São Paulo SP - 24ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1998 - São Paulo SP - O Universo Mágico do Barroco, na Galeria de Arte do Sesi
1999 - Paris (França) - Brésil Baroque: entre ciel et terre, no Musée des Beaux-Arts de la Ville de Paris
2000 - Rio de Janeiro RJ - Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho: o que vemos e o que sabemos, no MNBA
2000 - Rio de Janeiro RJ - Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento. Arte Barroca, no MNBA
2000 - São Paulo SP - Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento, na Fundação Bienal
2000 - São Paulo SP - Coleção Renato Whitaker, no Restaurante Antiquarius
2001 - Itu SP - Aleijadinho: o que vemos e o que sabemos
2001 - Nova York (Estados Unidos) - Brazil: body and soul, no Solomon R. Guggenheim Museum
2001 - São Paulo SP - Museu de Arte Brasileira: 40 anos, no MAB/Faap
2002 - Rio de Janeiro RJ - Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, no CCBB
2002 - Rio de Janeiro RJ - Barroco no Museu Nacional de Belas Artes, no MNBA
2002 - Salvador BA - O Aleijadinho, no Museu de Arte Sacra
2002 - São Paulo SP - Aleijadinho e Mestre Piranga: imagens da Coleção Renato Whitaker, na Pinacoteca do Estado
2002 - São Paulo SP - Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, no CCBB
2003 - Brasília DF - Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, no CCBB
2003 - São Paulo SP - Tomie Ohtake na Trama Espiritual da Arte Brasileira, no Instituto Tomie Ohtake
2004 - Rio de Janeiro RJ - Tomie Ohtake na Trama Espiritual da Arte Brasileira, no MNBA

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