Carregando... aguarde
Friedrich Salathé - Guia das Artes
Friedrich Salathé
Informações
Nome:
Friedrich Salathé
Obras deste artista
Obra 1
Obra 2
Obra 3
Obra 4
Obra 5
Obra 6
Obra 7
Obra 8
Biografia
Ainda não temos mais informações sobre Friedrich Salathé.
Deixei seu e-mail para que possamos agilizar no preenchimento da biografia e demais descrições sobre este artista.
Seu e-mail
Quero ser avisado sobre atualizações deste artista
Colabore conosco
Você tem informações sobre este artista ou acredita que algum dos tópicos do conteúdo estáerrado?
clique aqui e colabore conosco enviando sua sugestão, correção ou comentários.
Nome
Email
Mensagem
Enviar
Peças sendo leiloadas, compre agora
iArremate leilões
11 de Maio às 20:00

FRIEDRICH SALATHÉ (1793- 1858)
Novo Friburgo Colônia Suissa ao Morro Queimado, BRASIL no séc. XIX 1839.
GRAVURA ÁGUA-TINTA COLORIDA À MÃO
Gravado por FRIEDRICH SALATHÉ, editado por STEINMANN.
Medidas: 21,8 x 27 cm.

SOUVENIRS DO RIO DE JANEIRO: Nova Friburgo (Colônia Suíça no Morro Queimado),vista número 03,desenho de Jacob Steinmann, gravado por Frédéric Salathé. Gravura em metal, água-tinta, aquarelada à mão e fixada sobre cartão branco de época, 1835. O conjunto de 13 paisagens desta obra é considerado como umdos mais raros e preciosos álbuns de vistas do Rio de Janeiro impresso no sec. XIX.
FONTE: Cunha, Lygia da Fonseca Fernandes. O Acervo Iconográfico da Biblioteca Nacional. Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, 2010.

Rica Litografia que apresenta arabescos e motivos ornamentais de caráter naturalista, pequenas cenas de costumes brasileiros, entremeados numa profusão minuciosa de folhagens e frutos tropicais.
Reprodução, da coleção publicada originalmente pelo autor, no livro Paisagem do Rio de Janeiro de GEORGE ERMAKOFF. Consta no Acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo, Coleção Brasiliana.

Aluno do pintor suíço Peter Birmann, SALATHÉ Exibiu seus trabalhos em exposições nos anos de 1834, 1836 e 1848. Duas de suas pinturas aquáticas também foram apresentadas no Salon de Paris em 1841. Com o amigo fotógrafo Johann Jacob STEINMANN contribuiu para a produção de litografias a partir de chapas fotográficas.

Johann Jacob Steinemann estudou litografia com Engelmann, aperfeiçoando seus conhecimentos com o inventor desse processo técnico, Aloysius Senefelder, em Paris.

Em 1825 foi contratado, pelo governo do Brasil, como litógrafo oficial, por um período de cinco anos. Aceite o convite, trouxe consigo todo material indispensável ao desenvolvimento de suas atividades, inclusive duas prensas, instalando em sua residência a oficina litográfica, onde ocupou-se especialmente com a impressão de mapas e o ensinamento de litografia a militares e alguns civis.

Terminado o contrato contínuo no Brasil, imprimindo mapas e estampas de tipos populares que a Biblioteca Nacional preservou na sua secção de iconografia, Retornou à Basileia em 1833, onde, dois anos depois editou o álbum de vistas Memórias do Rio de Janeiro Desenhadas da Natureza e Publicadas por J. Steinmann (SOUVENIRS DO RIO DE JANEIRO, DESSINÉS D’APRÈS NATURE ET PUBLIÉS PAR J. STEINMANN).

Gravadas pelo laborioso processo sobre o cobre por Friedrich Salathé, famoso artista suíço, foram elas preparadas segundo desenhos de vários artistas que estiveram no Brasil entre 1825 e 1833:

1. Caminho dos Órgãos, desenho de Steinmann;
2. Largo do Paço, desenho de Victor Barat;
3. Nova Friburgo (Colônia Suíça no Morro Queimado), desenho de Steinmann;
4. Plantação de café, desenho de Steinmann;
5. Ilha das Cobras, desenho de Steinmann;
6. St. João de Carahy, a Praia Grande, desenho de Steinmann ;
7. Vista de N. S. da Glória e da Barra do Rio de Janeiro, desenho de Kretschmer;
8. Vista do Sacco d'Alferes et de St. Christóvão, desenho de Steinmann;
9. Vista tomada de Santa Teresa, desenho de Kretschmer;
10. Morro do Castello e Praya da Ajuda, desenho de Steinmann;
11. Botafogo, desenho de Steinmann;
12. Igreja de S. Sebastião, desenho de Steinmann;
13. Fortaleza Sta. Cruz e Praya Vermelha (sic) desenho de Deburne.
iArremate leilões
11 de Maio às 20:00

FRIEDRICH SALATHÉ(1793 - 1858)
Vista da Ilha das Cobras, Vendo-se Capela de São José, BRASIL no séc. XIX, 1839.
GRAVURA ÁGUA-TINTA COLORIDA À MÃO
Gravado por FRIEDRICH SALATHÉ, editado por STEINMANN.
MEDIDAS: 21,8 x 27 cm.

SOUVENIRS DO RIO DE JANEIRO: "Ilha das cobras", vista nº5, desenho de Jacob Steinmann, gravado por Frédéric Salathé. Gravura em metal, água-tinta, aquarelada à mão e fixada sobre cartão branco de época, 1835. O conjunto de 13 paisagens desta obra é considerado como umdos mais raros e preciosos álbuns de vistas do Rio de Janeiro impresso no sec. XIX.
FONTE: Cunha, Lygia da Fonseca Fernandes. O Acervo Iconográfico da Biblioteca Nacional. Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, 2010.


Obra litográfica que apresenta arabescos e motivos ornamentais de caráter naturalista, pequenas cenas de costumes brasileiros, entremeados numa profusão minuciosa de folhagens e frutos tropicais.
Reproduzida no livro Paisagem do Rio de Janeiro de GEORGE ERMAKOFF pg. 170. Consta no Acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo, Coleção Brasiliana.

Aluno do pintor suíço Peter Birmann, SALATHÉ Exibiu seus trabalhos em exposições nos anos de 1834, 1836 e 1848. Duas de suas pinturas aquáticas também foram apresentadas no Salon de Paris em 1841. Com o amigo fotógrafo Johann Jacob STEINMANN contribuiu para a produção de litografias a partir de chapas fotográficas.
Johann Jacob Steinemann estudou litografia com Engelmann, aperfeiçoando seus conhecimentos com o inventor desse processo técnico, Aloysius Senefelder, em Paris.

Em 1825 foi contratado, pelo governo do Brasil, como litógrafo oficial, por um período de cinco anos. Aceite o convite, trouxe consigo todo material indispensável ao desenvolvimento de suas atividades, inclusive duas prensas, instalando em sua residência a oficina litográfica, onde ocupou-se especialmente com a impressão de mapas e o ensinamento de litografia a militares e alguns civis.

Terminado o contrato contínuo no Brasil, imprimindo mapas e estampas de tipos populares que a Biblioteca Nacional preservou na sua secção de iconografia, Retornou à Basileia em 1833, onde, dois anos depois editou o álbum de vistas Memórias do Rio de Janeiro Desenhadas da Natureza e Publicadas por J. Steinmann (SOUVENIRS DO RIO DE JANEIRO, DESSINÉS D’APRÈS NATURE ET PUBLIÉS PAR J. STEINMANN).

Gravadas pelo laborioso processo sobre o cobre por Friedrich Salathé, famoso artista suíço, foram elas preparadas segundo desenhos de vários artistas que estiveram no Brasil entre 1825 e 1833:

1. Caminho dos Órgãos, desenho de Steinmann;
2. Largo do Paço, desenho de Victor Barat;
3. Nova Friburgo (Colônia Suíça no Morro Queimado), desenho de Steinmann;
4. Plantação de café, desenho de Steinmann;
5. Ilha das Cobras, desenho de Steinmann;
6. St. João de Carahy, a Praia Grande, desenho de Steinmann ;
7. Vista de N. S. da Glória e da Barra do Rio de Janeiro, desenho de Kretschmer;
8. Vista do Sacco d'Alferes et de St. Christóvão, desenho de Steinmann;
9. Vista tomada de Santa Teresa, desenho de Kretschmer;
10. Morro do Castello e Praya da Ajuda, desenho de Steinmann;
11. Botafogo, desenho de Steinmann;
12. Igreja de S. Sebastião, desenho de Steinmann;
13. Fortaleza Sta. Cruz e Praya Vermelha (sic) desenho de Deburne.